Copa do Mundo de 1998: Todos os resultados

Relembre os placares, locais e o primeiro título mundial da França em 1998.

PorLance!São Paulo (SP)
10/06/2026 18:31
O craque francês Zinedine Zidane ergue e beija a Taça da Copa do Mundo após marcar dois gols na grande final contra o Brasil, liderando a histórica conquista da seleção anfitriã. (FIFA)
O craque francês Zinedine Zidane ergue e beija a Taça da Copa do Mundo após marcar dois gols na grande final contra o Brasil, liderando a histórica conquista da seleção anfitriã. (FIFA)
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A Copa do Mundo de 1998 ocorreu na França, marcando uma expansão para 32 seleções e o uso do 'Gol de Ouro'.
O Brasil, liderado por Ronaldo, enfrentou um drama antes da final, onde a França venceu por 3 a 0, conquistando seu primeiro título.
Copa marcada por surpresas como a Croácia e a Bulgária, além do trágico assassinato de Andrés Escobar após a eliminação da Colômbia.
Resumo supervisionado pelo jornalista!

A décima quinta edição da história dos Mundiais retornou à sua vertente europeia em junho de 1998 para consolidar a maior expansão estrutural da história contemporânea do futebol. A França foi a nação escolhida pela FIFA para sediar a Copa do Mundo de 1998, exatamente sessenta anos após ter abrigado o torneio pela primeira vez. Como grande símbolo dessa nova era de globalização e modernidade e para receber condignamente o jogo de abertura e a grande decisão, o comitê organizador local projetou e construiu nos arredores de Paris o icônico Stade de France, uma arena monumental.

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Os bastidores regulamentares da competição trouxeram a maior e mais impactante modificação no formato de disputa desde a década de 1982. Pela primeira vez, o número de seleções participantes saltou de 24 para 32 países finalistas, permitindo uma distribuição geográfica muito mais justa e inclusiva entre os continentes. O regulamento reorganizou o torneio em oito grupos de quatro integrantes na fase inicial, extinguindo o sistema de classificação dos melhores terceiros colocados e decretando que apenas os dois primeiros de cada chave avançariam para as oitavas de final.

A nível técnico e disciplinar, a FIFA introduziu novidades severas para tentar coibir a violência física e incentivar propostas de jogo ofensivas nos gramados franceses. A principal inovação foi a criação do sistema de "Gol de Ouro" (a antiga morte súbita) durante a prorrogação das fases eliminatórias da Copa do Mundo, em que o primeiro time a marcar no tempo extra encerraria o confronto imediatamente. Além disso, as arbitragens receberam ordens rigorosas para punir com cartão vermelho direto as faltas cometidas por trás, visando preservar a integridade dos atletas mais talentosos.

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Para a Seleção Brasileira, a jornada na Copa do Mundo em território europeu representou uma verdadeira montanha-russa de emoções técnicas, individuais e psicológicas sob o comando do veterano Zagallo. Defendendo o título mundial de 1994, o Brasil se uniu em torno do brilhantismo genial do jovem atacante Ronaldo, eleito o melhor jogador do planeta na época e apelidado de "O Fenômeno". A Amarelinha superou partidas dramáticas e repletas de gols contra Dinamarca e Holanda, alcançando a sua segunda final consecutiva sob imensa expectativa popular.

Contudo, os momentos prévios à grande decisão guardaram o maior drama médico e psicológico da história das Copas, desestabilizando completamente o elenco brasileiro horas antes do apito inicial. Ronaldo sofreu uma misteriosa crise convulsiva no hotel da concentração, o que gerou imensa confusão na escalação oficial e abateu emocionalmente o grupo de atletas em campo. Beneficiando-se do cenário e liderada de forma inspirada por Zinedine Zidane, a França desfilou categoria perante o seu povo para conquistar o seu inédito título da Copa do Mundo.

