Luxo na Copa: acessórios de grife ganham protagonismo entre atletas

Além do desempenho em campo, atletas transformam a Copa do Mundo em uma vitrine global de moda

PorRedação Lance!São Paulo (SP)
25/06/2026 12:08
Neymar desembarca do avião nos Estados Unidos
Jogadores da Seleção chamaram atenção ao desembarcarem nos Estados Unidos com acessórios de grife (Foto: Rafael Ribeiro / CBF)
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Copa do Mundo de 2026 destaca o uso de acessórios de luxo por atletas.
Marcas de luxo se tornam símbolos de status, como relógios e bolsas.
Exposição nas redes sociais fortalece imagem dos jogadores e marcas.
Resumo supervisionado pelo jornalista!

A Copa do Mundo de 2026 não está sendo disputada apenas dentro das quatro linhas. Nos aeroportos, hotéis, centros de treinamento e nas arquibancadas, outro campeonato chama a atenção: o da ostentação de acessórios de luxo.

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Relógios avaliados em milhões de reais, joias exclusivas, bolsas raras e peças produzidas por algumas das marcas mais desejadas do mundo passaram a ocupar espaço central na imagem dos jogadores. O fenômeno reflete uma transformação do futebol moderno, em que os atletas deixaram de ser apenas esportistas para se tornarem influenciadores globais de comportamento, moda e consumo.

O que antes aparecia de forma discreta nos bastidores hoje é exibido estrategicamente nas redes sociais, sessões de fotos e aparições públicas durante o Mundial, ampliando o alcance das marcas e fortalecendo a imagem dos jogadores fora dos gramados.

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Na Copa do Mundo, essa conexão ganha ainda mais visibilidade. Relógios de edição limitada, correntes personalizadas, óculos exclusivos e bolsas disputadas no mercado de luxo passaram a funcionar como símbolos de status semelhantes aos carros esportivos e mansões que marcaram gerações anteriores de jogadores.

A tendência também se reflete entre familiares e companheiras dos atletas. Durante o torneio, modelos icônicos da marca francesa Hermès se transformaram em protagonistas dos looks exibidos nas arquibancadas e nas redes sociais. Entre os destaques está a Kelly Mini, considerada uma das bolsas mais desejadas do mundo da moda.

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Alguns modelos da marca vistos nos bastidores do torneio chegam a custar valores comparáveis aos de carros de luxo, reforçando como a moda e os artigos exclusivos se tornaram parte da identidade dos atletas fora dos gramados.

Haaland e Neymar gostam de bolsas de luxo

Entre os exemplos mais emblemáticos dessa tendência está Erling Haaland. Segundo reportagens da imprensa internacional, o atacante da seleção da Noruega possui uma coleção de bolsas de luxo avaliada em milhões de reais, incluindo modelos raros da grife Hermès, considerados alguns dos itens mais exclusivos e disputados do mercado global.

Neymar, por exemplo, foi fotografado em diversas viagens carregando malas e bolsas da Louis Vuitton, enquanto jogadores da Seleção Brasileira chamaram atenção ao desembarcarem nos Estados Unidos com acessórios de grifes internacionais.

Regras da FIFA influenciam até a escolha das bolsas

O impacto dos acessórios de luxo na Copa chegou a um ponto curioso: as normas de segurança da FIFA influenciaram diretamente as escolhas de moda das acompanhantes dos jogadores.

As regras para entrada nos estádios limitaram o tamanho das bolsas permitidas, o que inviabilizou modelos tradicionais e levou influenciadoras e familiares de atletas a optarem por versões menores de bolsas de luxo. A mudança transformou determinados modelos em verdadeiros objetos de desejo durante o torneio.

Especialistas apontam que a exposição desses itens vai além da estética. A associação entre jogadores e marcas de luxo movimenta contratos milionários e fortalece o posicionamento comercial dos atletas.

Cristiano Ronaldo pela seleção de Portugal às vésperas da decisão na Liga das Nações
Fifa limitou o tamanho das bolsas permitidas nesta Copa do Mundo (Foto: Reprodução/Portugal)

A Copa do Mundo, por reunir audiência global e enorme cobertura midiática, tornou-se uma das principais vitrines para esse mercado. Cada aparição pública pode gerar milhões de visualizações nas redes sociais e impulsionar o valor de produtos e marcas associadas aos jogadores.

Ao mesmo tempo, o fenômeno reforça uma mudança cultural no futebol contemporâneo. Os atletas são cada vez mais vistos como celebridades globais, capazes de influenciar tendências de consumo, comportamento e estilo de vida muito além do esporte.

Se no passado os debates giravam apenas em torno de gols, escalações e títulos, hoje a Copa do Mundo também movimenta os mercados da moda, do luxo e do entretenimento.

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