Quem é o maior artilheiro da Costa do Marfim na história das Copas do Mundo?
Didier Drogba, Aruna Dindane, Gervinho e Wilfried Bony dividem a artilharia.

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Para responder quem é o maior artilheiro da seleção da Costa do Marfim na história das Copas do Mundo, é preciso aceitar uma resposta coletiva. Não há um líder isolado no ranking; o topo é dividido por quatro atacantes de enorme importância para a geração mais vitoriosa dos "Elefantes". O Lance! responde quem é o maior artilheiro da Costa do Marfim na história das Copas do Mundo?
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Didier Drogba, Aruna Dindane, Gervinho e Wilfried Bony compartilham a liderança da artilharia marfinense em Mundiais, com dois gols cada. Juntos, eles concentraram a maior parte dos 13 gols marcados pelo país nas edições de 2006, 2010 e 2014.
Entre os quatro, o nome de Drogba assume naturalmente um peso maior. Maior artilheiro geral da história da seleção, o ex-jogador do Chelsea foi o rosto da geração que levou a Costa do Marfim a três Copas seguidas e marcou o primeiro gol do país em Mundiais.
Aruna Dindane, Gervinho e Wilfried Bony, por sua vez, construíram suas marcas de maneira mais concentrada, com atuações decisivas em partidas específicas. Essa distribuição reforça a profundidade do setor ofensivo marfinense naquele período.
Assim, a artilharia da Costa do Marfim em Copas do Mundo é um reflexo de uma geração rica em talentos, mas que ainda não conseguiu transformar esse potencial em campanhas de mata-mata mais longas no torneio da Fifa.
Quem é o maior artilheiro da Costa do Marfim na história das Copas do Mundo?
O impacto de Didier Drogba e a divisão do recorde na Costa do Marfim
Embora a estatística mostre um empate quádruplo, o impacto de Didier Drogba vai além dos números. Ele marcou o primeiro gol marfinense em Copas, contra a Argentina em 2006, e voltou a balançar as redes na edição de 2010, diante do Brasil.
Aruna Dindane construiu sua marca em um único jogo de 2006, ao marcar duas vezes na virada por 3 a 2 sobre a Sérvia e Montenegro, garantindo a primeira vitória da Costa do Marfim em Mundiais.
Em 2014, no Brasil, Gervinho e Wilfried Bony assumiram o protagonismo ofensivo. Cada um marcou dois gols na campanha: ambos balançaram as redes contra o Japão e voltaram a marcar em jogos duros contra Colômbia e Grécia.
Ranking dos maiores artilheiros marfinenses no torneio
Entre 2006 e 2014, a Costa do Marfim marcou 13 gols em Copas do Mundo, com forte concentração nesse quarteto de atacantes.
Didier Drogba — 2 gols
Maior artilheiro geral da seleção, marcou contra a Argentina (2006) e diante do Brasil (2010), sendo titular em três edições consecutivas do Mundial.
Aruna Dindane — 2 gols
Fez seus dois gols na mesma partida, na vitória por 3 a 2 sobre a Sérvia e Montenegro em 2006, garantindo o primeiro triunfo marfinense em Copas.
Gervinho — 2 gols
Marcou na vitória contra o Japão e na derrota para a Colômbia, ambos na fase de grupos da Copa de 2014, no Brasil.
Wilfried Bony — 2 gols
Também brilhou em 2014, anotando contra o Japão e marcando na partida decisiva contra a Grécia, que acabou resultando na eliminação marfinense.
Outros jogadores que balançaram as redes
Além dos quatro líderes, outros nomes também deixaram sua marca em Mundiais com a camisa da Costa do Marfim. Bonaventure Kalou marcou em 2006, na vitória sobre a Sérvia e Montenegro, enquanto Bakari Koné fez o seu contra a Holanda, na mesma edição.
Em 2010, Yaya Touré, Romaric e Salomon Kalou marcaram na goleada por 3 a 0 sobre a Coreia do Norte, completando a lista de jogadores marfinenses com ao menos um gol em Copas.
O retorno dos Elefantes e a busca por um novo líder isolado
Após ficarem fora das últimas edições, os Elefantes voltam ao Mundial em 2026 embalados pelo título da Copa Africana de Nações de 2023, conquistado no início de 2024 sob o comando de Emerse Faé.
Jogadores já consolidados em grandes ligas, como Sébastien Haller e Nicolas Pépé, além de Franck Kessié, terão a chance de quebrar o empate quádruplo no topo da artilharia marfinense. Como o recorde atual é de apenas dois gols, a possibilidade de surgir um novo líder isolado é alta.
Superar essa marca em 2026 não será apenas uma questão estatística. Um novo artilheiro isolado pode se tornar símbolo de uma campanha inédita no mata-mata e ajudar a escrever um capítulo diferente para a Costa do Marfim na história das Copas do Mundo.
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