Brasil coleciona erros no fim e perde para os Estados Unidos na VNL
Seleção termina a fase classificatória em terceiro e aguarda definição do adversário nas quartas

Em duelo direto pela liderança da Liga das Nações de Vôlei Feminino, o Brasil foi derrotado pelos Estados Unidos por 3 sets a 0, com parciais de 26/24, 25/22 e 25/16, e encerrou sua campanha na fase classificatória na terceira posição. A partida foi realizada na madrugada deste domingo (12), em Osaka, no Japão.
Após garantir a classificação para a fase final antecipadamente, o plano de dar rodagem ao elenco foi alterado pelo técnico José Roberto Guimarães com o revés inesperado para a Tailândia. Jogadoras do plantel titular, como Ana Cristina, Julia Bergmann e Julia Kudiess, tiveram que voltar à ação no último compromisso da primeira fase para colocar a equipe em condições de disputar a liderança.
Apesar de contar novamente com força máxima, o Brasil não foi páreo para o sistema agressivo de jogo das norte-americanas, que tiveram amplo controle e forçaram 15 erros adversários. No terceiro set, os Estados Unidos chegaram ao match point após marcar sete pontos seguidos.
Além da derrota, o time verde-amarelo perdeu Julia Kudiess no início do segundo set, após a central pisar em Ana Cristina e torcer o pé esquerdo em uma tentativa de bloqueio. Ainda não há informações sobre a gravidade da lesão.
➡️ Tudo sobre os esportes olímpicos agora no WhatsApp. Siga o nosso novo canal Lance! Olímpico
➡️ Veja os lances de Brasil x EUA na Liga das Nações de Vôlei Feminino
Destaques da partida
Skinner e Thompson foram as protagonistas dos Estados Unidos, marcando 21 e 16 pontos, respectivamente. Pelo lado brasileiro, a maior pontuadora foi a ponteira Ana Cristina, com 16 acertos.
Na tabela
Os Estados Unidos assumem o topo da classificação da VNL, com 10 vitórias e saldo de sets superior ao da Itália, segunda colocada. O Brasil vem logo atrás das duas seleções, com nove vitórias.
Próximo compromisso
A fase final da VNL acontecerá entre os dias 22 e 26 de julho, em Macau, na China. A Seleção Brasileira aguarda os próximos resultados e a definição do chaveamento para conhecer seu adversário nas quartas de final.

Como foi o jogo?
1º SET
O retorno das titulares surtiu efeito imediato para o Brasil, que abriu 8 a 3 levando ampla vantagem nos bloqueios e proporcionando alto volume na defesa. Os Estados Unidos se recuperaram nas passagens de Eggleston e Rettke pelo saque, que criaram dificuldades para a recepção brasileira, e viraram no 13 a 12.
Ana Cristina e Rosamaria passaram a jogar mais marcadas e encontraram menos espaços diante de um fortalecido sistema de bloqueio norte-americano, que amortecia as bolas para Skinner e Thompson finalizarem os contra-ataques. Assim, mantendo a agressividade no saque, os EUA criaram condições para sair na frente, fechando o set na bola de cheque após erro de passe de Marcelle: 26 a 24.
2º SET
Após torcer o pé esquerdo na aterrissagem do bloqueio, Julia Kudiess deixou a quadra ainda no início da parcial e deu lugar a Lorena. Apesar da perda, o Brasil não deixou o ritmo cair e manteve a disputa nivelada, abrindo 17 a 14 com atuações de destaque de Julia Bergmann e Rosamaria.
Na passagem de Eggleston pelo saque, os EUA reassumiram o controle do jogo e viraram para 18 a 17. Zé Roberto promoveu as entradas de Macris e Natinha, o que não foi o suficiente para segurar o ímpeto ofensivo dos Estados Unidos. Com Skinner e Thompson alternando os golpes entre técnica e força, as americanas foram superiores e venceram mais um set: 25 a 22.
3º SET
O último set foi um verdadeiro atropelo dos Estados Unidos. O Brasil não soube administrar a boa e rara vantagem que abriu no 13 a 10, se rendendo novamente ao estilo agressivo e imponente do conjunto americano, que ficou ainda mais fortalecido com a entrada de Ogbogu. A central se destacou ao lado da companheira de posição, Rettke, na reta final.
Com pleno domínio do jogo, as americanas aproveitaram os erros sucessivos do Brasil, fizeram sete pontos seguidos e alcançaram o match point. Julia Bergmann reverteu o primeiro, mas depois Skinner fechou o placar: 25 a 16.
Tudo sobre

Vôlei
Tifanny expõe indignação com banimento pela CBV: 'Não sou bandida'
Há 18 horas
Mais Esportes
CBV lança Superliga 26/27 na COB Expo com ídolos do vôlei; entenda
Há 21 horas
Vôlei
Herdeiros de Zé Roberto: quem assume a Seleção feminina pós-LA 2028?
Há 1 dia
Vôlei
Carolana, do vôlei, revela ter superado câncer: 'Momentos desafiadores'
Há 2 dias
Mais Esportes
Prêmio Isabel Salgado investirá R$ 975 mil em projetos de nove modalidades
Há 3 dias
Vôlei
'Reforço' do Fluminense revela aprendizado com lesão: 'Saber valorizar'
Há 3 diasMais LANCE!

Ivete Sangalo, Anitta e Luan Santana: o sonho de Rosamaria para NFL

Gabi Guimarães é vice no primeiro torneio com Conegliano após Seleção

Simone Lee exalta 'luta' do Sesc Flamengo pelo título da Copa Supervôlei

Adenízia lamenta 'baixa de guarda' do Praia Clube contra Sesc Flamengo

Promessa do Sesc Flamengo entra e muda final: 'Não tem fórmula mágica'

De virada, Sesc Flamengo bate Praia Clube e é campeão da Copa Supervôlei

Veja os lances do título do Sesc Flamengo sobre o Dentil Praia Clube na Copa Supervôlei

Praia Clube x Sesc Flamengo na 'final' da Copa Supervôlei: horário e onde assistir

Lorena comenta potencial rivalidade em Sesc Flamengo x Praia Clube

Vale taça! Sesc Flamengo e Praia Clube duelam pela Copa Supervôlei neste sábado

Com 'bagagem' de Seleção, Sabrina estreia pelo Praia Clube

Natinha explica dispensa da Seleção Brasileira: 'Melhor escolha'

Fluminense x Praia Clube marca 'Lei do Ex' na Copa Supervôlei
