ANÁLISE: Cruzeiro pecou no início e no fim, mas jogou para ter resultado melhor contra o Goiás
A Raposa fez mais um jogo bom com Artur Jorge

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O Cruzeiro deixou escapar, contra o Goiás, uma vantagem importante em uma partida de mata-mata. Entretanto, o desempenho da equipe dentro de campo não foi ruim, muito pelo contrário, mas foi oscilante, talvez pelo lado físico tão desgastado nas últimas semanas.
A principal mudança do técnico Artur Jorge para o duelo válido pela Copa do Brasil foi a entrada de Otávio no lugar de Matheus Cunha. Em sua primeira partida com o português, o jovem causou uma boa primeira impressão, passando segurança e sem ter culpa em nenhum dos gols adversários.
Início ruim
Contra uma equipe que também gosta de ser protagonista, a Raposa entrou desligada demais para um jogo eliminatório. Porém, isso resultou em um início oscilante, não em domínio esmeraldino. Os dois lados tiveram chances, mas Kaio Jorge errou o alvo na pequena área e Nicolas aproveitou a liberdade dada por Kauã Moraes em rebote de Otávio para abrir o placar.
Rapidamente o Cruzeiro mostrou resiliência e poder de reação mais uma vez e em sete minutos empatou. E o tento veio em lance emblemático com uma das características dos times de Artur Jorge: a pressão. Lucas Romero roubou bola no campo de ataque ao apertar o adversário e passou para Arroyo chutar com o pé direito para fazer 1 a 1.
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Com o placar em igualdade, o Cruzeiro criou para ir até com um 3 a 1 para o vestiário. Jonathan Jesus, em falta cobrada por Matheus Pereira, tirou tinta da trave esquerda de Tadeu, assim como Arroyo.

Fim ruim
Diferente do que aconteceu nas últimas partidas, o Cruzeiro dosou melhor seus ataques entre lado direito e meio, não apenas atacando pela direita como nas últimas partidas. Nos primeiros 30 minutos da etapa complementar, a Raposa seguiu criando para ampliar. Christian e Kaio Jorge pararam em Tadeu. O lance do camisa 19 inclusive, parecido com o do primeiro gol, com Kauã Moraes pressionando e acionando o atacante na linha de fundo.
O substituto do artilheiro celeste foi protagonista no segundo gol. Jonathan Jesus carregou a bola como um meio-campista na entrada da área, tabelou com o atacante, e chapou no lado direito do goleiro goiano.
Na reta final, mais uma vez a contragosto de Artur Jorge, o Cruzeiro recuou. Mas engana-se quem pensa que os mineiros foram massacrados. O Goiás conseguiu, na reta final, quatro finalizações, duas de muito longe, um cabeceio para fora de Luiz Felipe, e o golaço de Esli Garcia. Matheus Henrique, que estava na marcação do venezuelano, talvez não esperasse que com apenas cinco minutos em campo aquele meio-campista de 1m63 acertaria o ângulo de Otávio com tanta classe. Mas a finesse do meia surpreendeu todos e tirou a vantagem celeste.
Números do Cruzeiro com Artur Jorge
- 7 jogos
- 4 vitórias
- 2 derrotas
- 1 empate
- 12 gols feitos
- 9 gols sofridos
- 3 jogos com mais posse de bola
- 4 jogos com mais finalizações que o adversário
- 20 grandes chances criadas
- 6 jogos atacando mais pela direita
- 3 jogos vencendo mais duelos aéreos
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