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Corinthians 2 x 0 Atlético-MG no Brasileirão 2009; Dentinho e Boquita decidem no Pacaembu

Pratas da casa brilham, e Timão faturou os três pontos diante do Galo em SP.

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Lance!
São Paulo (SP)
Dia 24/05/2026
07:12
O atacante Dentinho e o jovem meia Boquita celebram os gols na grande vitória do Corinthians por 2 a 0 sobre o Atlético-MG, diante de mais de 21 mil loucos do bando no Pacaembu. (Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians)
imagem cameraO atacante Dentinho e o jovem meia Boquita celebram os gols na grande vitória do Corinthians por 2 a 0 sobre o Atlético-MG, diante de mais de 21 mil loucos do bando no Pacaembu. (Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians)

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Corinthians venceu o Atlético-MG por 2 a 0 no Brasileirão 2009.
Dentinho e Boquita marcaram os gols, destacando-se como jovens promessas.
A vitória consolidou o trabalho de Mano Menezes e a profundidade do elenco.
Resumo supervisionado pelo jornalista!

O ano de 2009 foi de pura redenção e celebração para o Sport Club Corinthians Paulista. Após conquistar o Campeonato Paulista e a Copa do Brasil no primeiro semestre do futebol nacional sob o comando de Ronaldo Fenômeno, o clube paulista utilizava a competição nacional para consolidar seu elenco e testar novas variações táticas. Na tarde daquele domingo, 16 de agosto de 2009, o tradicional Estádio do Pacaembu abriu seus portões para um dos clássicos mais movimentados do segundo turno daquela temporada. O Lance! relembra Corinthians 2 x 0 Atlético-MG no Brasileirão 2009.

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O Timão, liderado pelo técnico Mano Menezes, recebeu o forte e ofensivo Atlético-MG de Celso Roth, que figurava na parte de cima da tabela de classificação e brigava diretamente pela liderança do campeonato. O embate que terminou com o placar de Corinthians 2 x 0 Atlético-MG no Brasileirão 2009 ficou guardado na memória da Fiel torcida pela afirmação das pratas da casa, com gols de Dentinho e Boquita decidindo o confronto.

O equilíbrio inicial e o gol de Dentinho no Pacaembu

O apito inicial do árbitro gaúcho Leandro Pedro Vuaden deu início a um duelo tático muito intenso na capital paulista. Mano Menezes mandou o Corinthians a campo com uma formação modificada, utilizando uma linha de três defensores composta por Chicão, William e Diego, além de dar liberdade para que os jovens Jucilei e Boquita participassem da armação de jogadas ao lado de Elias. O Atlético-MG de Celso Roth apresentava uma postura perigosa, apostando na velocidade de Éder Luís e no faro de gol de Diego Tardelli, que vivia uma fase espetacular na temporada. Nos minutos iniciais, o Galo tentou pressionar a saída de bola corinthiana, mas esbarrou na solidez do goleiro Felipe e na liderança da zaga paulista.

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À medida que o tempo passava, o Corinthians passou a controlar o meio-campo através da dinâmica de Elias e Jorge Henrique, que se movimentavam constantemente pelos lados do campo. O momento de consagração na primeira etapa aconteceu aos 26 minutos. Em uma rápida transição ofensiva pela ponta, a bola foi trabalhada com precisão até encontrar o atacante Dentinho. Cria das categorias de base do clube e xodó da torcida, o camisa 11 infiltrou-se na área defensiva mineira e finalizou com frieza, sem dar chances para o goleiro Bruno, abrindo o placar do confronto Corinthians 2 x 0 Atlético-MG no Brasileirão 2009. O gol inflamou os 21.947 torcedores presentes e obrigou o Atlético-MG a sair mais para o jogo.

O cartão vermelho do Atlético-MG e o gol de Boquita

O baque do primeiro gol afetou visivelmente a organização tática da equipe mineira. O nervosismo se refletiu nas faltas ríspidas, resultando em cartões amarelos para Tchô, Alex Bruno e para o jovem lateral-direito Marcos Rocha. A situação do Galo ficou ainda mais dramática no encerramento da primeira etapa, quando o volante Renan cometeu uma falta violenta e recebeu o cartão vermelho direto de Leandro Pedro Vuaden. Com um jogador a mais em campo, o Corinthians de Mano Menezes desceu para os vestiários com o controle emocional e tático completo da partida, desenhando um cenário ideal para liquidar a fatura na etapa complementar.

