Copa do Mundo de 2014: Todos os resultados

Relembre os placares, o fatídico 7 a 1 e o tetracampeonato da Alemanha em 2014.

PorLance!São Paulo (SP)
11/06/2026 02:24
Copa do Mundo 2014 - Alemanha x Argentina (Foto: Paulo Sérgio/ LANCE!Press)
O capitão Philipp Lahm e o elenco da Alemanha comemoram a histórica e suada conquista do título mundial no gramado do Maracanã, consolidando a excelente campanha alemã em solo brasileiro. (Foto: Paulo Sérgio/ LANCE!Press)
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A Copa do Mundo de 2014 foi realizada no Brasil, gerando grande expectativa e mobilização social.
A Espanha e a Itália, campeãs anteriores, foram eliminadas precocemente, enquanto a Costa Rica surpreendeu ao avançar.
O Brasil enfrentou uma montanha-russa emocional e sofreu uma humilhante derrota de 7 a 1 para a Alemanha na semifinal.
Resumo supervisionado pelo jornalista!

Após sessenta e quatro anos de espera, o principal torneio de futebol do planeta retornou oficialmente à sua pátria espiritual em junho de 2014. O Brasil foi a nação escolhida pela FIFA para sediar a Copa do Mundo de 2014, gerando uma expectativa monumental que mobilizou o país de norte a sul. O comitê organizador local estruturou uma logística imensa, espalhada por doze cidades-sede, e ergueu modernos estádios, apelidados de "Arenas". Apesar das intensas tensões sociais e dos protestos políticos que antecederam o apito inicial, a paixão avassaladora do povo brasileiro pelo esporte criou uma atmosfera de festa contagiante nas ruas que encantou os turistas do mundo inteiro.

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Os bastidores logísticos e técnicos da competição registraram a introdução de inovações tecnológicas cruciais que modernizaram a dinâmica do jogo e auxiliaram as arbitragens em campo. Foi em solo brasileiro que a FIFA utilizou de forma pioneira a tecnologia da linha de gol, com sensores digitais para identificar se a bola ultrapassou completamente a baliza, além do uso do spray coloidal pelos árbitros para delimitar a distância exata das barreiras em cobranças de falta. No aspecto climático, o forte calor do inverno tropical, especialmente nas sedes das regiões Norte e Nordeste, exigiu paradas técnicas inéditas para hidratação dos atletas e testou o limite do preparo físico dos elencos.

A fase de grupos da competição transformou-se no cenário dos maiores vexames históricos e quedas precoces das tradicionais potências do futebol europeu. O mundo testemunhou o colapso completo da Espanha, então campeã defensora, que foi goleada impiedosamente pela Holanda na estreia e acabou eliminada de forma precoce na primeira fase. Itália e Inglaterra repetiram o fiasco e também deram adeus melancólico ainda em suas chaves. Em contrapartida, a desacreditada seleção da Costa Rica operou um verdadeiro milagre ao liderar invicta o grupo dos campeões mundiais, assumindo o papel de grande Cinderela daquela edição.

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Para a Seleção Brasileira, a jornada em território próprio representou uma dolorosa montanha-russa de emoções, marcada por uma imensa pressão psicológica e por um desfecho profundamente trágico. Sob o comando técnico de Luiz Felipe Scolari, o Brasil exibiu uma nítida fragilidade emocional e avançou no sufoco nas fases eliminatórias, dependendo de disputas por pênaltis dramáticas e de gols salvadores da zaga. O ponto de virada definitivo ocorreu nas quartas de final contra a Colômbia, quando o craque e referência técnica Neymar sofreu uma grave fratura na vértebra após entrada violenta de Zúñiga, desfalcando o país.

O clímax do trauma nacional aconteceu na semifinal em Belo Horizonte, transformando-se no capítulo mais sombrio da história do futebol brasileiro. Sem a presença de Neymar e do capitão Thiago Silva, o Brasil sofreu um apagão técnico e tático sem precedentes, sendo triturado pela Alemanha no fatídico e inacreditável massacre do 7 a 1 no Mineirão. A histórica humilhação calou o país e escancarou a imensa superioridade da brilhante e organizada geração do futebol alemão. Comandada pelo técnico Joachim Löw, a engrenagem coletiva alemã marchou com autoridade máxima rumo ao Maracanã para encarar a Argentina de Lionel Messi.

