Reação de Endrick ao saber que não entraria chama atenção: 'Coitado'

Endrick não foi chamado por Ancelotti para atuar na estreia

PorLucas CremoneseSão Paulo (SP)
14/06/2026 09:50

Supervisionado porLeonardo Damico,
Endrick no empate da Seleção Brasileira contra Marrocos (Foto: Alexandre Brum/Agencia Enquadrar/Folhapress)
Endrick no empate da Seleção Brasileira contra Marrocos (Foto: Alexandre Brum/Agencia Enquadrar/Folhapress)

A Seleção Brasileira estreou na Copa do Mundo neste sábado (13), contra a seleção de Marrocos. O jogo acabou empatado em 1 a 1, mas os internautas não gostaram nada da decisão de Ancelotti em não colocar Endrick, do Real Madrid, para jogar.

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Confira também a reação de Endrick quando soube que não seria chamado para entrar no jogo.

Endrick faz postagem nas redes sociais nas vésperas da estreia na Copa do Mundo (Foto: Reprodução / Endrick)
Endrick faz postagem nas redes sociais nas vésperas da estreia na Copa do Mundo (Foto: Reprodução / Endrick)

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Brasil começa mal, e Marrocos abre o placar

O primeiro tempo da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo esteve longe de ser tranquilo. Escalado com Lucas Paquetá pela direita, Vini Jr pela esquerda e a dupla Igor Thiago e Raphinha centralizada, o Brasil sofreu nos minutos iniciais diante de um Marrocos mais intenso e organizado. Os africanos dominaram os dez primeiros minutos, com duas finalizações, uma para fora e outra bloqueada pela defesa brasileira. A primeira boa chegada da equipe de Ancelotti veio em jogada individual de Vini Jr, que venceu a marcação pela esquerda e cruzou para Igor Thiago, mas o atacante não conseguiu cabecear em direção ao gol.

A superioridade marroquina foi premiada aos 21 minutos. Em um lançamento em profundidade, Gabriel Magalhães falhou na tentativa de interceptação e deixou Saibari livre para sair cara a cara e encobrir Alisson para abrir o placar para o Marrocos. Do outro lado, Paquetá fazia um primeiro tempo abaixo do esperado, acumulando erros nas saídas de bola e dificultando a construção ofensiva brasileira.

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Mesmo sem grande atuação coletiva, o Brasil encontrou o empate aos 32 minutos. Bruno Guimarães deu um belo passe para Vini Jr, que dominou, cortou o defensor e bateu colocado para fazer 1 a 1. Já nos acréscimos, Paquetá pareceu despertar na partida ao iniciar uma boa jogada pela esquerda. O meia encontrou Douglas Santos, que cruzou para a área, e o jogador do Flamengo tentou um voleio para virar o placar, mas parou na defesa de Bono. O empate acabou sendo o retrato de um primeiro tempo equilibrado após um início de amplo domínio marroquino.

Brasil melhora, mas não consegue criar chances claras

Depois de um primeiro tempo movimentado, a partida perdeu intensidade na etapa final. O Marrocos já não conseguia repetir a pressão dos minutos iniciais e dava sinais claros de desgaste físico, enquanto o Brasil mantinha mais a posse de bola, mas encontrava enormes dificuldades para transformar o domínio territorial em chances reais de gol. Logo na volta do intervalo, Carlo Ancelotti promoveu duas mudanças por precaução: Casemiro e Ibañez, ambos amarelados, deram lugar a Fabinho e Danilo. Aos 16 minutos, o treinador voltou a mexer na equipe, sacando Lucas Paquetá e Igor Thiago para as entradas de Matheus Cunha e Luiz Henrique. Mesmo com as alterações, a Seleção seguiu esbarrando na forte marcação marroquina. Raphinha, discreto durante os 90 minutos, pouco conseguiu produzir ofensivamente.

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A melhor notícia para o Brasil foi a entrada de Matheus Cunha, que deu mais mobilidade ao ataque. Em uma de suas primeiras participações, o atacante encontrou belo passe para Vini Jr, que avançou e cruzou para a área, mas a defesa africana conseguiu afastar o perigo. Com o passar do tempo, o Brasil aumentou a pressão, mas continuou sem criatividade para abrir a última linha rival. Já nos acréscimos, Danilo Santos teve a melhor oportunidade da etapa final, mas parou em grande defesa de Bono. Do outro lado, o Marrocos também assustou no fim: El Aynaoui arriscou de fora da área e obrigou Alisson a fazer a defesa em dois tempos. Sem brilho e com poucas emoções, o segundo tempo confirmou a queda de ritmo da partida e manteve o empate em 1 a 1 até o apito final.

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