Ao L!, Prass elogia Weverton, relembra pênaltis batidos na carreira e cita 'opção' para o gol da Seleção
Ídolo do Palmeiras, goleiro conversou com o LANCE! para falar sobre os momentos na carreira, posição na Seleção Brasileira e batidas de pênaltis ao longo de sua trajetória

Fernando Prass teve uma carreira vitoriosa, com ótimas passagens por grandes clubes brasileiros, como Vasco, Palmeiras e Ceará. Em entrevista ao LANCE!, no evento 'Fala Goleiro', promovido pela marca Poker, o ex-goleiro falou sobre momentos da carreira, teceu elogios a Weverton, arqueiro do Palmeiras e analisou as opções no gol da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo.
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- Acho que se tiver um aumento na lista de convocados, que estão discutindo essa possibilidade, um quarto goleiro poderia ser o João Paulo (do Santos), até pela idade e pelo bom momento que vem na carreira. Mas, se não tiver essa possibilidade, acredito que a Seleção está bem servida com os três que estão sendo chamados pelo Tite - disse Prass.
Vale lembrar que Alisson, do Liverpool Ederson, do Manchester City e Weverton, do Palmeiras, vêm sendo convocados pelo técnico Tite. Inclusive, Prass elogiou o goleiro palmeirense.
- O Weverton é um dos grandes goleiros da história do Palmeiras, tanto pelo profissional, questão de comprometimento, atuação quanto pelas conquistas. É um dos grandes goleiros da história do Palmeiras - disse Prass, que conquistou o bicampeonato do Brasileirão (2016 e 2018), uma Copa do Brasil (2015) e uma Série B (2013), pelo Alviverde.
Na reta final de sua carreira, Fernando Prass ficou conhecido também por bater pênaltis, principalmente em disputas de penalidades máximas. Inclusive, foi num pênalti acertado por ele que o Palmeiras venceu a Copa do Brasil contra o Santos, em 2015. Prass falou sobre isso para a reportagem.
- Foi circunstancial. Eu bati porque o Marcelo Oliveira pedia para os goleiros baterem, isso porque naquele ano tiveram duas disputas de pênaltis, Fortaleza x Coritiba e Botafogo x Fluminense, e nessas disputas, os goleiros precisaram bater. Então, eu comecei a treinar caso precisasse. O time do Palmeiras era novo, pessoal estava chegando. Então, os mais experientes tinham muitas vezes que bater e eu fui. Bati três pênaltis e acertei dois - disse Prass.

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