França x Iraque: relembre as longas paralisações na Copa do Mundo de Clubes
Relembre outras situações em que os jogos precisaram ser paralisados nos EUA

A paralisação de aproximadamente duas horas na partida entre França e Iraque, nesta segunda-feira (22), pela segunda rodada da Copa do Mundo, trouxe de volta a lembrança de interrupções que marcaram o Mundial de Clubes de 2025, que aconteceu nos Estados Unidos. O duelo no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, entre França e Iraque, foi interrompido durante o intervalo, quando os franceses venciam por 1 a 0, devido à aproximação de uma tempestade com raios no local.
Foi a primeira paralisação por conta do risco climático na Copa do Mundo. O cenário da partida entre França e Iraque repete o que aconteceu no ano passado, quando o novo torneio da Fifa, também sediado nos Estados Unidos, sofreu com interrupções por conta do rigoroso protocolo climático norte-americano em seis ocasiões.
➡️ França x Iraque adiado? Entenda protocolo que pode atrasar jogos da Copa

Durante o Mundial de Clubes de 2025, o "clima severo" foi um dos principais problemas durante a competição. A paralisação que durou mais tempo ocorreu no duelo entre Chelsea e Benfica, pelas oitavas de final, em Charlotte, que ficou suspenso por mais de duas horas. Na ocasião, a partida terminou quase quatro horas após o início previsto.

Outros confrontos que sofreram com as tempestades foram:
- Benfica x Auckland City: em Orlando, o jogo entre a equipe portuguesa e o time neozelandês também ficou paralisado por mais de duas horas.

- Palmeiras x Al Ahly: o time brasileiro teve sua partida interrompida em Nova Jersey por cerca de 30 minutos contra a equipe egípcia.

- Ulsan HD x Mamelodi Sundowns: o início do confronto em Orlando atrasou em mais de uma hora por causa das condições climáticas do estádio.

- Pachuca x RB Salzburg: A partida também sofreu interrupção por conta de raios.
Por que o protocolo é tão rígido?
O chamado "Weather Delay" é um procedimento padrão nos Estados Unidos para garantir a segurança de atletas e público em eventos ao ar livre. A chuva comum não é o problema, mas sim a detecção de raios em um raio de 13 a 16 quilômetros do estádio obriga a interrupção imediata da atividade.
O funcionamento do protocolo é iniciado assim que o último raio é registrado, quando inicia-se uma contagem de 30 minutos. Se houver uma nova descarga elétrica nesse intervalo, o cronômetro é zerado e a espera recomeça. Segundo o Serviço Nacional de Meteorologia (NWS), essa cautela é necessária porque as cargas elétricas podem permanecer nas nuvens mesmo após a tempestade parecer ter passado.
Protocolo acontece em outros esportes no EUA
Embora cause estranhamento em torcedores de futebol, essas pausas são comuns e aceitas em ligas como a NFL (futebol americano), a MLB (beisebol) e na NASCAR (automobilismo). O rigor aumentou após um incidente em 2012, quando um espectador morreu ao ser atingido por um raio durante uma etapa da NASCAR na Pensilvânia.
Com a Copa de 2026 ocorrendo durante o verão no hemisfério norte, período marcado por mudanças climáticas rápidas no tempo e chuvas intensas, a Fifa e as autoridades locais mantêm o monitoramento constante para evitar riscos, priorizando a segurança sobre o ritmo de jogo.
📲 De olho no Lance! e na Copa do Mundo. Todas as notícias, informações e acontecimentos em um só lugar.
🤑 Aposte em todos os 104 jogos da Copa do Mundo! Clique e saiba mais!
É preciso ter mais de 18 anos para participar de qualquer atividade de jogo de apostas. Jogue de forma responsável
Sugerida para você!






Mais LANCE!