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Na volta do intervalo, o Corinthians não deu tempo para o Atlético-MG respirar ou tentar esboçar qualquer tipo de reação tática com as mexidas de Celso Roth. Logo aos 5 minutos do segundo tempo, a rede do Pacaembu voltou a balançar. Em uma belíssima jogada coletiva iniciada na intermediária, o jovem meia Boquita, outra grande promessa revelada pelo Terrão corinthiano, recebeu em ótimas condições na entrada da grande área. Com muita categoria e precisão no arremate, Boquita estufar as redes adversárias para anotar o segundo gol do Corinthians, consolidando o placar que daria números finais ao embate e transformando o estádio municipal em uma verdadeira festa alvinegra.

A administração do resultado e o controle sob o comando de Mano Menezes

Com a vantagem confortável de 2 a 0 no placar e a superioridade numérica dentro das quatro linhas, o Corinthians passou a valorizar a posse de bola de forma inteligente. Mano Menezes aproveitou o cenário favorável para promover alterações na estrutura do time, poupando seus principais atletas e dando ritmo de jogo ao banco de reservas. Ele sacou o capitão William para a entrada de Jean, colocou o volante Moradei na vaga do experiente Edu e promoveu a entrada do meia Marcinho no lugar de Boquita, que deixou o gramado intensamente aplaudido pelas arquibancadas do Pacaembu.

O Atlético-MG, totalmente desorganizado e desgastado fisicamente pelo esforço de jogar com dez homens sob o sol da tarde paulista, pouco conseguiu produzir. O goleiro Bruno sofreu uma lesão e precisou ser substituído por Édson, enquanto Celso Roth tentava oxigenar o ataque com as entradas de Marcos e Rafael Jataí. Contudo, as investidas mineiras paravam no desarmamento implacável efetuado por Jucilei e na segurança demonstrada pelo goleiro Felipe. O tempo passava e o Corinthians apenas gastava o relógio com inteligência, fazendo a bola girar de pé em pé e arrancando gritos de "olé" de sua torcida até o apito final.

O impacto de Corinthians 2 x 0 Atlético-MG no Brasileirão 2009 na classificação

O triunfo categórico diante de seu torcedor teve um valor imenso para o moral do elenco corinthiano naquele período da temporada. A vitória no jogo Corinthians 2 x 0 Atlético-MG no Brasileirão 2009 serviu para comprovar a profundidade do elenco montado pela diretoria, mostrando que o time mantinha o alto nível competitivo mesmo com a ausência de sua principal estrela, Ronaldo Fenômeno. A grande atuação de Dentinho e a personalidade do jovem Boquita foram amplamente exaltadas pela imprensa esportiva de todo o país, consolidando o trabalho de Mano Menezes como um dos mais consistentes do Brasil.

Para o Atlético-MG, o revés na capital paulista significou um duro tropeço em sua caminhada na briga pelas primeiras posições do Campeonato Brasileiro. A equipe de Celso Roth mostrou valentia no início, mas os erros disciplinares e a expulsão precoce custaram caro diante de um adversário maduro e letal nas transições. O histórico confronto de 2009 permanece guardado com carinho na memória afetiva dos torcedores corinthianos como uma tarde perfeita no Pacaembu, onde a força das categorias de base e a inteligência tática ditaram o ritmo de mais uma grande vitória na história do clube paulista.

Ficha técnica - Corinthians 2 x 0 Atlético-MG no Brasileirão 2009

  • Data: 16 de agosto de 2009 (Domingo)
  • Horário: 16h00 (de Brasília)
  • Local: Estádio do Pacaembu, São Paulo (SP)
  • Competição: Campeonato Brasileiro 2009
  • Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS)
  • Público: 19.773 pagantes (total de 21.947)
  • Renda: R$ 602.707,00

Gols:

  • Corinthians: Dentinho (26'/1ºT) e Boquita (5'/2ºT)

Cartões Amarelos:

  • Corinthians: Diego
  • Atlético-MG: Tchô, Alex Bruno, Marcos Rocha, Diego Tardelli

Cartão Vermelho:

  • Atlético-MG: Renan

Escalações:

CORINTHIANS:

Felipe; Chicão, William (Jean) e Diego; Jucilei, Edu (Moradei), Elias, Boquita (Marcinho) e Jorge Henrique; Dentinho e Henrique.

Técnico: Mano Menezes.

ATLÉTICO-MG:

Bruno (Édson); Werley, Alex Bruno e Thiago Cardoso; Marcos Rocha, Renan, Tchô (Marcos), Júnior (Rafael Jataí) e Thiago Feltri; Éder Luís e Diego Tardelli.

Técnico: Celso Roth.

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