Cuca lamenta empate do Santos e cobra eficiência: 'Perdemos gols claros'
Técnico lamenta falhas no último passe e nas finalizações após empate na Vila e cobra reação imediata da equipe.

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O técnico Cuca demonstrou frustração com os erros do Santos FC no último passe e com a baixa eficiência nas finalizações após o empate em 1 a 1 com o Deportivo Recoleta, na Vila Belmiro, pela segunda rodada da Copa Sul-Americana.
O Peixe abriu o placar logo aos quatro minutos do primeiro tempo, com Neymar, mas cedeu o empate em pênalti cometido por Luan Peres. Diante de um adversário que foi a campo com uma equipe alternativa e tecnicamente inferior, a expectativa era de uma vitória tranquila — ainda mais no aniversário de 114 anos do clube e com os retornos de Neymar e Gabriel Barbosa, ausentes na estreia.
— É o futebol. Essa cobrança do torcedor não vem apenas do jogo de hoje. Se estivesse tudo em dia, com 17 finalizações e 80% de posse de bola, entenderíamos que foi só uma noite ruim, um azar. Mas é um acumulado que a torcida vem sustentando há algum tempo e que pesa ainda mais no aniversário do clube. Começamos bem o jogo, colocamos o adversário para trás e perdemos gols muito claros, que normalmente não se perdem, ainda mais pela qualidade que temos. Isso cria um perigo.
O treinador também lamentou o lance que originou o gol adversário e reforçou a necessidade de maior eficiência.
— Foi uma infelicidade do nosso zagueiro atropelar um jogador sem necessidade, e isso gera um frisson adverso. O simples não é simples: precisamos ganhar. Mesmo com o adversário recuado, perdemos gols e fizemos escolhas erradas. Temos que trabalhar e manter a confiança em alta. Não é preciso criar tantas chances para fazer gol. Quanto à cobrança, eles têm razão. Querem ver o time ganhar. Como não fizemos gols, passa a ser visto como um jogo mal jogado — finalizou o comandante.
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Análise do resultado
Cuca evitou classificar o empate como vexame, mas reconheceu o peso do resultado, sobretudo pelo contexto da partida.
— O resultado em si é ruim, mas não podemos falar em vexame. Não sei, a fundo, quantos outros resultados ruins aconteceram antes. Ficamos sentidos, pois era um jogo para ganhar com naturalidade. A proposta foi colocada em prática, foi bem executada, dominamos o jogo, mas é preciso fazer gols. Cabe a nós administrar esse mau resultado que tivemos na Sul-Americana, reagrupar e, no domingo, fazer um jogo com finalizações melhores sucedidas — disse.
De olho no confronto contra o Fluminense, no próximo domingo, pelo Campeonato Brasileiro, o treinador cobrou reação, mas evitou críticas individuais.
— Eu não diria que o jogo foi feio, mas sim o resultado. Houve supremacia total durante praticamente toda a partida. Em uma situação normal, com o pé calibrado, faríamos quatro, cinco gols. Mas perdemos gols fáceis e perdemos estabilidade. Ninguém saiu satisfeito. Eles queriam dar o presente de aniversário ao torcedor e também ficaram frustrados. São só eles que podem vir aqui no domingo e fazer um bom jogo. Depende deles. Se eu abrir um leque de críticas pontuais para um ou outro, vou perder o que estou construindo: uma equipe, um conjunto. Eu vou cobrar internamente como precisa ser cobrado — completou.
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