FIA rejeita recurso da McLaren e mantém punição a Norris no GP dos Estados Unidos
Os comissários entenderam que não existiam novas evidências

O protesto feito pela McLaren não deu resultado e a punição de Lando Norris no GP dos EUA foi mantida. A decisão saiu já na noite desta sexta-feira (25), depois das atividades iniciais do GP da Cidade do México. Assim, Max Verstappen segurou o pódio e Norris ficou em quarto, com os dois separados por 57 pontos na tabela.
A decisão contou com membros da FIA, de McLaren e de Red Bull, mas também com os comissários da etapa americana, que entraram na reunião por videoconferência. A manutenção da punição se deu pelo entendimento de que a alegação do time britânico, de que Norris já havia ultrapassado Verstappen e de que não era a chegada ao 'apex' que deveria ser levada em conta na análise do lance, não se sustentava. E que não havia qualquer evidência nova que pudesse causar nova interpretação.
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Segundo o artigo 14.3 do Regulamento Esportivo da FIA, as equipes podem pedir o direito de revisão até 96 horas após o encerramento da corrida. A audiência foi realizada pela tarde nesta sexta-feira (25), na Cidade do México, que recebe a Fórmula 1 neste fim de semana, em duas partes.
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O painel de comissários do GP dos Estados Unidos se reuniu novamente para julgar se a McLaren forneceu novas e relevantes evidências que não estavam disponíveis na hora da decisão. Se fosse o caso, a punição seria analisada novamente, mas como não foi, o resultado da prova em Austin foi mantido.
Norris e Verstappen batalhavam pelo terceiro lugar quando, com três voltas para o fim, o inglês da McLaren tentou uma ultrapassagem na curva 12. O neerlandês foi até o limite na defesa, com os dois deixando a pista, mas o britânico saiu em vantagem. Na última volta, veio a punição, que recolocou Max no pódio, abrindo 57 pontos de distância no Mundial de Pilotos.

Após a corrida, apesar de inúmeras críticas para a decisão dos comissários, o chefe de equipe Andrea Stella afirmou que não tinha interesse em utilizar o direito de revisão e tratou o assunto como encerrado, afirmando que não tinha evidências novas. Porém, mudou de ideia.
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O último pedido feito por uma equipe tinha sido da Aston Martin, em abril, quando Fernando Alonso recebeu uma punição por um toque com Carlos Sainz, da Ferrari, durante a corrida sprint do GP da China. A FIA acabou também rejeitando a apelação.
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