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Resultados da Copa do Mundo de 2014

Grupo A

O grupo de abertura contou com o favoritismo da seleção anfitriã, que superou uma estreia tensa contra os croatas para ditar o ritmo das ações e avançar na liderança da chave pelo saldo de gols favorável. O México apresentou um futebol consistente, impulsionado pelas defesas milagrosas do goleiro Guillermo Ochoa, para carimbar a segunda vaga de forma invicta, enquanto Camarões despediu-se de forma melancólica com três derrotas.

  • 12 de junho – Brasil 3 x 1 Croácia – Arena Corinthians (São Paulo)
  • 13 de junho – México 1 x 0 Camarões – Arena das Dunas (Natal)
  • 17 de junho – Brasil 0 x 0 México – Arena Castelão (Fortaleza)
  • 18 de junho – Camarões 0 x 4 Croácia – Arena da Amazônia (Manaus)
  • 23 de junho – Camarões 1 x 4 Brasil – Estádio Nacional Mané Garrincha (Brasília)
  • 23 de junho – Croácia 1 x 3 México – Arena Pernambuco (Recife)

Grupo B

Esta chave promoveu a reedição exata da final de 2010 e ficou eternizada pelo futebol avassalador, veloz e vertical apresentado pela seleção da Holanda. Os holandeses aplicaram uma goleada humilhante de 5 a 1 sobre a Espanha, apresentando ao mundo o emblemático gol de peixinho de Robin van Persie. A forte equipe do Chile confirmou os prognósticos, venceu os espanhóis no Maracanã e avançou em segundo, eliminando os atuais campeões.

  1. 13 de junho – Espanha 1 x 5 Holanda – Arena Fonte Nova (Salvador)
  2. 13 de junho – Chile 3 x 1 Austrália – Arena Pantanal (Cuiabá)
  3. 18 de junho – Austrália 2 x 3 Holanda – Estádio Beira-Rio (Porto Alegre)
  4. 18 de junho – Espanha 0 x 2 Chile – Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro)
  5. 23 de junho – Austrália 0 x 3 Espanha – Arena da Baixada (Curitiba)
  6. 23 de junho – Holanda 2 x 0 Chile – Arena Corinthians (São Paulo)

Grupo C

A talentosa seleção da Colômbia comandou as ações neste grupo com imensa autoridade tática e técnica, mesmo sofrendo com a ausência do artilheiro Radamel Falcao antes do torneio. Sob a batuta do jovem meia James Rodríguez, os colombianos venceram todos os seus três compromissos jogando por música. A Grécia garantiu a segunda vaga de forma dramática nos acréscimos da rodada final, convertendo um pênalti salvador.

  1. 14 de junho – Colômbia 3 x 0 Grécia – Estádio Mineirão (Belo Horizonte)
  2. 14 de junho – Costa do Marfim 2 x 1 Japão – Arena Pernambuco (Recife)
  3. 19 de junho – Colômbia 2 x 1 Costa do Marfim – Estádio Nacional Mané Garrincha (Brasília)
  4. 19 de junho – Japão 0 x 0 Grécia – Arena das Dunas (Natal)
  5. 24 de junho – Japão 1 x 4 Colômbia – Arena Pantanal (Cuiabá)
  6. 24 de junho – Grécia 2 x 1 Costa do Marfim – Estádio Castelão (Fortaleza)

Grupo D

Considerado o verdadeiro grupo da morte por reunir três equipes campeãs mundiais, testemunhou a maior epopeia da primeira fase da Copa do Mundo. A surpreendente seleção da Costa Rica chocou os prognósticos globais ao bater Uruguai e Itália, jogando um futebol seguro para liderar a chave de forma invicta. O Uruguai assegurou a segunda vaga em um duelo tenso contra a Itália, marcado pela histórica mordida de Luis Suárez em Chiellini.

