Monte sua Seleção Brasileira de todos os tempos da Copa do Mundo
É difícil escolher só 11 jogadores entre tantas opções

Montar a Seleção Brasileira ideal com base no histórico das Copas do Mundo é o teste para a capacidade de análise crítica do torcedor. Com cinco títulos mundiais conquistados e dezenas de craques que marcaram época, a tarefa de reduzir quase um século de história a apenas onze titulares exige critérios técnicos bastante rígidos.
Preparamos uma ferramenta interativa para que você escale a sua própria escalação, avaliando o peso de títulos, a quantidade de Mundiais e a importância de cada atleta exclusivamente com a camisa amarelinha em Copas em um 4-4-2 aproximado, já que a evolução tática do futebol não nos permite cravar um esquema único para todas as épocas:
Goleiros
A escolha do camisa 1 da Seleção Brasileira em todas as Copas do Mundo exige ponderar entre diferentes eras vitoriosas do nosso futebol. As opções de voto vão desde Gilmar, o único goleiro titular bicampeão consecutivo (1958 e 1962), passando pela frieza e protagonismo de Taffarel na conquista do tetracampeonato em 1994 e no vice de 1998, até o aproveitamento impecável de Marcos na campanha dos 100% em 2002. Nomes de alta regularidade e presença em múltiplos Mundiais, como Leão e Júlio César, também entram na disputa direta pela vaga de titular.
Laterais-direitos
Na lateral direita, o usuário encontra alguns dos maiores nomes da história do futebol mundial, o que torna o corte bastante difícil. O dilema técnico envolve escolher entre a liderança e a força defensiva do bicampeão Djalma Santos, a plasticidade e o espírito de capitão de Carlos Alberto Torres no histórico esquadrão de 1970, ou a longevidade e o vigor físico de Cafu, o recordista absoluto ao disputar três finais consecutivas de Copa do Mundo entre 1994 e 2002.
Zagueiros
A zaga exige a seleção de uma dupla que combine liderança regulamentar na área com alta qualidade na saída de bola. O torcedor pode optar por resgatar os capitães históricos Bellini (1958) e Mauro Ramos (1962), apostar no senso de posicionamento de Aldair nas campanhas de 1994 e 1998, ou preferir a imposição física e técnica de Lúcio no pentacampeonato de 2002. Nomes de extrema consistência defensiva, como Domingos da Guia e Thiago Silva, aumentam a complexidade da escolha.

Laterais-esquerdos
O lado esquerdo da defesa da Seleção Brasileira apresenta um confronto direto de estilos marcantes da escola brasileira em diferentes épocas. De um lado está Nilton Santos, conhecido como a "Enciclopédia" e pioneiro no apoio ao ataque nas Copas de 1958 e 1962. Do outro, a potência física e os chutes de longa distância de Roberto Carlos em 2002 e Branco em 1994. Correndo por fora, a refinada qualidade técnica de Júnior, destaque em 1982, e Marcelo, na última década, surgem como alternativas táticas refinadas.
Volantes e meias recuados
Aqui temos o primeiro dilema tático. Juntamos volantes clássicos de forte marcação a meias recuados de passe qualificado, que eram muito comuns nos esquemas táticos do passado. É possível selecionar a precisão de passes de Didi, eleito o melhor jogador da Copa de 1958, a inteligência tática de Clodoaldo em 1970 ou a categoria técnica de Falcão em 1982. Para quem prefere maior poder de combate e liderança de vestiário, as figuras de Dunga, capitão em 1994, Mauro Silva e Casemiro são as principais alternativas.
Meias Ofensivos
O setor de criação central apresenta o maior acúmulo de talento da lista, exigindo escolhas dolorosas por parte do torcedor. Enquanto classificamos alguns como camisas 10, outros também podem ser definidos como meia-atacantes. O usuário precisa definir o cérebro da equipe entre o passe milimétrico de Gérson em 1970, a genialidade e o drible curto de Rivellino, ou a plasticidade dos craques da geração de 1982, como Zico e Sócrates. Se o critério principal for a eficiência pura e os gols em momentos decisivos de mata-mata, os nomes de Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho ganham enorme força técnica.
Pontas, Atacantes e Centroavantes
A linha de frente permite desenhar diferentes formações ofensivas com os maiores artilheiros do país no torneio da Fifa. A lista abriga lendas máximas como Pelé, o único jogador tricampeão do mundo, e Garrincha, o protagonista absoluto da Copa de 1962. Para a referência de área ou velocidade, o usuário deve escolher entre o oportunismo cirúrgico de Romário em 1994, o faro de gol e a explosão de Ronaldo Fenômeno nas Copas de 1998 e 2002, ou o volume de jogo de nomes modernos como Neymar e Jairzinho. E você só pode escolher dois aqui.
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