Semifinais da Superliga Feminina ocorrem nesta sexta-feira
Vôlei Nestlé (SP) recebe o Dentil/Praia Clube (MG) e Rexona-Sesc (RJ) encara o Camponesa/Minas (MG)

As duas séries pelas semifinais da Superliga feminina começam nesta sexta-feira, com os dois jogos com transmissão do SporTV. O Vôlei Nestlé (SP) receberá o Dentil/Praia Clube (MG) no ginásio José Liberatti, às 19h, enquanto o Rexona-Sesc (RJ) optou por começar a disputa na casa do Camponesa/Minas (MG), na Arena Minas, em Belo Horizonte (MG), às 21h30.
Motivada por fazer o primeiro jogo em casa, a central do Vôlei Nestlé, Bia, destaca "fator casa".
- A nossa torcida pode ser um diferencial. Temos essa vantagem de iniciar a série em casa e precisamos aproveitar. Os resultados da fase de classificação não contam mais. Agora é semifinal e os times buscam fazer o melhor que podem pensando em uma vaga na decisão. Conhecemos o potencial delas, mas também sabemos do nosso e vamos em busca dessa primeira vitória.
Pelo Dentil/Praia Clube, a ponteiraa Ellen, considerada a melhor do jogo na classificação para as semifinais, afirma estar pronta para ajudar.
- Acho que sou mais uma arma para o Picicin (técnico, Ricardo Picinin), demonstrei que ele pode ter confiança em mim e na equipe inteira. O banco é um outro time muito bom aqui no Praia e isso vai contar na série, até porque o Vôlei Nestlé tem jogadoras reservas tão boas quanto nós temos. É uma série longa, cansativa e que vale a final. Nós estamos com total concentração - disse Éllen.
Com a vantagem de definir a sequência da série, o Rexona-Sesc optou por fazer o primeiro na casa do adversário.
- Vai ser um jogo muito difícil, onde o Minas vem jogando bem e se apoiando bastante na principal jogadora que é a Hooker, mas não podemos deixar de ressaltar também as outras grande jogadoras como Jaqueline, Léia, Mara, Carol com toda sua experiência. Neste primeiro jogo, elas têm a vantagem de estar com toda torcida favor e, baseado nos nossos últimos confrontos, sabemos que vai ser jogo duro e com bastante emoção - afirmou a central Juciely.
Comandante do Camponesa/Minas, Paulo Coco sabe que terá um adversário difícil pela frente.
- O Rexona-Sesc é um time acostumado a disputar finais. Nos últimos quatro anos, eles foram campeões da Superliga. Nesta edição, perderam apenas uma partida. Eles têm todo o favoritismo e é um time a ser batido. Precisamos entrar em quadra com muita atenção e, primeiro, minimizar os erros. Em segundo, temos que ter uma consistência defensiva muito forte. Por fim, temos que ter lucidez e confiança em nossa qualidade técnica.
Nas quartas de final, o Rexona-Sesc passou pelo Pinheiros (SP), o Vôlei Nestlé pelo Fluminense (RJ), o Dentil/Praia Clube pelo Terracap/BRB/Brasília (DF), e o Camponesa/Minas eliminou o Genter Vôlei Bauru (SP).

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