  • 14 de junho – Uruguai 1 x 3 Costa Rica – Arena Castelão (Fortaleza)
  • 14 de junho – Inglaterra 1 x 2 Itália – Arena da Amazônia (Manaus)
  • 19 de junho – Uruguai 2 x 1 Inglaterra – Arena Corinthians (São Paulo)
  • 20 de junho – Itália 0 x 1 Costa Rica – Arena Pernambuco (Recife)
  • 24 de junho – Itália 0 x 1 Uruguai – Arena das Dunas (Natal)
  • 24 de junho – Costa Rica 0 x 0 Inglaterra – Estádio Mineirão (Belo Horizonte)

Grupo E

A chave disputada em solo brasileiro ficou marcada pela excelente demonstração de força ofensiva da reformulada seleção da França, que sobrou na liderança do grupo sob o comando de Karim Benzema. A Suíça exibiu regularidade e carimbou a segunda vaga após contar com um hat-trick do meia Xherdan Shaqiri na rodada decisiva, enquanto o Equador lutou bravamente, mas acabou eliminado pelos critérios técnicos.

  • 15 de junho – Suíça 2 x 1 Equador – Estádio Nacional Mané Garrincha (Brasília)
  • 15 de junho – França 3 x 0 Honduras – Estádio Beira-Rio (Porto Alegre)
  • 20 de junho – Suíça 2 x 5 França – Arena Fonte Nova (Salvador)
  • 20 de junho – Honduras 1 x 2 Equador – Arena da Baixada (Curitiba)
  • 25 de junho – Equador 0 x 0 França – Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro)
  • 25 de junho – Honduras 0 x 3 Suíça – Arena da Amazônia (Manaus)

Grupo F

Este grupo caracterizou-se pelo amplo domínio técnico da Argentina, que contou com exibições decisivas e gols salvadores do craque Lionel Messi para garantir os 100% de aproveitamento na primeira fase. A física e veloz seleção da Nigéria apresentou um futebol ofensivo e vertical para assegurar a segunda colocação da chave, deixando para trás a estreante Bósnia-Herzegovina e a eliminada equipe do Irã.

  • 15 de junho – Argentina 2 x 1 Bósnia-Herzegovina – Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro)
  • 16 de junho – Irã 0 x 0 Nigéria – Arena da Baixada (Curitiba)
  • 21 de junho – Argentina 1 x 0 Irã – Estádio Mineirão (Belo Horizonte)
  • 21 de junho – Nigéria 1 x 0 Bósnia-Herzegovina – Arena Pantanal (Cuiabá)
  • 25 de junho – Nigéria 2 x 3 Argentina – Estádio Beira-Rio (Porto Alegre)
  • 25 de junho – Bósnia-Herzegovina 3 x 1 Irã – Arena Fonte Nova (Salvador)

Grupo G

O grupo da futura campeã mundial começou de forma fulminante com uma goleada impiedosa da Alemanha sobre o Portugal de Cristiano Ronaldo na Arena Fonte Nova. Os alemães ditaram o ritmo e lideraram a chave de forma invicta. A surpreendente e disciplinada seleção dos Estados Unidos suportou a pressão e carimbou a segunda vaga no critério de saldo de gols, eliminando os portugueses do torneio.

  • 16 de junho – Alemanha 4 x 0 Portugal – Arena Fonte Nova (Salvador)
  • 16 de junho – Gana 1 x 2 Estados Unidos – Arena das Dunas (Natal)
  • 21 de junho – Alemanha 2 x 2 Gana – Arena Castelão (Fortaleza)
  • 22 de junho – Estados Unidos 2 x 2 Portugal – Arena da Amazônia (Manaus)
  • 26 de junho – Estados Unidos 0 x 1 Alemanha – Arena Pernambuco (Recife)
  • 26 de junho – Portugal 2 x 1 Gana – Estádio Nacional Mané Garrincha (Brasília)

Grupo H

A talentosa e jovem geração da Bélgica comandou as ações neste último grupo com extrema autoridade técnica, confirmando o amplo favoritismo e avançando com três vitórias magras e folga na tabela. A grande história da chave foi escrita pela valente seleção da Argélia, que praticou um futebol rápido e vistoso para garantir a segunda vaga de forma inédita e histórica, celebrada com imensa festa em Porto Alegre.

