Pentacampeão em 2002 é sincero sobre estatística de Brasil x Noruega: 'Não vai'

Juninho Paulista enxerga que o Brasil está evoluindo na competição

PorLucas CremoneseSão Paulo (SP)
04/07/2026 08:03
Atualizado há 1 minutos

Supervisionado porLeonardo Damico,
Seleção Brasileira na Copa de 2002, na Coréia e no Japão (Foto: Nelson Almeida/LANCE!Press)
Seleção Brasileira na Copa de 2002, na Coréia e no Japão (Foto: Nelson Almeida/LANCE!Press)

O Brasil enfrenta a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo, neste domingo (5), às 17h (de Brasília). A partida marca o 5° confronto da história entre as equipes e, até agora, a Seleção jamais venceu os vikings. Foram dois empates, duas derrotas e, uma delas, no Mundial de 1998, onde a canarinho viria a ser vice-campeã, sendo batida pela França de Zidane na final.

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Entrevistado pelo Lance!, Juninho Paulista, campeão do mundo em 2002, enxerga que essa estatística não deve refletir no resultado da partida deste domingo (5), nos Estados Unidos.

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- Foram poucos jogos, né? Porque o Brasil jogou muito pouco com a Noruega. Acho que foi bastante tempo atrás. Eu acho que o jogador não vai se ligar muito nisso - disse Juninho.

- Isso fica mais para os jornalistas, para os caras de estatística. Mas eu acho que isso não interessa muito. "Ah, nunca ganhou da Noruega." Pode até ser uma motivação para que a gente consiga ganhar agora - afirmou.

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Durante o papo, o ex-atleta também falou sobre a tensão que paira sobre o jogo. Perguntado se essa partida podia se comparar com as oitavas contra a Bélgica em 2002, Juninho respondeu que a maior tensão já está para trás.

- Se você perguntar para a maioria dos jogadores de 2002, esse jogo da Bélgica foi o mais tenso, independentemente de depois termos saído perdendo contra a Inglaterra e virado o jogo. Mas o primeiro mata-mata é sempre um jogo muito tenso - começou.

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- O Brasil já passou por isso contra o Japão, essa tensão, e conseguiu resolver de uma maneira que deixa o torcedor, e a gente também, confiante. Porque soube sofrer, dominou totalmente o segundo tempo, foi mais agressivo e, claro, foi no último minuto, mas já merecia ter virado esse jogo contra o Japão antes. Então isso deixa a gente mais animado - finalizou.

O ex-jogador conta com passagem pela CBF, com o cargo de coordenador da Seleção (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)
O ex-jogador conta com passagem pela CBF, com o cargo de coordenador da Seleção (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

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Juninho também afirmou que o Brasil segue evoluindo na competição, questionado sobre o "favoritismo" do Brasil e se acreditava na conquista do hexa, o ex-jogador e comentarista disse que a camisa brasileira é muito pesada, ressaltando que também podemos nos agarrar nisso.

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- É claro que o Brasil chegou sem ser a grande favorita, mas a camisa da Seleção é muito forte e é representada por esses jogadores. Então as equipes adversárias, até às vezes pelo excesso de confiança, como foi o caso do Japão, achando que dava para ganhar do Brasil e passar de fase, eu acho que isso também fortalece o Brasil - afirmou Juninho.

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- Então o Brasil saiu fortalecido contra o Japão, provavelmente vai sair fortalecido contra a Noruega. E aí sim, chegando nessa fase decisiva, tanto a qualidade quanto a confiança dos jogadores pesam junto com a camisa do Brasil - completou.

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