Nível de esperança pelo Hexa alcança maior nível desde 2023
Estudo detalha o crescimento na confiança do torcedor antes do duelo decisivo contra a Noruega

O Brasil entra em campo neste domingo (5), às 17h (horário de Brasília), contra a Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, em meio a uma crescente onda de otimismo entre os torcedores que acreditam na conquista do Hexa. Segundo levantamento realizado pela Quaest e encomendado pela Ambev, a confiança no sexto título mundial atingiu o maior patamar desde abril de 2023.
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Esperanças aumentam pelo Hexa
De acordo com a pesquisa, o otimismo dos torcedores em relação ao Hexa da Amarelinha vinha em queda nos últimos três anos, período em que 55% dos brasileiros acreditavam na conquista da sexta estrela, em 2023. O índice atingiu seu menor nível em 2024, registrando apenas 28% de respostas positivas.
A melhora no desempenho da Seleção Brasileira, a chegada de Carlo Ancelotti ao comando técnico, a sequência de vitórias e o ganho de confiança durante a Copa do Mundo mudaram esse cenário. O levantamento, realizado até o encerramento da fase de grupos, aponta que 56% dos brasileiros atualmente acreditam que a equipe sairá vitoriosa deste Mundial.
Para fins de comparação, em maio deste ano, apenas 42% confiavam no Hexa, enquanto 58% não viam chances de título. Portanto, houve um crescimento de 14% em pouco mais de dois meses na esperança dos torcedores com a Amarelinha.
— Existe um momento exato em que o ceticismo do brasileiro quanto à Seleção Brasileira dá lugar à paixão pelo futebol, e nós aqui na Quaest capturamos esse ponto de virada. Em nossa mais recente investigação em parceria com a Brahma, os dados revelam que o clima de Copa do Mundo não é apenas um evento no calendário, mas uma força cultural inevitável que inverteu os índices de engajamento em poucos meses. Pela primeira vez em mais de três anos, a crença no Hexa supera a descrença, impulsionada por uma geração jovem que, motivada pelo sonho de acompanhar o primeiro triunfo do Brasil, injeta otimismo no mercado e por um público que, mesmo sem acompanhar futebol no dia a dia, foi seduzido pelo hype do Mundial — comenta Nathália Porto, Diretora de Inteligência de Mercado da Quaest.
Como melhorou o nível de confiança?
A retomada foi liderada pelos jovens da Geração Z e pelo público masculino. Em relação ao recorte de idade, o otimismo é generalizado entre os mais jovens, com 4 em cada 5 pessoas de 18 a 24 anos, em especial, os adultos que não assistiram à conquista do Penta, acreditando na conquista do hexacampeonato. Em outras palavras, isso representa 80% dos entrevistados na faixa etária.
Entre os homens, o percentual dos que acreditam na conquista do Hexa passou de 40%, em maio de 2025, para 60% em junho de 2026, invertendo um cenário de desesperança para otimismo na conquista. Entre as mulheres, a confiança também cresceu, de 44% para 51%, ultrapassando pela primeira vez a descrença, que caiu de 56% para 49%.
Nesse sentido, a Ambev também buscou melhorar a esperança entre a torcida brasileira e, desde 2025, vem desenvolvendo o movimento "Tá Liberado Acreditar". Em nome da Brahma, a marca lançou um filme com o nome da campanha, estrelado por Ronaldo Fenômeno e Carlo Ancelotti.
— Quando lançamos o movimento 'Tá Liberado Acreditar', queríamos lembrar que acreditar sempre fez parte da história do futebol brasileiro, mesmo em um momento em que 73% da população não acreditava na conquista do Hexa. A evolução da confiança dos torcedores ao longo da Copa mostra que esse sentimento voltou a ganhar espaço. A Seleção representa muito mais do que resultados: ela desperta orgulho, pertencimento e a capacidade de unir milhões de pessoas em torno de uma mesma paixão. Assim como o futebol é parte da cultura, na Copa o bar é o estádio oficial do brasileiro e é justamente essa conexão entre celebração e identidade nacional que Brahma busca fortalecer, sempre com moderação — afirma Felipe Cerchiari, diretor de Marcas Core da Ambev.
Sobre a pesquisa
O levantamento foi encomendado pela Brahma e realizado pela Quaest entre os dias 25 e 26 de junho de 2026, com 2.000 brasileiros de 18 anos ou mais. A pesquisa utilizou metodologia mista, combinando entrevistas presenciais (F2F) e Random Digital Fishing (RDF), tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais e 95% de nível de confiança. A amostra foi calibrada com base nos dados do Censo 2022 e da PNAD Contínua 2024 (IBGE).

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