  • 17 de junho – Bélgica 2 x 1 Argélia – Estádio Mineirão (Belo Horizonte)
  • 17 de junho – Rússia 1 x 1 Coreia do Sul – Arena Pantanal (Cuiabá)
  • 22 de junho – Bélgica 1 x 0 Rússia – Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro)
  • 22 de junho – Coreia do Sul 2 x 4 Argélia – Estádio Beira-Rio (Porto Alegre)
  • 26 de junho – Coreia do Sul 0 x 1 Bélgica – Arena Corinthians (São Paulo)
  • 26 de junho – Argélia 1 x 1 Rússia – Arena da Baixada (Curitiba)

Oitavas de final da Copa do Mundo de 2014

O início do mata-mata eliminatório direto elevou a voltagem dramática a níveis cardíacos, registrando cinco prorrogações intensas. O Brasil flertou com a eliminação precoce no Mineirão, superando o Chile nos pênaltis após uma bola na trave no último segundo da prorrogação. A Costa Rica manteve o seu conto de fadas ao bater a Grécia nas penalidades, e a Alemanha suou para quebrar a barreira da Argélia no tempo extra.

  1. 28 de junho – Brasil 1 x 1 Chile (3 x 2 nos pênaltis) – Estádio Mineirão (Belo Horizonte)
  2. 28 de junho – Colômbia 2 x 0 Uruguai – Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro)
  3. 29 de junho – Holanda 2 x 1 México – Estádio Castelão (Fortaleza)
  4. 29 de junho – Costa Rica 1 x 1 Grécia (5 x 3 nos pênaltis) – Arena Pernambuco (Recife)
  5. 30 de junho – França 2 x 0 Nigéria – Estádio Nacional Mané Garrincha (Brasília)
  6. 30 de junho – Alemanha 2 x 1 Argélia (Prorrogação) – Estádio Beira-Rio (Porto Alegre)
  7. 1 de julho – Argentina 1 x 0 Suíça (Prorrogação) – Arena Corinthians (São Paulo)
  8. 1 de julho – Bélgica 2 x 1 Estados Unidos (Prorrogação) – Arena Fonte Nova (Salvador)

Quartas de final da Copa do Mundo de 2014

As quartas de final da Copa do Mundo entraram definitivamente para a história do torneio devido a lances individuais marcantes e uma alteração tática genial. O técnico holandês Louis van Gaal surpreendeu o mundo ao trocar o goleiro titular pelo reserva Tim Krul no último minuto da prorrogação contra a Costa Rica; Krul defendeu duas cobranças e colocou a Holanda na semifinal. O Brasil bateu a Colômbia, mas perdeu Neymar por lesão.

  1. 4 de julho – França 0 x 1 Alemanha – Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro)
  2. 4 de julho – Brasil 2 x 1 Colômbia – Estádio Castelão (Fortaleza)
  3. 5 de julho – Argentina 1 x 0 Bélgica – Estádio Nacional Mané Garrincha (Brasília)
  4. 5 de julho – Holanda 0 x 0 Costa Rica (4 x 3 nos pênaltis) – Arena Fonte Nova (Salvador)

Semifinais da Copa do Mundo de 2014

As semifinais da Copa do Mundo colocaram frente a frente gigantes históricos do futebol em exibições de opostos absolutos em termos de gols e emoções. Enquanto Alemanha e Brasil protagonizavam o massacre inesquecível e traumático do 7 a 1 em Belo Horizonte, Argentina e Holanda travavam um duelo de xadrez tenso, amarrado e extremamente tático em São Paulo. O goleiro Sergio Romero brilhou nos pênaltis para carimbar a vaga argentina.

