Dirigente pede vitória para 'terminar a crise' no Inter

Domingo é o dia. Não sai da cabeça dos dirigentes, membros da comissão técnica e grupo de jogadores que terá de ser contra o Flamengo, às 16h, no Beira-Rio, o fim do jejum de vitórias do Internacional. Já são quatro jogos sem vencer. O clima no clube gaúcho beira a crise, nas palavras do próprio vice de futebol Luciano Davi.

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Apesar de jogar em casa, o Inter terá de lidar com o sentimento da torcida, que não tem se mostrado satisfeita principalmente com a convicção de Fernandão nos três volantes. O retrospecto de um ponto ganho em 12 disputados incomoda todos que vestem vermelho.

- Vejo mais que impaciência, preocupação da torcida. O ponto ganho preocupa qualquer um. O torcedor tem toda a razão. Mas uma coisa é olhar o jogo em si, e outra é ouvir o que acontece no vestiário, as orientações do técnico. O Fernandão é treinador do Internacional e vai continuar sendo treinador - banco o dirigente.

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Para o comandante do futebol colorado, a conta é simples. Basta que os gols comecem a sair para que o bom momento volte. Nas últimas partidas, o discurso tem sido de que a falta de efetividade ao time tem comprometido até as atuações.

- Se nós ganharmos o jogo, não vem a crítica. Só vencendo termina a crise - disse, antes de rapidamente tentar contornar:

- Não é crise, é que se ganhamos só um ponto, não que tenha crise, mas o torcedor fica impaciente. Nós (clube) nos cobramos, a imprensa cobra. Temos que reverter essa quadro - disse Davi.

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O Internacional terá a volta de D'Alessandro no domingo. O argentino retorna depois de parar por lesão muscular, sofrida na estreia de Diego Forlán, contra o Vasco. Dagoberto também é alternativa, já que cumpriu suspensão e fica à disposição.

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