Aposentadoria de uma lenda: os grandes momentos de Camila Brait
Líbero medalhista olímpica se despediu das quadras nesta sexta

Camila Brait entrou em uma quadra de vôlei como jogadora profissional pela última vez nesta sexta-feira (24), aos 37 anos. A líbero, com passagens marcantes pela Seleção e com grandes momentos e pelo Osasco, se aposenta após a derrota da clube paulista para o Minas nas semifinais da Superliga Feminina, por 3 sets a 2. A série entre as equipes terminou em 2 a 1 para o time mineiro.
A líbero não fez o último jogo em São Paulo, perto de sua torcida. Mas não faltou carinho. Ao fim da partida, a torcida do Minas fez uma grande homenagem, que a emocionou. De pé, torcedores que foram adversários por anos reconheceram o valor da vice-campeã olímpica.
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Durante a carreira, Brait defendeu o Osasco desde a temporada 2008/09 até a atual e acumulou inúmeros títulos coletivos, inclusive o do Mundial de 2012, e premiações individuais. Pela Seleção Brasileira, viveu seu momento de glória com a conquista da medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Logo depois, em 2021, se aposentou da amarelinha. Relembre com o Lance! os grandes momentos da carreira da líbero.
A lista de títulos da Superliga
Ao todo, Brait venceu a Superliga Feminina em três oportunidades - 2009/10, 2011/12 e 2024/25. E, no primeiro título, seu desempenho na final ficou marcado por uma sequência de defesas essencial para levantar o astral do Osasco no tie-break. Contra o então Rio de Janeiro, Brait salvou duas bolas na diagonal, e o ponto terminou para a equipe paulista. O suspiro ajudou o Osasco a vencer o set decisivo por 15 a 12 e se consagrar campeão por 3 sets a 2.

Camila Brait - a melhor líbero do Mundial de Clubes 2012
Brait chegou ao Osasco em 2008, e, em 2012, viveu o seu maior título no time. Naquele ano, os passes e as defesas da líbero foram essenciais para levar a equipe ao título do Mundial de Clubes. A atuação dela foi coroada também com o prêmio de melhor líbero da competição.

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A conquista da medalha olímpica
Entre idas e vindas na Seleção Brasileira, o auge de Brait com a amarelinha veio em 2021, quando conquistou a medalha de prata nos Jogos de Tóquio 2020. A líbero, que estreou pela seleção em 2010, teve onze anos de convocações.

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