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Resultados da Copa do Mundo de 1998

Primeira fase - Grupo A

O grupo de abertura da Copa do Mundo contou com o favoritismo natural da Seleção Brasileira, que estreou vencendo os escoceses no Stade de France. O Brasil garantiu a liderança de forma antecipada com uma goleada sobre o Marrocos, permitindo-se poupar titulares na rodada final. A Noruega aproveitou a oportunidade para buscar uma vitória heroica e tardia de virada sobre a Amarelinha, carimbando a segunda vaga da chave.

  • 10 de junho – Brasil 2 x 1 Escócia – Stade de France (Saint-Denis)
  • 10 de junho – Marrocos 2 x 2 Noruega – Stade de la Mosson (Montpellier)
  • 16 de junho – Brasil 3 x 0 Marrocos – Stade de la Beaujoire (Nantes)
  • 16 de junho – Noruega 1 x 1 Escócia – Stade Parc Lescure (Bordeaux)
  • 23 de junho – Brasil 1 x 2 Noruega – Stade Vélodrome (Marselha)
  • 23 de junho – Marrocos 3 x 0 Escócia – Stade Geoffroy-Guichard (Saint-Étienne)

Primeira fase - Grupo B

Esta chave caracterizou-se pelo amplo equilíbrio tático europeu e sul-americano e por partidas decididas nos minutos finais. A Itália confirmou o favoritismo e avançou na liderança isolada sob a batuta de Roberto Baggio. A surpreendente seleção do Chile, impulsionada pelos gols da dupla ofensiva formada por Ivan Zamorano e Marcelo Salas, empatou todos os seus três compromissos e assegurou a segunda vaga.

  • 11 de junho – Itália 2 x 2 Chile – Stade Parc Lescure (Bordeaux)
  • 11 de junho – Camarões 1 x 1 Áustria – Stade de Toulouse (Toulouse)
  • 17 de junho – Chile 1 x 1 Áustria – Stade Geoffroy-Guichard (Saint-Étienne)
  • 17 de junho – Itália 3 x 0 Camarões – Stade de la Mosson (Montpellier)
  • 23 de junho – Itália 2 x 1 Áustria – Stade de France (Saint-Denis)
  • 23 de junho – Chile 1 x 1 Camarões – Stade de la Beaujoire (Nantes)

Primeira fase - Grupo C

Os donos da casa comandaram as ações neste grupo com imensa autoridade técnica, empurrados por arquibancadas inflamadas em Marselha e Paris. A França venceu todos os seus três compromissos com extrema facilidade e solidez defensiva, avançando com 100% de aproveitamento. A boa seleção da Dinamarca confirmou os prognósticos e carimbou a segunda vaga da chave sem sofrer grandes sustos.

  1. 12 de junho – Arábia Saudita 0 x 1 Dinamarca – Stade Félix Bollaert (Lens)
  2. 12 de junho – França 3 x 0 África do Sul – Stade Vélodrome (Marselha)
  3. 18 de junho – África do Sul 1 x 1 Dinamarca – Stade de Toulouse (Toulouse)
  4. 18 de junho – França 4 x 0 Arábia Saudita – Stade de France (Saint-Denis)
  5. 24 de junho – França 2 x 1 Dinamarca – Stade de Gerland (Lyon)
  6. 24 de junho – África do Sul 2 x 2 Arábia Saudita – Stade Parc Lescure (Bordeaux)

Primeira fase - Grupo D

Considerada a maior "chave da morte" da Copa do Mundo de 1998, reuniu potências tradicionais e registrou a precoce e surpreendente eliminação da badalada Espanha. A física e veloz seleção da Nigéria chocou os espanhóis na estreia e liderou o grupo com um futebol muito vertical. O Paraguai exibiu uma barreira defensiva intransponível comandada pelo goleiro José Luis Chilavert para garantir a segunda colocação.

