Defesa do Brasil supera possíveis rivais da segunda fase da Copa do Mundo

Seleção sofreu apenas um gol na fase de grupos

PorFernanda GondimRio de Janeiro (RJ)
25/06/2026 15:37
Gabriel Magalhães, Alisson, Marquinhos e Fabinho celebram vitória do Brasil
Gabriel Magalhães, Alisson, Marquinhos e Fabinho celebram vitória do Brasil(Foto: REUTERS/Paul Childs)

A Seleção Brasileira encerrou sua participação na fase de grupos da Copa do Mundo com um dos sistemas defensivos mais eficientes do torneio. Líder do Grupo C, o Brasil agora aguarda a definição do Grupo F para conhecer seu adversário nos 16 avos de final. Entre os possíveis rivais estão Holanda, Japão e Suécia, seleções que, apesar de contarem com jogadores de destaque no futebol europeu, apresentaram desempenho defensivo inferior ao da Seleção Brasileira.

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A tendência é que a Holanda confirme a liderança da chave na última rodada diante da já eliminada Tunísia. Com isso, Japão e Suécia devem disputar diretamente a segunda colocação do grupo. Uma das duas seleções enfrentará o Brasil na próxima fase.

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Independentemente de quem seja o adversário, os números mostram uma vantagem brasileira quando o assunto é consistência defensiva. Em três partidas disputadas, a Seleção sofreu apenas um gol e terminou dois jogos sem ser vazada. Nenhum dos possíveis adversários conseguiu repetir esse desempenho.

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A Holanda sofreu três gols, o Japão foi vazado duas vezes e a Suécia apresentou os números mais preocupantes entre os candidatos ao confronto com o Brasil, tendo sofrido seis gols. As três equipes jogaram apenas dois jogos e fazem o último pela fase de grupos nesta quinta-feira (25).

A Holanda atua com uma linha de quatro formada por Van de Ven, do Tottenham, Van Dijk, do Liverpool, Van Hecke, do Tottenham, e Dumfries, da Inter de Milão. Uma defesa qualificada individualmente, mas que ainda não conseguiu passar um jogo sem sofrer gols.

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O Japão utiliza um sistema com três zagueiros, formado por Ito, do Bayern de Munique, Itakura, do Ajax, e Tomiyasu, também do Ajax. A Suécia segue modelo semelhante, apostando em Lindelöf, do Aston Villa, Isak Hien, da Atalanta, e Lagerbielke, do Braga.

Do lado brasileiro, a linha defensiva tem funcionado com quatro jogadores. Douglas Santos, do Zenit, Gabriel Magalhães, do Arsenal e Marquinhos, do PSG, foram titulares em todos os jogos da Copa. Na lateral esquerda está ainda a incerteza. Ibañez, do Al-Ahli e Danilo, do Flamengo, já jogaram na posição.

O Brasil chega ao mata-mata respaldado por uma das melhores campanhas sem a bola entre as seleções classificadas.

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Matheus Cunha celebra o terceiro gol do Brasil sobre a Esócia (Foto: CHANDAN KHANNA / AFP)
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