Último confronto entre Brasil x Japão teve falha defensiva e virada histórica; relembre
Seleção tomou virada inédita após abrir vantagem de dois gols de vantagem

No último embate contra o Japão, o Brasil viveu uma jornada para esquecer no dia 14 de outubro. Em um amistoso em Tóquio, a equipe de Carlo Ancelotti sofreu uma pane defensiva e acabou derrotada de virada pelo placar de 3 a 2. Naquela tarde, a Seleção Brasileira dominou o primeiro tempo, abrindo boa margem, mas desmoronou no segundo tempo ao conceder três gols em um intervalo de apenas 20 minutos.
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Aquela derrota carregou marcas inéditas e negativas para a Amarelinha:
- Foi a primeira derrota da história do Brasil para o Japão.
- A Seleção nunca havia perdido uma partida (oficial ou amistosa) após estar vencendo por 2 a 0.
- Foi a primeira vez que a meta brasileira buscou a bola no fundo da rede mais de uma vez sob a gestão de Ancelotti.
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Como foi a partida entre Brasil e Japão?
O início do confronto foi de estudo, com o Brasil penando para furar a marcação japonesa. Aos 21 minutos, o susto inicial: Ueda desviou chute de Minamino e tirou tinta da trave do goleiro Hugo Souza. A resposta verde-amarela foi cirúrgica. Quatro minutos depois, Bruno Guimarães tabelou com Lucas Paquetá e serviu o lateral Paulo Henrique, que bateu na saída do goleiro para abrir o placar. Aos 31, Paquetá distribuiu assistência de cavadinha para Gabriel Martinelli ampliar: 2 a 0.

Toda a solidez virou fumaça na volta do intervalo. Com mais testes promovidos por Ancelotti, o meio de campo perdeu consistência e a defesa bateu cabeça. Aos 6 minutos, o zagueiro Fabrício Bruno errou um passe curto na própria área e deu a bola de presente para Minamino descontar.
O gol inflamou os mais de 44 mil torcedores presentes. Sem Bruno Guimarães em campo, o Brasil foi dominado. Aos 16, Nakamura venceu a defesa e empatou. A virada dos Samurais Azuis veio aos 25 minutos, quando Ueda superou Lucas Beraldo na disputa aérea e garantiu o resultado histórico.

Quem daquele jogo sobrou na lista da Copa de 2026?
A fragilidade defensiva daquele dia provocou mudanças profundas. A linha de zaga titular, que cometeu as falhas decisivas em Tóquio, foi completamente desfeita pela comissão técnica: nenhum jogador do setor defensivo daquela partida foi convocado para disputar a Copa do Mundo de 2026.

Do grupo que esteve em campo naquela virada, apenas sete atletas conseguiram vaga na lista final do Mundial. São eles:
- Meio-campistas: Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá.
- Atacantes: Vinicius Junior, Luiz Henrique, Gabriel Martinelli e Matheus Cunha.
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