  • 12 de junho – Paraguai 0 x 0 Bulgária – Stade de la Mosson (Montpellier)
  • 13 de junho – Espanha 2 x 3 Nigéria – Stade de la Beaujoire (Nantes)
  • 19 de junho – Nigéria 1 x 0 Bulgária – Stade Parc des Princes (Paris)
  • 19 de junho – Espanha 0 x 0 Paraguai – Stade Geoffroy-Guichard (Saint-Étienne)
  • 24 de junho – Espanha 6 x 1 Bulgária – Stade Parc des Princes (Paris)
  • 24 de junho – Nigéria 1 x 3 Paraguai – Stade de Toulouse (Toulouse)

Primeira fase - Grupo E

Este grupo se caracterizou pelo extremo equilíbrio tático e pela enorme quantidade de empates entre as equipes europeias e norte-americanas. A Holanda praticou um futebol consistente de muita posse de bola e velocidade para assegurar a liderança pelo saldo de gols favorável. O México demonstrou imensa valentia e poder de reação para buscar empates heroicos na raça e carimbar a segunda vaga.

  1. 13 de junho – Holanda 0 x 0 Bélgica – Stade de France (Saint-Denis)
  2. 13 de junho – Coreia do Sul 1 x 3 México – Stade de Gerland (Lyon)
  3. 20 de junho – Holanda 5 x 0 Coreia do Sul – Stade Vélodrome (Marselha)
  4. 20 de junho – Bélgica 2 x 2 México – Stade Parc Lescure (Bordeaux)
  5. 25 de junho – Holanda 2 x 2 México – Stade Geoffroy-Guichard (Saint-Étienne)
  6. 25 de junho – Bélgica 1 x 1 Coreia do Sul – Stade Parc des Princes (Paris)

Primeira fase - Grupo F

A chave sediada em Paris e Lyon ficou marcada pelo histórico, tenso e emblemático confronto diplomático entre as seleções dos Estados Unidos e do Irã. Em campo, os iranianos venceram o duelo político por 2 a 1 sob enorme clima de desportividade. A Alemanha Ocidental usou sua tradicional imposição física para liderar a chave de forma invicta, avançando de braços dados com a forte Iugoslávia.

  • 14 de junho – Iugoslávia 1 x 0 Irã – Stade Geoffroy-Guichard (Saint-Étienne)
  • 14 de junho – Alemanha 2 x 0 Estados Unidos – Stade Parc des Princes (Paris)
  • 21 de junho – Alemanha 2 x 2 Iugoslávia – Stade Parc des Princes (Paris)
  • 21 de junho – Estados Unidos 1 x 2 Irã – Stade de Gerland (Lyon)
  • 25 de junho – Alemanha 2 x 0 Irã – Stade de la Mosson (Montpellier)
  • 25 de junho – Estados Unidos 0 x 1 Iugoslávia – Stade de la Beaujoire (Nantes)

Primeira fase - Grupo G

A tradicional seleção da Romênia comandou as ações neste grupo com imensa autoridade tática, vencendo seus compromissos principais de forma segura. O momento icônico da chave ocorreu quando todos os jogadores romenos descoloriram o cabelo após garantirem a vaga. A Inglaterra contou com o surgimento do jovem e veloz atacante Michael Owen para assegurar a segunda colocação.

  1. 15 de junho – Inglaterra 2 x 0 Tunísia – Stade Vélodrome (Marselha)
  2. 15 de junho – Romênia 1 x 0 Colômbia – Stade de Gerland (Lyon)
  3. 22 de junho – Colômbia 1 x 0 Tunísia – Stade de la Mosson (Montpellier)
  4. 22 de junho – Romênia 2 x 1 Inglaterra – Stade de Toulouse (Toulouse)
  5. 26 de junho – Romênia 1 x 1 Tunísia – Stade de France (Saint-Denis)
  6. 26 de junho – Colômbia 0 x 2 Inglaterra – Stade Félix Bollaert (Lens)

Primeira fase - Grupo H

O último grupo testemunhou a excelente, histórica e surpreendente campanha da estreante seleção da Croácia no cenário internacional. Os croatas avançaram na segunda colocação praticando um futebol dinâmico sob a batuta de Davor Šuker. A Argentina sobrou na liderança com 100% de aproveitamento técnico e sem sofrer gols, aplicando uma goleada sonora sobre a estreante Jamaica.

