Atitude de Vini Jr pega mal após derrota do Brasil: 'Se fosse o Neymar'
Seleção Brasileira foi derrotada pela França

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Uma atitude do atacante Vini Jr após a derrota do Brasil para a França por 2 a 1, nesta quinta-feira (26), nos Estados Unidos, chamou a atenção dos torcedores. O confronto amistoso marcou mais um passo da preparação da Seleção para a Copa do Mundo de 2026.
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O camisa 10 do Brasil não teve uma das suas melhores atuações em campo com a amarelinha. Durante os 90 minutos, Vini Jr participou muito do confronto, mas pecou diversas vezes em tomadas de decisões durante as jogadas.
Após o apito final, o atacante foi flagrado em uma conversa bem humorada com Mbappé e Camavinga, jogadores franceses que são companheiros de time no Real Madrid. Além dos jogadores, o técnico Carlo Ancelotti também esteve na confraternização.
Nas redes sociais, torcedores não aprovaram a postura de Vini Jr, que apareceu rindo no momento com os jogadores. Em meio as críticas o nome de Neymar foi citado. Veja a repercussão do caso abaixo:
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Como foi Brasil x França?
Texto por: Márcio Dolzan
Carlo Ancelotti cumpriu o que dissera na véspera e escalou o Brasil com quatro jogadores de frente diante da França. Mas, ao longo do primeiro tempo, o quarteto formado por Gabriel Martinelli, Raphinha, Vini Jr. e Matheus Cunha não conseguiu acertar um único chute na meta de Maignan, ainda que as oportunidades tenham surgido.
E não foram poucas: Martinelli, Matheus Cunha e até o volante Casemiro conseguiram finalizar, sempre em chutes de fora da área, sempre para o lado ou para cima do gol. No primeiro tempo, o Brasil chutou cinco vezes, todas para fora.
Do outro lado, a França tinha mais volume de jogo, mas não necessariamente domínio. Wesley foi incansável na marcação e ofereceu pouco espaço para o avanço francês pela esquerda. Na outra ala, Léo Pereira e Douglas Santos faziam o que podiam para tentar parar Mbappé. E a dupla teve relativo sucesso até os 31 minutos, quando o craque francês recebeu lançamento de Dembélé, deixou o dois brasileiros para trás na velocidade e tocou por cobertura na saída de Ederson, abrindo o marcador.
Ancelotti voltou com uma mudança para o segundo tempo. Raphinha sentiu a coxa direita e deu lugar para Luiz Henrique. E o ex-atacante do Botafogo deu novo ritmo na ponta. O Brasil começou pressionando a França pela direita, e foi naquele setor que Wesley ia invadindo a área quando foi derrubado por Upamecano, que acabou expulso logo aos 9 minutos.
Mas, nos 20 minutos que se seguiram, o Brasil não conseguiu se valer da superioridade numérica —porque faltou à Seleção eficiência ofensiva, algo que sobrou na França. Aos 19, o time de Deschamps arrancou em contragolpe e Ekitiké, também por cobertura, ampliou para 2 a 0.
A partir daí, Ancelotti promoveu uma série de mudanças. Danilo, Ibãnez, Igor Thiago e João Pedro foram chamados, e o Brasil passou a ocupar o campo de ataque. A Seleção conseguiu chegar ao seu gol aos 33, com Bremer, e nos acréscimos quase chegou ao empate com Vini Jr. Mas ficou nisso.
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