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Bola aérea e ataque ineficiente: raio-x das derrotas do Atlético-MG com Domínguez

O Atlético-MG sofre com a bola aérea há algumas temporadas

PorEduardo StatutiBelo Horizonte (MG)
01/07/2026 09:15
Eduardo Domínguez comanda treino na Cidade do Galo
Eduardo Domínguez comanda treino na Cidade do Galo (Foto: Pedro Souza / Atlético)

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Desde que Eduardo Domínguez assumiu o comando do Atlético-MG em 24 de fevereiro, o clube registrou 11 vitórias, 3 empates e 10 derrotas, com 50% de aproveitamento. No recorte das derrotas, o Galo apresenta números preocupantes no jogo aéreo.

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Os dados mostram que o problema não é a falta de combatividade. Mesmo nas derrotas, o Alvinegro, em média, vence mais duelos que seu adversário, seja no chão (51,8%) ou no alto (54,5%).

Ainda assim, o jogo aéreo continua sendo um problema. Dos 17 gols sofridos pelo Atlético-MG nas dez derrotas com Eduardo Domínguez, 29,4% foram marcados de cabeça.

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Eduardo Domínguez comanda treino na Cidade do Galo (Foto: Pedro Souza / Atlético)
Eduardo Domínguez comanda treino na Cidade do Galo (Foto: Pedro Souza / Atlético)

Ataque ineficiente do Atlético-MG

Ter a posse de bola não é solução para o Galo com Eduardo Domínguez. Nas dez derrotas, seu time teve menos a bola que o adversário em quatro ocasiões. Ou seja, não é um fator determinante para os resultados negativos.

Mas a ineficiência no ataque, sim. Nesse recorte, a equipe marcou apenas dois gols, com média de 11,7 finalizações por jogo e 3,3 finalizações no gol por partida. Nesses jogos, criou em média apenas 1,9 grande oportunidade.

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No cenário geral, contabilizando todas as partidas do Galo com Domínguez, a equipe tem média de 12,4 finalizações e 4,4 no gol. Ou seja, há um padrão, mas quando falta pontaria, o time sofre.

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Eduardo Domínguez comanda treino na Cidade do Galo (Foto: Pedro Souza / Atlético)
Eduardo Domínguez comanda treino na Cidade do Galo (Foto: Pedro Souza / Atlético)

Falta de pontaria contra eficiência dos adversários

Nas derrotas, em média, o Atlético-MG não criou significativamente menos que seus adversários. Porém, desperdiçou as oportunidades.

Nesse recorte, o Galo precisa de 58,8 finalizações para marcar e de 16,5 no alvo para fazer um gol. Enquanto isso, os adversários têm precisado de 7,2 chutes para marcar e 2,4 finalizações ao gol para balançar as redes.

Na comparação com os demais jogos de Domínguez pelo Atlético-MG, o time precisa de 11 finalizações para marcar e 12,3 para sofrer um gol. Aqui sim, observa-se uma diferença entre as derrotas e as vitórias, com o Alvinegro errando mais o alvo e cedendo mais gols.

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