De Vini Jr a Raphinha: o ranking da Seleção após dois jogos
Lance! mostra como está o desempenho dos convocados na fase de grupos da Copa

FILADÉLFIA, PA (EUA) - A Seleção Brasileira chega à última rodada da fase de grupos na liderança do Grupo C da Copa do Mundo de 2026. O Brasil soma quatro pontos, mesma pontuação do Marrocos, mas leva vantagem no saldo de gols. A Escócia aparece na terceira posição com três pontos, enquanto o Haiti ainda não pontuou. Em duas partidas, Carlo Ancelotti já utilizou 20 dos 26 convocados, ampliando o leque de observações e opções para a sequência do torneio.
Com base no desempenho até aqui, o Lance! montou o ranking das atuações brasileiras, mostrou quem assumiu protagonismo, quem cresceu durante a competição e quem ainda busca o melhor futebol.
Os protagonistas da Copa

Vini Jr.
O melhor jogador do Brasil até aqui. Dois gols, dois prêmios de melhor em campo e atuações decisivas contra Marrocos e Haiti. Assumiu a responsabilidade técnica da equipe e finalmente parece viver sua versão mais dominante com a camisa da Seleção. É o principal nome do time de Ancelotti neste Mundial.
Bruno Guimarães
O cérebro do meio-campo brasileiro. Marca, organiza, distribui o jogo e dita o ritmo da equipe. Tem sido o jogador mais regular da competição e confirma por que é uma das grandes referências do treinador italiano.
Douglas Santos
Uma das maiores surpresas positivas. Ganhou a vaga de titular antes da estreia e respondeu com atuações seguras e consistentes. Forte defensivamente e participativo no apoio ao ataque, virou peça importante do sistema.
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Muito bem, e em alta

Marquinhos
Regularidade absoluta. Seguro nos duelos, eficiente nas coberturas e cada vez mais líder dentro de campo. O capitão transmite tranquilidade ao sistema defensivo.
Matheus Cunha
Começou a Copa no banco, retomou a titularidade contra o Haiti e respondeu com dois gols. Sua movimentação, pressão sem bola e intensidade ajudam a explicar a confiança de Ancelotti no atacante.
Alisson
Foi exigido na estreia e fez boa defesa no fim diante do Marrocos. Apareceu quando o Brasil mais precisou diante do Haiti. Fez duas defesas difíceis e teve papel importante para preservar o saldo de gols da equipe no Grupo C.
Danilo
Entrou no segundo tempo contra o Marrocos e resolveu um problema defensivo. Desde então não saiu mais do time. Passa segurança, experiência e ainda participa das construções ofensivas.
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Cresceram durante a Copa

Casemiro
Teve uma estreia abaixo do esperado, pareceu travado diante do Marrocos. Contra o Haiti, mostrou reação imediata, recuperando a força na marcação e a qualidade na saída de bola.
Gabriel Magalhães
Começou a Copa com erro importante no gol marroquino, mas respondeu com personalidade. Foi seguro diante do Haiti e retomou o nível apresentado pelo Arsenal na reta final da temporada.
Lucas Paquetá
Saiu muito pressionado da estreia após uma atuação ruim. Evoluiu bastante na segunda rodada e participou mais da criação ofensiva da equipe.
Fabinho
Entrou bem na estreia e aumentou a competitividade do meio-campo. Mostrou que pode ser alternativa importante, especialmente com Casemiro pendurado.
Pouco tempo, mas boas credenciais

Éderson
Entrou diante do Haiti e mostrou personalidade. Não comprometeu e ainda apareceu como elemento de apoio ofensivo.
Endrick
Poucos minutos, mas intensidade máxima. Marcou um gol anulado por impedimento e deixou a impressão de que está pronto para ganhar mais espaço.
Gabriel Martinelli
Participação curta, mas manteve o padrão de entrega que o credencia como opção confiável para Ancelotti.
Danilo Santos
Teve poucos minutos, porém segue valorizado internamente pela comissão técnica.
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Ainda sem conseguir mostrar muito

Rayan
Entrou após a lesão de Raphinha. Sentiu a estreia em Copa do Mundo, mas cumpriu a função tática exigida pelo treinador. Pode subir de produção após a primeira experiência em Mundiais.
Luiz Henrique
Recebeu poucos minutos contra o Marrocos e praticamente não conseguiu influenciar o jogo.
Igor Thiago
A estreia não foi boa. Tem características interessantes como referência de área, mas ainda não conseguiu transformar isso em produção efetiva na Copa do Mundo.
Ibañez
Surpreendeu ao aparecer entre os titulares contra o Marrocos, mas demonstrou nervosismo. Levou cartão amarelo cedo, correu riscos e acabou perdendo espaço para Danilo na sequência.
Ficou devendo

Raphinha
Não conseguiu reproduzir o futebol apresentado no Barcelona e teve dificuldades nas duas partidas disputadas na Copa. Para piorar, deixou o campo lesionado contra o Haiti e pode desfalcar a equipe na sequência da competição.
O retrato da Seleção após duas rodadas
Se a Copa começou com dúvidas sobre o encaixe do time de Carlo Ancelotti, os dois primeiros jogos já ajudaram a definir algumas hierarquias. Vini Jr assumiu o protagonismo esperado, Bruno Guimarães virou o motor da equipe e Matheus Cunha aproveitou a oportunidade para recolocar pressão na disputa por posição.
Ao mesmo tempo, jogadores experientes como Casemiro e Danilo cresceram durante a competição, enquanto Raphinha perdeu espaço e ainda sofreu uma lesão na coxa direita. Com 20 atletas já utilizados e apenas seis ainda sem estrear, Ancelotti mostra que pretende manter todo o elenco envolvido na caminhada brasileira em busca do hexacampeonato.
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