De Zidane a Haaland: os 'nepobabies' que vão disputar a Copa do Mundo de 2026
Thuram, Simeone, Kluivert, Conceição são outros exemplos de filho de astros que já disputaram a Copa

A Copa do Mundo de 2026 reúne algumas das principais estrelas do futebol atual, mas também chama atenção por outro motivo: a presença de uma geração de jogadores que cresceu acompanhando os pais em grandes estádios e agora tenta escrever a própria história no principal torneio do planeta. Entre os convocados estão filhos de campeões mundiais, ídolos de seleções e atletas que já disputaram edições anteriores do Mundial.
Segundo levantamento da Fifa, 27 duplas de pais e filhos já participaram da Copa do Mundo ao longo da história. A edição disputada nos Estados Unidos, México e Canadá tem potencial para ampliar essa lista, impulsionada por nomes que carregam sobrenomes conhecidos do público.
Sobrenomes famosos voltam ao palco mundial
Entre os casos mais emblemáticos está o de Erling Haaland. Principal referência da Noruega, o atacante tenta conduzir sua seleção em um retorno ao Mundial quase três décadas depois da última participação. Seu pai, Alf-Inge Haaland, esteve na Copa de 1994, nos Estados Unidos.
A Argentina também chega ao torneio com dois representantes de famílias conhecidas do futebol local. Giuliano Simeone ganhou espaço na equipe de Lionel Scaloni após se destacar pelo Atlético de Madrid. O atacante é filho de Diego Simeone, capitão da Argentina na Copa de 1998 e presença em três Mundiais. Ao lado dele está Nico Paz, meia revelado pelo Real Madrid e filho de Pablo Paz, ex-zagueiro da seleção argentina e integrante do elenco que disputou a Copa do Mundo de 1998.
Os Estados Unidos apresentam mais de um caso. O meio-campista Sebastian Berhalter tenta repetir o caminho de Gregg Berhalter, que disputou duas Copas antes de também comandar a seleção americana. Já Giovanni Reyna é filho de Claudio Reyna, um dos principais nomes da geração americana dos anos 1990 e 2000.
Outro sobrenome histórico presente no Mundial é Kluivert. O atacante Justin Kluivert chega à competição após boas temporadas no futebol inglês. Seu pai, Patrick Kluivert, marcou época com a camisa da Holanda e participou da Copa de 1998. Portugal também conta com um herdeiro de destaque. Francisco Conceição consolidou espaço na seleção portuguesa e segue os passos de Sérgio Conceição, que representou o país na Copa de 2002.
Na Escócia, o goleiro Angus Gunn segue o legado de Bryan Gunn. Já a Coreia do Sul conta com o lateral Lee Tae-seok, filho de Lee Eul-yong, integrante da histórica campanha sul-coreana em 2002. A Noruega ainda apresenta outro exemplo. O meio-campista Kristian Thorstvedt é filho de Erik Thorstvedt, titular da seleção norueguesa na Copa de 1994.
Alguns dos sobrenomes presentes no torneio carregam um peso ainda maior. É o caso de Luca Zidane, filho de Zinedine Zidane. Embora tenha escolhido defender a Argélia, o goleiro leva consigo a herança de um dos maiores jogadores da história das Copas.

A França também será representada por um herdeiro de campeão mundial. Marcus Thuram integra o elenco francês e segue os passos de Lilian Thuram, um dos símbolos da conquista de 1998. O atacante será o único representante da família no torneio, já que seu irmão, Khéphren Thuram, ficou fora da convocação.
💸 Ganhe 100% em aposta extra até R$100 na Novibet — aproveite somente hoje
*É preciso ter mais de 18 anos para participar de qualquer atividade de jogo de apostas. Jogue de forma responsável.
➡️ Siga o Lance! no WhatsApp e acompanhe em tempo real as principais notícias do esporte
📲 De olho no Lance! e no Futebol Internacional. Todas as notícias, informações e acontecimentos em um só lugar.
Tudo sobre
Sugerida para você!






Mais LANCE!












