Saiba curiosidades sobre Roland Garros, a 'Copa do Mundo' do saibro

Nas simples, 256 tenistas buscam os troféus mais cobiçados do circuito

PorGustavo LoioRio de Janeiro (RJ)
24/05/2026 06:00
Atualizado em 24/05/2026 10:28
A Philippe Chatrier, a quadra central de Roland Garros (Foto: Guillaume Amat / FFT)
A Philippe Chatrier, a quadra central de Roland Garros (Foto: Guillaume Amat / FFT)

Com apenas cinco campeões diferentes desde 2005, muito por 'culpa' do recordista espanhol Rafael Nadal, detentor de nada menos que 14 troféus, Roland Garros tem início neste domingo. São nada menos que 128 atletas no masculino e a mesma quantidade no feminino em busca do mais importante troféu do saibro do circuito mundial, disputado pela primeira vez em 1891.

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Antes do ex-número 1 do mundo nascido em Palma de Mallorca enfileirar conquistas na Philippe Chatrier, a quadra central de Paris, o recorde, na Era Aberta (desde 1968), pertencia ao hexacampeão sueco Bjorn Borg. Já na Era Amadora, o destaque foi o francês Max Decugis, com oito troféus.

Dos três ex-campeões de Roland Garros em atividade, dois deles estarão em ação. O destaque é o tricampeão sérvio Novak Djokovic, vencedor em 2016, 2021 e 2023. Nessa mais recente conquista, há três anos, o tenista nascido em Belgrado, aos 36 anos, se tornou o mais velho a levantar o cobiçado troféu.

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Tricampeão Djokovic no caminho de João Fonseca


O fenômeno sérvio, recordista de títulos de Grand Slams (24), que completou 39 anos na sexta-feira (22), está na mesma chave do brasileiro João Fonseca. Caso vençam os dois primeiros jogos, o sérvio e o carioca, de 19 anos, medirão forças pela primeira vez na carreira.

Vencedor em 2015 e vivendo a última temporada da carreira, o suíço Stan Wawrinka, aos 41 anos, também volta a Paris nesta semana.

Já a maior baixa do torneio, nesta edição, é Carlos Alcaraz, atual bicampeão. Lesionado no punho direito, o tenista espanhol (campeão do Australian Open, em janeiro) também estará fora de combate em Wimbledon, que começa em junho, o terceiro e penúltimo Slam da temporada.

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Desde o início da hegemonia de Nadal, há 21 anos, o outro que furou a 'bolha' em Paris foi Roger Federer, compatriota de Wawrinka e campeão em 2009.

Guga, o único brasileiro campeão

No hall dos campeões na capital francesa, há apenas um brasileiro, nas simples: Gustavo Kuerten. O ex-número 1 do mundo venceu todas as três finais que disputou na Philippe Chatrier, em 1997, 2000 e 2001.

➡️João Fonseca volta sob pressão, mas com esperança a Roland Garros

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Sinner, enorme favoritismo em Roland Garros

Sem Nadal, que se aposentou em novembro de 2024 e o derrotou duas vezes em Paris, e Alcaraz, seu algoz na dramática decisão do ano passado, Jannik Sinner é o nome a ser batido em Roland Garros. Não 'apenas' por liderar o ranking mundial, mas, principalmente, por ter vencido todos os cinco Masters 1000 da temporada (feito inédito na história), incluindo os três no saibro: Monte Carlo, Madri e Roma.

Ano passado, na Philippe Chatrier, o italiano desperdiçou três match-points contra Alcaraz, um feito inédito na Era Aberta em finais desse nível. O duelo, aliás, foi o mais longo de Roland Garros em uma final.

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Alcaraz e Sinner com seus respectivos prêmios de Roland Garros (Foto: Dimitar DILKOFF / AFP)
Alcaraz e Sinner com seus respectivos prêmios de Roland Garros em 2025 (Foto: Dimitar DILKOFF / AFP)
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