Rival do Brasil na Copa do Mundo é filho de ex-top 15 no tênis
Neil El Aynaoui é meio-campo da Roma e da seleção de Marrocos

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Se fosse brasileiro, o ex-tenista Younes El Aynaoui teria alcançado o segundo melhor ranking da história: 14º (em 2003). Aposentado em 2017, aos 45 anos, o ídolo marroquino é técnico da modalidade atualmente. E, na família, outro esporte pulsa com muita força, já que um dos filhos, Neil, é meio-campo da Roma e da seleção do seu país, rival do Brasil na estreia na Copa do Mundo, no dia 13 de junho. Na terça-feira, aliás, o camisa 24 brilhou na vitória sobre o Paraguai por 2 a 1, em amistoso em Madri, ao marcar o segundo gol.
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Hoje com 24 anos, Neil soma agora dois gols em 15 jogos pelo Marrocos. Semana passada, também foi dele o do empate em 1 a 1 com o Equador, em outra partida amistosa.
Antes de chegar ao time da capital italiana, o filho de Aynaoui começou a carreira no futebol francês. Do Nancy, ele foi para o Lens, antes de se transferir para a Roma.

Aynaoui perdeu para ídolos do Brasil
Se, provavelmente, Neil vai enfrentar o Brasil na estreia na Copa (caso seja convocado, obviamente), seu pai fez alguns duelos contra dois dos principais tenistas do país: Guga Kuerten e Fernando Meligeni. Diante do tricampeão de Roland Garros, o ídolo marroquino perdeu quatro dos cinco jogos. Um deles foi em abril de 2001, na abertura da campanha do bicampeonato do ex-líder do ranking no Masters 1000 de Monte Carlo: 6/4, 4/6 e 6/4.
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Já diante de Fininho, o ex-número 1 do Marrocos empatou o confronto direto. O ídolo brasileiro venceu o rival em Barcelona e em Roland Garros (ambos em 1999), enquanto o rival deu o troco em Amsterdam (no mesmo ano) e em Long Island, na temporada seguinte.
Em Grand Slams, o maior feito de Younes foi ter alcançado as quartas de final do Australian Open de 2003, quando perdeu para o americano Andy Roddick, numa batalha de 4h59m, que terminou em 4/6, 7/6 (5), 4/6, 6/4 e 21/19, em um dos quinto sets mais longos da história do torneio.
Recentemente, o ex-tenista trabalhou como técnico do francês Hugo Gaston (116º do mundo e ex-58º).

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