Europeus mandam recado a Carlo Ancelotti: 'Vai ter que ligar'
Equipe se enfrentaram por um amistoso nesta quinta-feira (26)

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A Seleção Brasileira perdeu para a França por 2 a 1, nesta quinta-feira (26), nos Estados Unidos, em um amistoso de preparação para a Copa do Mundo 2026. Após o resultado, torcedores europeus pediram para o técnico Carlo Ancelotti ligar para o atacante Neymar.
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O atual camisa 10 do Santos ficou novamente de fora da lista de convocados do técnico italiano, que mais uma vez justificou a ausência nas condições físicas do jogador. Pelo clube paulista, Neymar ainda busca reencontrar a melhor forma depois de passar por lesões, e assim, ter sequência de jogos antes da Copa do Mundo.
Mesmo com esse cenário, a ausência do jogador foi sentida pelos torcedores que acompanhavam a partida. Em campo, a Seleção Brasileira foi neutralizada pela francesa, até quando teve um jogador a mais durante o segundo tempo. Veja a repercussão abaixo:
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Tradução: "Carlo Ancelotti vai ligar para Neymar após a derrota do Brasil contra a França".
Tradução: "Coisas que Carlo Ancelotti definitivamente terá que fazer após a partida: 1 - Volte para o hotel dele. 2 - Jante 3 - Ligue para Neymar imediatamente 4 - Vá dormir".
Tradução: "Carlo Ancelotti precisa fazer todo o possível para garantir que Neymar esteja disponível para a Copa do Mundo porque ele está acabado".
Tradução: "Carlo Ancelotti realmente precisa de Neymar nesta seleção brasileira".
Tradução: "Eles o desrespeitam, alguns dizem que acabou, mas aí se vai o último sorriso do futebol brasileiro. O maior artilheiro da história do Brasil. O quarto maior artilheiro da história das Copas do Mundo pela Canarinha. Carlo Ancelotti deixa o ego de lado e convoca Neymar".
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Como foi Brasil x França?
Texto por: Márcio Dolzan
Carlo Ancelotti cumpriu o que dissera na véspera e escalou o Brasil com quatro jogadores de frente diante da França. Mas, ao longo do primeiro tempo, o quarteto formado por Gabriel Martinelli, Raphinha, Vini Jr. e Matheus Cunha não conseguiu acertar um único chute na meta de Maignan, ainda que as oportunidades tenham surgido.
E não foram poucas: Martinelli, Matheus Cunha e até o volante Casemiro conseguiram finalizar, sempre em chutes de fora da área, sempre para o lado ou para cima do gol. No primeiro tempo, o Brasil chutou cinco vezes, todas para fora.
Do outro lado, a França tinha mais volume de jogo, mas não necessariamente domínio. Wesley foi incansável na marcação e ofereceu pouco espaço para o avanço francês pela esquerda. Na outra ala, Léo Pereira e Douglas Santos faziam o que podiam para tentar parar Mbappé. E a dupla teve relativo sucesso até os 31 minutos, quando o craque francês recebeu lançamento de Dembélé, deixou o dois brasileiros para trás na velocidade e tocou por cobertura na saída de Ederson, abrindo o marcador.
Ancelotti voltou com uma mudança para o segundo tempo. Raphinha sentiu a coxa direita e deu lugar para Luiz Henrique. E o ex-atacante do Botafogo deu novo ritmo na ponta. O Brasil começou pressionando a França pela direita, e foi naquele setor que Wesley ia invadindo a área quando foi derrubado por Upamecano, que acabou expulso logo aos 9 minutos.
Mas, nos 20 minutos que se seguiram, o Brasil não conseguiu se valer da superioridade numérica —porque faltou à Seleção eficiência ofensiva, algo que sobrou na França. Aos 19, o time de Deschamps arrancou em contragolpe e Ekitiké, também por cobertura, ampliou para 2 a 0.
A partir daí, Ancelotti promoveu uma série de mudanças. Danilo, Ibãnez, Igor Thiago e João Pedro foram chamados, e o Brasil passou a ocupar o campo de ataque. A Seleção conseguiu chegar ao seu gol aos 33, com Bremer, e nos acréscimos quase chegou ao empate com Vini Jr. Mas ficou nisso.

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