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Ex-Vasco comenta vice do Flamengo na Supercopa: 'Não adianta'

Rubro-Negro perdeu a decisão contra o Corinthians

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Lucas Boustani
Rio de Janeiro (RJ)
Dia 02/02/2026
20:45
Atualizado há 10 minutos
Leo Lima, ex-jogador do Vasco, em entrevista à Lance TV (Foto: Reprodução)
imagem cameraLeo Lima, ex-jogador do Vasco, em entrevista à Lance TV (Foto: Reprodução)

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O ex-jogador Léo Lima comentou sobre o vice-campeonato do Flamengo na Supercopa do Brasil de 2026. A equipe de Filipe Luís perdeu a primeira decisão da atual temporada para o Corinthians, no último domingo (1), no Estádio Mané Garrincha.

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Durante participação no programa "Fut&Papo", da LanceTV!, o ex-Vasco falou sobre os recentes investimentos do Flamengo. Para Léo Lima, a estrelada equipe Rubro-Negra deixou a desejar dentro de campo na decisão.

— Se tratando de Corinthians, uma camisa de peso, e de Dorival Júnior, que me treinou e sempre armou as equipes de forma aguerrida, é um time que joga. Não adianta o Flamengo ter um time desses e não correr, que não vai ganhar de ninguém. Tendo garra e a cabeça de uma final, o Rubro-Negro é superior, mas em campo, são onze contra onze — disse o ex-jogador.

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Flamengo x Corinthians como foi o jogo?

Texto por: Pedro Werneck

A primeira finalização da Supercopa Rei foi rubro-negra. Aos 8 minutos, o zagueiro Léo Pereira achou ótimo lançamento para Alex Sandro, que cruzou para Plata desviar de cabeça para fora. Depois, o jogo ficou pegado, com algumas chegadas mais duras, até o Flamengo assumir controle da partida.

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Mas concretizou-se, então, a máxima do futebol: quem não faz, leva. Em jogada de bola parada aos 25', foi o Corinthians que abriu o placar. Após cobrança de escanteio curto, Matheuzinho levantou a bola na área, Gustavo Henrique desviou de cabeça e o parceiro de zaga Gabriel Paulista chutou de primeira, marcando o seu primeiro gol com a camisa do Timão.

O gol trouxe confiança ao time paulista, que passou a trocar mais passes e equilibrar as ações do jogo. O Flamengo ameaçava apenas em raras arrancadas de Plata, mas sem finalizações de perigo. Quem assustou foi novamente o Corinthians. Aos 37 minutos, os comandados de Dorival Júnior acertaram contra-ataque fulminante: de Bidon para André, de André para Memphis. O neerlandês teve liberdade para ajeitar o corpo e finalizar de chapa, mas parou em ótima defesa de Rossi.

Mas foi com polêmica que terminou a primeira etapa: no último lance, os jogadores alvinegros pediram expulsão de Carrascal por cotovelada em Bidon. O juiz, no entanto, liberou os atletas para os vestiários. Situação resolvida? Nada disso. No retorno do intervalo, Rafael Klein chamou os capitães, avisou que revisaria o lance e aplicou o cartão vermelho ao colombiano.

Mesmo com um a menos, o Flamengo teve a primeira grande chance da segunda etapa, novamente em bola parada. Arrascaeta cobrou falta na cabeça de Pulgar, que desviou com qualidade e foi parado pelo travessão. Sem parecer sentir a expulsão, o Rubro-Negro ofereceu perigo novamente logo depois, quando Pedro foi acionado na linha de fundo e cruzou, mas a bola passou direto por Arrascaeta.

Para explosão da torcida flamenguista no Mané Garrincha, Filipe Luís convocou a reestreia de Paquetá aos 13 minutos. Logo no primeiro toque, o meia tabelou bem, mas errou o último passe para Arrascaeta. No contra-ataque, o Corinthians levou perigo com finalização para fora de Yuri Alberto. No lance seguinte, de novo. Dessa vez, o Timão até balançou as redes com Memphis, mas o gol foi anulado por impedimento no início da jogada — neste momento, a comunicação do árbitro com o VAR não estava funcionando, e o juiz foi obrigado a manter a marcação de campo.

Do lado paulista, Dorival Júnior também promoveu estreia. O atacante Kaio César, contratado junto ao Al Hilal, entrou na vaga de Memphis aos 31 minutos. E dos pés do novato, já nos acréscimos, saiu passe para Yuri Alberto, que girou bonito e acertou a trave com finalização de canhota. O lance de perigo abriu caminho para um fim de jogo maluco.

Pouco depois, após cruzamento de Ayrton Lucas e dividida de Léo Ortiz no alto, Lucas Paquetá teve a chance de mudar completamente o cenário da estreia. Dentro da pequena área, o reforço milionário dominou de coxa, levantando a bola, mas finalizou para fora.

Antes do desfecho, Yuri Alberto conseguiu, enfim, colocar o seu nome no marcador. O atacante disparou em velocidade no contra-ataque, outra vez após passe de Kaio César, aplicou lindo balão no goleiro Rossi e finalizou de cabeça para as redes: 2 a 0 para o Corinthians, que conquista o primeiro título da temporada.

Disputa de bola na final da Supercopa do Brasil. (Foto: Sergio Lima / AFP)
Disputa de bola na final da Supercopa do Brasil. (Foto: Sergio Lima/AFP)

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