Dirigentes da Bolívia são acusados de desviar dinheiro de amistoso do Brasil

Dirigentes da Federação Boliviana de Futebol teriam usado o amistoso entre a Seleção Brasileira e a Bolívia para desviar dinheiro, segundo informações do jornal "O Estado de S. Paulo". O jogo, realizado em Santa Cruz de la Sierra, em abril de 2013, teria a renda usada para ajudar a família do menino Kevin Espada, morto na partida entre San Jose e Corinthians, pela Copa Libertadores.

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Porém, o Ministério Público da Bolívia suspeita que o dinheiro foi parar nas mãos do presidente da Federação Boliviana de Futebol, Carlos Chávez, do secretário-executivo Alberto Lozada e outros funcionários da entidade.

A partida teve uma renda de US$ 550 mil (R$ 1,08 milhão), mas a família ficou com apenas US$ 21,5 mil (R$ 42,4 mil). Isso equivale a 5% do valor arrecadado com os bilhetes. O MP da Bolívia também acusa Chávez de usar o jogo para desviar os recursos dos direitos de transmissão.

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Em 2013, o pai de Kevin, Limbert Beltran, chegou a contar que não havia recebido o dinheiro do amistoso. Há a suspeita que a verba tenha sido depositada em contas fantasmas dos acusados.

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