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Rafaelle relembra final olímpica em reencontro com os EUA: 'Uma revanche'

Zagueira atua no Orlando Pride e voltou a ser convocada por Arthur Elias

Rafaelle durante entrevista coletiva. (Foto: Lívia Villas Boas/CBF)
imagem cameraRafaelle durante entrevista coletiva. (Foto: Lívia Villas Boas/CBF)

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Nos últimos doze anos, a zagueira Rafaelle não atuou acumulou muita minutagem no futebol brasileiro, com exceção de uma curta passagem pelo Palmeiras, em 2021, por empréstimo. No período, defendeu o Changchun Dazhong, da China, o Arsenal, da Inglaterra, e o Orlando Pride (EUA), seu clube desde 2023, e a experiência, somada ao bom momento na liga norte-americana, a credenciou a retornar à Seleção Brasileira.

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Agora, ela integra o grupo de Arthur Elias para enfrentar os Estados Unidos, um velho conhecido das brasileiras e uma das camisas mais pesadas no futebol feminino mundial. A defensora parece ter boas expectativas para os confrontos contra as norte-americanas, marcados para o próximo sábado (6), às 18h30, na Neo Química Arena, em São Paulo (SP), e terça-feira (9), às 21h30, na Arena Castelão, em Fortaleza (CE).

- Eu sei o quanto a equipe dos Estados Unidos é uma equipe forte, jogo com elas desde o começo do ano e sei a qualidade. Elas têm jogadoras que podem decidir o jogo, podem desequilibrar, e vejo pela convocação que elas estão trazendo as jogadoras que vinham sendo convocadas, então elas estão encarando esse jogo com muita seriedade - avaliou Rafaelle.

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- É uma equipe que parece bastante com a nossa, elas são muito boas tecnicamente, gostam de marcar na pressão, principalmente na nossa saída de bola, então vai ser um grande jogo. Mas estamos jogando em casa. É meio que uma revanche da Olimpíada, do jogo contra elas - completou.

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São dez jogos e duas assistências nesta temporada, e titularidade no Pride.

- Para mim, é um prazer enorme (voltar à Seleção), mas sei que é um estilo de jogar diferente, que tem impressionado bastante grandes seleções do mundo, que estamos conseguindo vencer. Mas é um estilo de jogo que depende muito da qualidade individual de cada jogadora, estamos ali na marcação-pressão o tempo todo. É confiar no talento brasileiro - destacou.

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Rafaelle Souza
Rafaelle Souza em ação no torneio She Believes (Foto: Sam Robles/CBF)
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