Do quase alívio ao choro: a queda do Sesc Flamengo na Superliga Feminina
Equipe foi eliminada da competição nesta sexta-feira (24) e adiou o sonho de voltar à final da competição após oito anos

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A noite desta sexta-feira (24) tinha o cenário ideal para ser mágica para o Sesc RJ Flamengo. Maracanãzinho lotado, equipe vinda de uma virada heroica e foco para voltar à final da Superliga Feminina depois de oito anos. No entanto, tinha uma pedra no meio do caminho, ou melhor, do outro lado da rede: o Praia Clube. E, no final, foram os mineiros que sorriram. A equipe visitante saiu vencedora do Rio de Janeiro por 3 sets a 2 e com a vaga confirmada para a decisão do campeonato.
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A eliminação do Sesc Flamengo veio em contornos dramáticos. No jogo 1 da série de semifinais, em Uberlândia, o time foi derrotado em sets diretos. Já no segundo, no Maracanãzinho, chegou a estar perdendo por 2 a 0, mas levou a partida para o tie break. Nele, reverteu um desfavorável 14 a 10 para 16 a 14 e comemorou o sonho de continuar vivo na Superliga.
No entanto, o balde de água fria veio nesta sexta-feira (24). Novamente no templo do voleibol mundial, os torcedores esgotaram a carga de 10 mil ingressos a cinco dias do confronto. A expectativa era alta e, no desenrolar da partida, parecia que o cenário do jogo 2 da série iria se repetir.
O jogo 3 entre Sesc Flamengo e Praia Clube nas semifinais da Superliga Feminina
A primeira parcial da partida foi parelha e terminou na vantagem mínima de 25 a 23 para o Praia Clube. Mesmo assim, a torcida rubro-negra não deixou de apoiar e entoar cantos de apoio ao time. Em quadra, a central Masa Kirov e a oposta Taianara eram as que mais respondiam diretamente à motivação das arquibancadas, seja em gestos, em comemorações fervorosas ou acompanhando o ritmo das canções.

"Interminável", o segundo set foi ter fim apenas no 36 a 34, favorável ao Praia Clube. Foram 48 minutos e 11 segundos de bola em disputa. Com isso, a parcial seguinte foi de "vida ou morte" para o time da casa. Buscando fechar a partida, a equipe mineira começou em bom ritmo e abriu 6 a 2. No entanto, o Sesc Flamengo, ao som de "Vamos virar, Mengo", adiou os planos do Praia Clube e venceu por 25 a 22.
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A terceira parcial foi de domínio absoluto do Rubro-Negro, que jogou à frente no placar o tempo todo e, em apenas 23 minutos, ganhou de 25 a 11, levando a decisão da vaga na final da Superliga Feminina para o tie break. Nesse momento, cresceu nos gritos da arquibancada a expectativa da virada do jogo 2 da série se repetir. Mas o destino foi cruel para o Rubro-Negro e sorridente para o Praia Clube.

No set decisivo, o que se viu foi uma união entre a arquibancada e a quadra, em busca de reviver a sensação da semana anterior. E, quando o Sesc Flamengo abriu 11 a 9, parecia que o cenário ia se repetir. Porém, o Praia Clube virou e venceu a parcial por 15 a 13, calando e esvaziando o Maracanãzinho. A casa carioca foi tomada pela animação dos torcedores mineiros que marcaram presença e pela comemoração das jogadoras.
Em quadra, ficou a felicidade pelo lado mineiro, e as lágrimas, pelo carioca. Abalada, a maioria das atletas do Sesc Flamengo foi direto para o vestiário, sem dar entrevista e nem atender aos torcedores. Os ritmos das canções das arquibancadas se transformaram em notas tristes para os rubro-negros no templo do voleibol mundial.
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A campanha do Sesc RJ Flamengo na Superliga Feminina 25/26
O Sesc Flamengo avançou aos playoffs da Superliga Feminina 25/26 com a moral de primeiro colocado na fase classificatória. Foram 55 pontos conquistados após 19 vitórias em 22 jogos.
Nas quartas de final, o Rubro-Negro passou pelo oitavo colocado Mackenzie em dois jogos. E a busca por avançar à final da competição após oito anos teve fim nesta sexta-feira (24), com a vitória do Praia Clube. No clássico "pão de queijo", a equipe enfrenta o Minas na grande final da Superliga, que será disputada em jogo único no dia 3 de maio, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.

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