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Haiti é adversário perfeito, mas o Brasil precisa colaborar

Seleção encara rival mais frágil do grupo em busca de recuperação após estreia abaixo

PorEduardo Tironi
Colunista
Rio de Janeiro (RJ)
19/06/2026 13:49

Autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, esse texto não reflete necessariamente a opinião do Lance!
Jogadores do Brasil posam para a foto oficial antes da partida contra o Marrocos (Foto: Mauro Pimentel/AFP)
Jogadores do Brasil posam para a foto oficial antes da partida contra o Marrocos (Foto: Mauro Pimentel/AFP)
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O adversário do Brasil na partida desta sexta-feira é o melhor possível, o Haiti. A equipe mais fraca do grupo é ideal para uma reabilitação após a estreia decepcionante contra Marrocos.

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O Haiti mostrou poucos recursos mesmo diante da limitadíssima seleção da Escócia e não precisou ser muito exigido no setor que deve sofrer mais contra o Brasil: a defesa. Isso porque os escoceses marcaram o único gol da partida e passaram o restante do tempo se defendendo. O Haiti não conseguiu balançar as redes.

Entre a estreia no sábado passado e o jogo desta sexta-feira, o técnico Carlo Ancelotti teve tempo para corrigir erros, acalmar os ânimos e começar a preparar o time não apenas para este confronto, mas sobretudo para o que vem pela frente na Copa do Mundo.

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A escalação segue guardada a sete chaves. O máximo que Ancelotti revelou é que a equipe vai sofrer mudanças. Há quem aposte no retorno dos quatro atacantes, enquanto outros acreditam em alterações pontuais e na manutenção do sistema utilizado no empate contra Marrocos.

Mas há questões importantes envolvendo o duelo contra o Haiti. Uma delas é que uma eventual vitória nesta sexta não necessariamente significará a consolidação de um caminho, dada a fragilidade do adversário. Ao mesmo tempo, a formação escolhida, se funcionar, pode definir os próximos passos de Ancelotti.

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Na entrevista coletiva antes da partida, o treinador admitiu que a estreia não foi boa e afirmou esperar mais precisão nos passes e maior qualidade na pressão sobre a saída de bola do adversário. Ele também destacou que os jogadores sabem que precisam entregar mais.

Se há uma vantagem em ter enfrentado o adversário mais difícil na primeira rodada, é que o que vem depois tende a ser menos complicado. O Brasil pode começar a encontrar um caminho nesta sexta-feira e, enfim, transformar a primeira fase da Copa em um laboratório para as próximas etapas.

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Neymar conversa com  Carlo Ancelotti, durante uma sessão de treino na véspera da partida contra o Haiti, válida pela Copa do Mundo (Foto: Mauro Pimentel/AFP)
Neymar conversa com Carlo Ancelotti, durante uma sessão de treino na véspera da partida contra o Haiti, válida pela Copa do Mundo (Foto: Mauro Pimentel/AFP)

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