  1. 8 de julho – Brasil 1 x 7 Alemanha – Estádio Mineirão (Belo Horizonte)
  2. 9 de julho – Holanda 0 x 0 Argentina (4 x 2 nos pênaltis) – Arena Corinthians (São Paulo)

Disputa do terceiro lugar

O confronto de consolação serviu para aprofundar a crise técnica e o abatimento psicológico da Seleção Brasileira perante o seu povo na capital federal. Ainda atordoado pela humilhação da rodada anterior, o Brasil voltou a falhar defensivamente e acabou amplamente dominado pela forte equipe da Holanda, que impôs o placar elástico de 3 a 0 de forma justa para assegurar a medalha de bronze invicta.

  1. 12 de julho – Brasil 0 x 3 Holanda – Estádio Estádio Nacional Mané Garrincha (Brasília)

Final da Copa do Mundo de 2014

A grande e aguardada decisão da Copa do Mundo de 2014 colocou frente a frente Alemanha e Argentina no lendário e completamente lotado Estádio do Maracanã, perante mais de 74 mil espectadores em uma atmosfera de imensa eletricidade e rivalidade sul-americana. O confronto correspondeu à enorme expectativa tática, transformando-se em um autêntico duelo de xadrez disputado palmo a palmo. A Argentina armou uma barreira defensiva cirúrgica e criou as melhores chances ofensivas em velocidade, parando nos erros de pontaria do atacante Gonzalo Higuaín e em uma finalização raspando a trave de Lionel Messi. A Alemanha respondeu mantendo a imensa posse de bola e carimbando o poste argentino em cabeçada do zagueiro Höwedes antes do intervalo. O placar em branco persistiu até o fim dos 90 minutos, arrastando o drama do título para a prorrogação.

No tempo extra, o desgaste físico extremo abriu brechas nos sistemas defensivos e o cansaço cobrou o seu preço dos atletas. Quando a disputa por pênaltis parecia inevitável, a estrela do jovem atacante Mario Götze brilhou para decidir o destino do planeta futebol aos oito minutos do segundo tempo suplementar. André Schürrle arrancou em velocidade pela ponta esquerda e desferiu um cruzamento perfeito; Götze dominou a bola com o peito com extrema categoria e, sem deixar a bola cair no gramado, soltou um chute cruzado de perna esquerda para vencer o goleiro Sergio Romero. O gol antológico decretou o placar final de 1 a 0 e consagrou a Alemanha como tetracampeã mundial, quebrando o tabu histórico ao se tornar a primeira seleção europeia a erguer a taça no continente americano.

  • 13 de julho – Alemanha 1 x 0 Argentina (Prorrogação) – Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro)

Classificação final da Copa do Mundo de 2014

Abaixo, confira a tabela de classificação final do torneio de 2014, estruturada oficialmente pela FIFA com base na fase alcançada, pontos acumulados (considerando três pontos por vitória) e saldo de gols de cada nação:

    1.
  1. Alemanha (Campeã)
  2. 2.
  3. Argentina (Vice-campeã)
  4. 3.
  5. Holanda
  6. 4.
  7. Brasil
  8. 5.
  9. Colômbia
  10. 6.
  11. Bélgica
  12. 7.
  13. França
  14. 8.
  15. Costa Rica
  16. 9.
  17. Chile
  18. 10.
  19. México
  20. 11.
  21. Suíça
  22. 12.
  23. Uruguai
  24. 13.
  25. Argélia
  26. 14.
  27. Estados Unidos
  28. 15.
  29. Nigéria
  30. 16.
  31. Grécia
  32. 17.
  33. Equador
  34. 18.
  35. Portugal
  36. 19.
  37. Croácia
  38. 20.
  39. Bósnia-Herzegovina
  40. 21.
  41. Costa do Marfim
  42. 22.
  43. Itália
  44. 23.
  45. Espanha
  46. 24.
  47. Rússia
  48. 25.
  49. Gana
  50. 26.
  51. Inglaterra
  52. 27.
  53. Coreia do Sul
  54. 28.
  55. Irã
  56. 29.
  57. Japão
  58. 30.
  59. Austrália
  60. 31.
  61. Honduras
  62. 32.
  63. Camarões

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