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Diretor do Shakhtar detalha relação do time com brasileiros: 'Rapidamente'

Dario Srna também falou desafios da guerra

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Lance!
Rio de Janeiro (RJ)
Dia 28/04/2026
12:25
Shakhtar Donetsk x Besiktas - Europa League
imagem cameraShakhtar Donetsk em ação pela terceira rodada da Europa League Foto: Reprodução)

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O diretor de futebol do Shakhtar Donetsk, Darijo Srna, concedeu entrevista à "Flashscore" e abriu o jogo sobre a relação do clube com os jogadores brasileiros. O croata, que é ídolo e capitão histórico da equipe ucraniana, falou sobre as dificuldades de contratar durante a guerra entre Rússia e Ucrânia e explicou a estratégia que torna o Shakhtar uma ponte para o futebol europeu.

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— No começo, sim, tivemos dificuldade. Contratamos Castilho, da Venezuela, e o Gio (Giorgi Gocholeishvili), da Geórgia. Não nos concentramos em jogadores brasileiros imediatamente, porque era uma época muito difícil. Mas, passo a passo, à medida que nos ajustávamos à realidade da guerra, começamos a contratar brasileiros novamente: Pedrinho, Kevin, Marlon, Alisson, Isaque e outros. Nesse meio tempo, também vendemos muitos jogadores — afirmou Srna.

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Quando perguntado sobre como o Shakhtar utiliza os atletas brasileiros, Srna explicou que a estratégia é antiga e vem dando certo há mais de duas décadas.

— Esse processo começou em 2003 e 2004. O primeiro foi Brandão, depois Matusalém, do Brescia. Percebemos rapidamente que estávamos nos saindo muito bem com jogadores brasileiros. A estratégia era clara: uma estrutura defensiva ucraniana e europeia, um meio-campo misto e o talento brasileiro no ataque. Mantivemos essa estratégia desde 2004 até hoje — revelou.

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O dirigente completou citando os nomes de maior sucesso que passaram pelo clube e seguiram para gigantes da Europa.

— Todos os nossos jogadores brasileiros passaram a jogar em clubes de ponta. Fernandinho, Fred, Willian, Douglas Costa. Alguns deles ainda estão jogando no mais alto nível — afirmou Srna.

Alisson pelo Shakhtar Donetsk (Foto: Divulgação)
Alisson pelo Shakhtar Donetsk (Foto: Divulgação)

Srna, do Shakhtar Donetsk, também falou sobre desafios com a guerra

Srna também falou sobre sua própria transição de jogador para dirigente, algo que aconteceu durante o período mais crítico da guerra.

— Não tive muitos problemas para fazer essa mudança, porque continuei trabalhando no meu clube. Para mim, é mais do que um clube. É minha família no futebol. É claro que, às vezes, você sente falta da adrenalina do campo e da torcida, mas é preciso entender quando é hora de parar, e é muito importante escolher o momento certo. Acho que encontrei o momento perfeito — disse o croata.

O Shakhtar Donetsk tem se consolidado como uma das principais portas de entrada de talentos brasileiros para o futebol europeu, especialmente em tempos de guerra, quando as dificuldades de contratação se tornaram ainda maiores. A estratégia, no entanto, segue firme.

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