Entenda o cenário da SAF do Botafogo após suspensão de poderes da Eagle Bidco
Gestão de Textor entende que Eagle/Ares asfixiou clube por foco no Lyon e para conseguir deságio em dívidas

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A Justiça do Rio de Janeiro emitiu despacho na última terça-feira (28) mantendo Durcesio Mello como diretor da SAF do Botafogo em meio ao afastamento de John Textor por decisão do Tribunal Arbitral da FGV. A medida foi muito celebrada nos corredores da SAF durante e após a partida contra o Independiente Petrolero, pela Sul-Americana.
+ Justiça tira poderes da Eagle e mantém Durcesio no comando do Botafogo
Na visão da cúpula que comanda o futebol do Botafogo, foi uma grande vitória jurídica. Não por John Textor, mas sim pelo futuro da SAF, que busca equilibrar as contas e sair da asfixia financeira.
Além de manter Durcesio, o Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) também tirou todos os poderes da acionista majoritária Eagle Bidco. Com isso, o Botafogo Social, dono de 10% das ações e único acionista legal na operação, tem a centralização das tomadas de decisão quanto ao futuro societário, podendo aceitar propostas de novos investidores e entrada de capital – algo que vinha sendo barrado pela Eagle, em comando do fundo de investimentos Ares.

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Próximos passos do Botafogo
Durcesio Mello, agora, terá dez dias para convocar uma Assembleia Geral para escolha ou não de seu nome na cadeira de diretor-geral. A expectativa é que isso não demora devido ao cenário de urgência.
Internamente, conforme ouviu a reportagem do Lance!, a SAF vê que a relação cair de três partes para duas – no caso SAF e Social – facilita no diálogo. O entendimento é de que a Ares, vendo a dívida do Lyon com o Botafogo por repasse de verba na estrutura de caixa único, focou suas atenções no clube francês e asfixiou o Alvinegro atrás de deságio. Correm na Justiça processos movidos pela SAF que cobram mais de R$ 700 milhões.
Do outro lado, o Botafogo Social, presidido por João Paulo Magalhães Lins, está disposto a ouvir e se movimenta para apresentar propostas de novos investidores. Sabe-se que a GDA Luma Capital é um nome forte, justamente pelo empréstimo inicial de 25 milhões de dólares, condicionado a um segundo no mesmo valor para diluição societária e sua entrada como acionista, o que era desejado por John Textor. Outra opção é o empresário estadunidense também aparecer com outra alternativa, mas sem a estrutura de multiclubes e com demais parceiros comerciais.
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