São Paulo terá reencontro com torcida às vésperas de dia histórico e com pressão
Tricolor terá dias decisivos pela frente

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O São Paulo se prepara para dias intensos em duas frentes distintas, mas que acabam se cruzando. Nesta quinta-feira (15), o Tricolor recebe o São Bernardo no Morumbis, no reencontro com a torcida em 2026. Já na sexta-feira, o clube viverá um dia potencialmente histórico, com a votação do pedido de impeachment do presidente Julio Casares.
A pressão das arquibancadas cresce em ritmo acelerado. Dentro de campo, a confiança foi abalada após a derrota por 3 a 0 para o Mirassol, na estreia do Campeonato Paulista, no estádio José Maria de Campos Maia. Mesmo com expectativa de bom público, o ambiente promete ser de cobrança.
O São Paulo não atua no Morumbis desde outubro do ano passado, quando encerrou a temporada mandando seus jogos na Vila Belmiro. Ainda assim, mesmo longe de casa, os protestos contra a gestão Casares seguiram presentes. E o cenário não deve ser diferente nesta quinta. Torcidas organizadas já sinalizaram manifestações antes e durante a partida.
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No campo político, o clima é ainda mais pesado. Após semanas marcadas por denúncias, investigações e repercussões negativas, o clube pode viver um episódio inédito em sua história: a destituição de um presidente por meio de impeachment. Apesar de renúncias ao longo dos anos, nenhum mandatário do São Paulo deixou o cargo dessa forma.
Para a sexta-feira, inclusive, protestos de maior escala também estão sendo convocados. Assim, mesmo com o discurso de Hernán Crespo em tentar blindar o elenco e separar futebol e política, o ambiente que cerca o clube é de pressão total, dentro e fora de campo.

Veja detalhes sobre a votação do impeachment
Assim como o jogo, o Morumbis também será o palco da votação. As eleições estão sendo polêmicas e também passaram por mudanças. Antes, o processo previa quórum presencial de 75%, exigia também 75% dos votos favoráveis ao impeachment, o que correspondia a 192 votos, e não permitia votação online. Agora, o quórum presencial segue sendo de 75%, mas a aprovação do impeachment passa a exigir dois terços do total de conselheiros, totalizando 171 votos favoráveis, além da autorização para a realização de votos de forma online.
A reunião de sexta-feira (16) acontecerá no salão nobre do Morumbis. Caso a votação seja maioria, conforme as regras previstas, Casares é afastado do cargo, enquanto Harry Massis assume. Do contrário, o caso é arquivado.
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