  1. 14 de junho – Argentina 1 x 0 Japão – Stade de Toulouse (Toulouse)
  2. 14 de junho – Jamaica 1 x 3 Croácia – Stade Félix Bollaert (Lens)
  3. 20 de junho – Japão 0 x 1 Croácia – Stade de la Beaujoire (Nantes)
  4. 21 de junho – Argentina 5 x 0 Jamaica – Stade Parc des Princes (Paris)
  5. 26 de junho – Argentina 1 x 0 Croácia – Stade Parc Lescure (Bordeaux)
  6. 26 de junho – Japão 1 x 2 Jamaica – Stade de Gerland (Lyon)

Oitavas de final da Copa do Mundo de 1998

O início do mata-mata direto elevou a voltagem dramática com confrontos repletos de rivalidade. O Brasil despachou o Chile com facilidade e show de Ronaldo e César Sampaio em Paris. A França necessitou do primeiríssimo "Gol de Ouro" da história das Copas, anotado pelo zagueiro Laurent Blanc, para quebrar a resistência do Paraguai. Argentina e Inglaterra travaram um clássico épico decidido nos pênaltis.

  1. 27 de junho – Itália 1 x 0 Noruega – Stade Vélodrome (Marselha)
  2. 27 de junho – Brasil 4 x 1 Chile – Stade Parc des Princes (Paris)
  3. 28 de junho – França 1 x 0 Paraguai (Prorrogação - Gol de Ouro) – Stade Félix Bollaert (Lens)
  4. 28 de junho – Nigéria 1 x 4 Dinamarca – Stade de France (Saint-Denis)
  5. 29 de junho – Alemanha 2 x 1 México – Stade de la Mosson (Montpellier)
  6. 29 de junho – Holanda 2 x 1 Iugoslávia – Stade de de Toulouse (Toulouse)
  7. 30 de junho – Romênia 0 x 1 Croácia – Stade Parc Lescure (Bordeaux)
  8. 30 de junho – Argentina 2 x 2 Inglaterra (4 x 3 nos pênaltis) – Stade de Gerland (Lyon)

Quartas de final da Copa do Mundo de 1998

As quartas de final entraram em definitivo para a antologia do esporte com partidas decididas nos detalhes técnicos. A Holanda eliminou a Argentina com um gol antológico de Dennis Bergkamp nos acréscimos em Marselha. A grande surpresa da rodada foi a Croácia, que surpreendeu as previsões e triturou a favorita Alemanha por 3 a 0, enquanto o Brasil superava a forte Dinamarca em Nantes.

  1. 3 de julho – Itália 0 x 0 França (3 x 4 nos pênaltis) – Stade de France (Saint-Denis)
  2. 3 de julho – Brasil 3 x 2 Dinamarca – Stade de la Beaujoire (Nantes)
  3. 4 de julho – Alemanha 0 x 3 Croácia – Stade de Gerland (Lyon)
  4. 4 de julho – Holanda 2 x 1 Argentina – Stade Vélodrome (Marselha)

Semifinais da Copa do Mundo de 1998

As semifinais colocaram frente a frente propostas táticas muito bem estruturadas em exibições dramáticas de alta intensidade física. O Brasil buscou a classificação para a final nas penalidades máximas após empate por 1 a 1 com a Holanda, contando com as defesas do goleiro Taffarel. A França buscou uma virada heroica contra a Croácia com dois gols inéditos do lateral Lilian Thuram.

  1. 7 de julho – Brasil 1 x 1 Holanda (4 x 2 nos pênaltis) – Stade Vélodrome (Marselha)
  2. 8 de julho – França 2 x 1 Croácia – Stade de France (Saint-Denis)

Disputa do terceiro lugar

O confronto de consolação serviu para coroar a campanha mais bonita, surpreendente e elogiada da história recente do futebol croata perante o mundo. Enfrentando uma Holanda visivelmente abatida pelo trauma da eliminação anterior, a Croácia impôs sua velocidade e garantiu a medalha de bronze, consagrando o atacante Davor Šuker como o artilheiro isolado da competição.

