'Força e velocidade': ex-Botafogo explica diferenças enfre com futebol russo e brasileiro
Jogador também destacou o frio no país como algo negativo

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Ex-jogador do Botafogo, o zagueiro David Ricardo, atualmente no Dínamo Moscou, detalhou as principais diferenças entre o futebol brasileiro e o praticado na Rússia em entrevista ao Lance!. O defensor destacou o choque inicial com o estilo de jogo local, marcado por intensidade física e velocidade, além de reforçar o impacto das condições climáticas no desempenho dentro de campo.
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Ao analisar o futebol russo, David Ricardo apontou a exigência física como principal contraste em relação ao Brasil. Segundo o jogador, a adaptação ao novo estilo foi rápida, mesmo com as diferenças evidentes na forma de jogar.
— Positivamente eu acredito que eu me adaptei muito bem ao estilo de jogo deles. É um jogo bastante diferente do que a gente está acostumado a jogar no Brasil. É um jogo de muito mais força, muito mais contato, de jogadores mais fortes — afirmou.
O defensor também destacou a intensidade das partidas, ressaltando que o ritmo mais acelerado e o alto nível de contato exigem uma mudança de comportamento dentro de campo em comparação ao futebol brasileiro, tradicionalmente mais técnico.
— Consegui adaptar rápido a esse estilo de jogo, que é bem agressivo. Como eu falei, é muita força física, o jogo é bem mais rápido. É uma intensidade bem maior do que no Brasil. No Brasil é um jogo mais técnico, aqui é um jogo mais de força e velocidade — completou.
Frio tem grande impacto no desempenho, segundo David Ricardo
Apesar da boa adaptação ao estilo de jogo, o clima segue como um fator de dificuldade na rotina do jogador. David Ricardo voltou a citar o frio intenso como um obstáculo relevante, principalmente nos primeiros meses no país.
— Eu acredito que negativamente, o frio é bastante intenso. É um frio muito forte, que eu não estava acostumado. Foi a primeira vez que eu joguei num frio como esse — disse.

— Congela os pés. Totalmente diferente do que eu estava acostumado a jogar no Brasil. A pior coisa é que o frio é bastante intenso e atrapalha muito no jogo. Até para você conseguir esquentar é bastante difícil — explicou.
Por fim, o jogador ressaltou que, com o passar do tempo, conseguiu se adaptar melhor às condições climáticas, reduzindo o impacto negativo no desempenho.
— Mas agora já estou conseguindo me adaptar melhor, já estou me acostumando mais. Então, já não estou sofrendo mais como estava sofrendo no início — finalizou.
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