Pentacampeão do mundo critica Paquetá ao lamentar ausência de Alex na Copa
Declaração foi dada em podcast

Em entrevista ao Basticast, o ex-lateral Júnior Nagata, campeão do mundo pelo Brasil em 2002, lamentou a ausência de Alex no elenco e criticou Lucas Paquetá na Seleção atual. O atleta lembrou os feitos dele e do meio-campista pelo Palmeiras e questionou a não convocação do camisa 10 para a Copa do Mundo de 2002. A seleção, na época, era comandada por Felipão.
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No início da sua fala, o defensor disse não lembrar de nenhum atrito entre o treinador e o meia-atacante na época em que trabalhavam no Palmeiras, o que aumentou a sua discordância sobre a ausência do companheiro no elenco de 2002.
— Um dos melhores meias que eu já joguei junto é ele, cara. O que fizemos no Palmeiras ali de 97 até 2000, foi absurdo, cara. Eu e o Alex, no jogo, a gente se procurava. Todos os jogos, cara. A gente decidia jogos direto para o Palmeiras. E o Felipão, pelo amor de Deus, né? Assim... nunca presenciei uma briga, uma coisa com o Alex e com o Felipão ali no Palmeiras, eu nunca vi — iniciou Júnior.
O ex-atleta continuou a sua declaração, revelando que não foi convencido pela justificativa de Felipão sobre a ausência de Alex. Além disso, lamentou que o jogador não tenha disputado uma Copa do Mundo e citou Lucas Paquetá, que está no elenco da Seleção Brasileira no Mundial.
— E aí, na convocação (em 2002), cara, ele (Felipão) não leva o Alex. Pelo que o Alex fez no futebol... hoje tem estátua na Turquia. Esses dias ele (Felipão) deu uma entrevista, né? Aí perguntaram para ele, depois de muito tempo. E eu queria perguntar para ele, mas nunca tive coragem: "Por que o Alex não foi?". Aí ele explicou, porque ele queria um jogador mais defensivo. Não me convenceu, não, né? Não me convenceu. Por que o Alex não disputar uma Copa, cara? Ele e Djalminha... hoje têm que aturar Paquetá — complementou o lateral.
Veja a declaração em vídeo:
Júnior, lateral-esquerdo pentacampeão mundial com a Seleção Brasileira.
— LIBERTA DEPRE (@liberta___depre) June 28, 2026
"O Alex não disputar uma Copa do Mundo, ele, o Djalminha... Hoje tem que aturar o Paquetá"
📽️@Basticast365 pic.twitter.com/MS2ICJUr4Z

Qual a diferença do Brasil do primeiro para o terceiro jogo da Copa?
HOUSTON, TX (EUA) - Da estreia com futebol ruim ao terceiro jogo que devolveu ao torcedor a esperança de brigar pelo Hexa, a Seleção Brasileira teve três mudanças de jogadores e uma de postura. O esquema tático pouco mudou, e nas vezes em que isso aconteceu foi por circunstâncias de jogo. Fato é que nesta segunda-feira (29), diante do Japão, o Brasil de Carlo Ancelotti poderá mostrar definitivamente se é candidato real ao título da Copa do Mundo.
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Será a primeira vez em 16 jogos que Ancelotti poderá repetir a escalação, e tudo indica que o fará. Afinal, o Brasil fez diante da Escócia, na quarta-feira (24), o melhor jogo na Copa do Mundo, mostrando que o treinador, enfim, encontrou a melhor formação.
Três mudanças se mostraram essenciais para que isso acontecesse: improvisado na lateral direita diante do Marrocos, Ibañez deixou o time para a entrada de Danilo nos jogos seguintes; no ataque, Igor Thiago perdeu a posição para Matheus Cunha, que viria a marcar três gols nas duas partidas que encerrariam a fase de grupos; também na frente, Rayan assumiu a vaga do lesionado Raphinha, e o Brasil ganhou um jogador mais agudo pelo lado direito.
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