  1. 11 de julho – Holanda 1 x 2 Croácia – Stade Parc des Princes (Paris)

Final da Copa do Mundo de 1998

A grande e aguardada decisão da Copa do Mundo de 1998 colocou frente a frente a atual campeã mundial, Seleção Brasileira, e a dona da casa, França, no majestoso e completamente lotado Stade de France, perante mais de 80 mil espectadores em uma atmosfera ensurdecedora. O confronto começou sob profundo clima de instabilidade emocional do lado brasileiro devido ao colapso médico sofrido por Ronaldo na concentração. Escalado de última hora e nitidamente debilitado em campo, o Fenômeno não conseguiu ditar o ritmo das ações ofensivas. A seleção da França soube aproveitar perfeitamente o abatimento psicológico do adversário para dominar o gramado parisiense desde o primeiro minuto. Aos 27 minutos da etapa inicial, Zinedine Zidane subiu mais alto que a retaguarda brasileira após cobrança de escanteio e cabeceou com precisão para abrir o placar. Nos acréscimos do primeiro tempo, em um lance idêntico de bola parada, Zidane testou firme novamente para ampliar a vantagem antes do intervalo, inflamando a torcida local.

Na etapa complementar, o técnico Zagallo promoveu alterações táticas tentando lançar o Brasil ao ataque na base do brio e do desespero. As esperanças brasileiras aumentaram consideravelmente quando o zagueiro francês Marcel Desailly recebeu o cartão vermelho e foi expulso de campo, deixando os anfitriões com um atleta a menos. No entanto, a sólida barreira defensiva montada pelo técnico Aimé Jacquet barrou todas as investidas aéreas de Denílson, Bebeto e Rivaldo. Nos minutos derradeiros, aproveitando os imensos espaços cedidos na retaguarda brasileira, a França engrenou um contra-ataque veloz que culminou no gol rasteiro de Emmanuel Petit. O placar categórico de 3 a 0 encerrou o confronto de forma incontestável, coroando a França como campeã mundial pela primeira vez em sua história e explodindo a festa multicultural pelas ruas do país.

  • 12 de julho – França 3 x 0 Brasil – Stade de France (Saint-Denis)

Classificação final da Copa do Mundo de 1998

Abaixo, confira a tabela de classificação final do torneio de 1998, estruturada oficialmente pela FIFA com base na fase alcançada, pontos acumulados ao longo de todas as etapas e saldo de gols das nações:

    1.
  1. França (Campeã)
  2. 2.
  3. Brasil (Vice-campeão)
  4. 3.
  5. Croácia
  6. 4.
  7. Holanda
  8. 5.
  9. Itália
  10. 6.
  11. Argentina
  12. 7.
  13. Alemanha
  14. 8.
  15. Dinamarca
  16. 9.
  17. Inglaterra
  18. 10.
  19. Iugoslávia
  20. 11.
  21. Romênia
  22. 12.
  23. Nigéria
  24. 13.
  25. Paraguai
  26. 14.
  27. Chile
  28. 15.
  29. México
  30. 16.
  31. Noruega
  32. 17.
  33. Espanha
  34. 18.
  35. Marrocos
  36. 19.
  37. Bélgica
  38. 20.
  39. Irã
  40. 21.
  41. Colômbia
  42. 22.
  43. Jamaica
  44. 23.
  45. Áustria
  46. 24.
  47. África do Sul
  48. 25.
  49. Camarões
  50. 26.
  51. Tunísia
  52. 27.
  53. Japão
  54. 28.
  55. Arábia Saudita
  56. 29.
  57. Coreia do Sul
  58. 30.
  59. Bulgária
  60. 31.
  61. Estados Unidos
  62. 32.
  63. Escócia

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