Conselheiro pede afastamento de presidente do São Paulo
Presidente foi alvo de conselheiro

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Harry Massis, presidente do São Paulo, se tornou alvo de um pedido de expulsão assinado pelo conselheiro Carlos Henrique Sadi. A reapresentação foi encaminhada para o Conselho Deliberativo e à Diretoria Executiva.
Entre os argumentos, alguns pontos estão sendo listados. Sadi indica eventuais inconsistências na formação do Conselho de Administração. De acordo com a justificativa, o órgão não estaria cumprindo a exigência estatutária de ter, ao menos, três membros independentes. A ideia é que, do jeito que está, as decisões do Conselho podem não ser válidas. Por isso, o pedido sugere cancelar medidas recentes e tomar ações rápidas para colocar tudo dentro das regras.
Além disso, o texto pede uma investigação para saber se houve má gestão por parte do presidente, o que acaba aumentando ainda mais a disputa política nos bastidores do clube.

Massis pediu afastamento de Olten Ayres
Harry Massis, presidente do São Paulo, protocolou na noite da última quinta-feira (23) um pedido de expulsão de Olten Ayres, que preside o Conselho Deliberativo do clube.
O pedido, como manda o protocolo, foi recebido pelo próprio Olten. Agora, deve ser encaminhado para a Comissão de Ética, que analisará a representação. Dependendo a interpretação, o presidente do Conselho terá direito de apresentar sua defesa e, em seguida, a eventual exclusão do quadro de associados será submetida à votação entre os conselheiros - como aconteceu recentemente em casos como de Mara Casares e Douglas, envolvidos no caso dos camarotes.
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Entenda o que motivou esta reação de Massis
O Lance! apurou que a movimentação não era esperada, mas foi motivada após algumas divergências entre Massis e Olten envolvendo uma reforma estatutária no clube. Em dezembro, ainda com Julio Casares na gestão, o ex-presidente pediu uma proposta de alteração no estatuto.
Dois pontos foram citados. O primeiro diz respeito a trazer o fim do quórum qualificado para a criação de uma SAF no São Paulo. Outra questão envolve separar a parte social do futebol no clube. Essas ideias precisam passar pela Comissão Legislativa, e a partir daí, são avaliadas e repassadas ao Conselho Deliberativo. Se as ideias são aprovadas, a votação passa a ser dos sócios.
No meio do processo, em 30 de março, Olten Ayres criou uma Comissão de Reforma Estatutária para discutir mudanças mais amplas no estatuto, com prazo até 15 de maio para apresentar propostas. Pelas regras, há um prazo de 30 dias para que a Comissão Legislativa se manifeste. Por isso, o parecer anterior acabou sendo desconsiderado.
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