Abel Ferreira responde sobre provocação de Paulinho: 'Gostaria de ver'
Treinador dedica vitória no Maracanã a Leila Pereira e à filha

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O técnico Abel Ferreira concedeu entrevista coletiva após a vitória do Palmeiras por 3 a 0 sobre o Flamengo, no Maracanã, neste sábado (23), pela 17ª rodada do Brasileirão. O comandante aprofundou a análise sobre a estratégia tática, exaltou a força mental do elenco para contornar lesões e preferiu se pronunciar melhor sobre a comemoração de Paulinho após ver as imagens.
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O clima tenso no gramado ocorreu após o terceiro gol do Palmeiras. O atacante Paulinho fez gestos na direção das arquibancadas, atitude interpretada como ofensa pelos jogadores do Flamengo. Questionado sobre o tema, Abel adotou cautela para não fazer julgamentos precipitados, mas foi enfático ao criticar atitudes hostis.
— Gostaria muito de ver as imagens antes de responder. O que posso dizer, sem ver as imagens, é que sou completamente contra essa mentalidade instalada no futebol brasileiro de provocar o rival. Sou contra qualquer tipo de ato que seja provocatório ou que incentive à violência, seja dos nossos torcedores ou dos torcedores adversários — declarou Abel.

Análise tática após a expulsão
O rumo da partida mudou aos 21 minutos da etapa inicial, com a expulsão do meia Carrascal. O treinador explicou os ajustes em campo para tirar proveito da superioridade numérica e destacou a importância do controle mental.
— A partir do momento em que tu tens mais um jogador em campo, o que nós procuramos fazer foi subir o Andreas e o López para pressionar a primeira fase de saída de bola do nosso adversário. Encorajar o nosso Emiliano a juntar-se ao Marlon para encostar nos dois volantes deles, porque a superioridade já estava por trás. E, portanto, procuramos não dar tempo e espaço ao nosso adversário — iniciou o treinador.
— Mesmo com menos um jogador, o Flamengo é superqualificado, tem jogadores superexperientes, a maior parte deles jogou na Europa, tem um treinador que já correu o mundo, conhece muito bem o futebol. Mas, como te disse, acho que fomos competentes, e não posso negar que, a partir do momento em que o adversário fica com menos um, o jogo fica menos difícil. E acho que foi uma vitória justa da equipe que manteve o controle emocional. Começou com 11, acabou com 11, e, nestes jogos, na minha opinião, a parte emocional tem um peso maior do que a parte técnica ou tática — completou.
Agradecimentos de Abel
Abel Ferreira dedicou a vitória fora de casa a duas mulheres. A primeira, a presidente Leila Pereira, que banca o treinador no cargo apesar das críticas da torcida. A outra, a filha Maria Inês, que não se encontra há quase um ano.
— Gostaria de dedicar esta vitória a duas mulheres. A primeira é a nossa presidente, agradecer-lhe por toda a tranquilidade que passa ao elenco. Talvez seja o ser humano com mais coragem que eu conheço. E a outra mulher é a minha filha, Maria Inês, que já não está comigo há um ano. Várias vezes fiquei longe dela e prometo-lhe que em breve estaremos juntos — dedicou Abel.

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