Luigi admite alterações no futebol do Inter, mas frisa: 'Nenhuma revolução'

A eleição do Internacional passou. E a partir desta sexta-feira, mesmo que o clube ainda tenha mais quatro jogos pela frente no Campeonato Brasileiro, o planejamento de 2013 já começa a todo o vapor. O presidente reeleito, Giovanni Luigi, garante que vai conversar com seus pares e os movimentos políticos vencidos à respeito de uma mudança no comando do futebol. Um diretor executivo será contratado e já está escolhido. A questão técnico se mantém aberta.

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- Temos quatro jogos. Pretendo conseguir em nome do clube os melhores resultados possíveis. Quem sabe tentar as quatro vitórias. Paralelo a isso, já venho avaliando e estudando. Na semana após do Brasileiro, pretendo fazer algumas alterações, todos os anos o clube nessa época faz alterações. Não é nenhuma revolução, não é caso de terra arrasada. Temos coisas boas no futebol e outras coisas precisamos de alteração – disse Luigi.

As definições, contudo, podem demorar para se tornarem públicas. A reta final do Brasileirão é vista como foco principal no momento. Mas os bastidores estarão agitados nos próximos dias. Durante a eleição, circulou a informação de que Marcelo de Medeiros, 1º vice eleito, pode assumir o futebol na vaga de Luciano Davi. O próprio negou oficialmente, mas declarou que uma definição quanto ao nome, seja ele qual for, facilita o planejamento.

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- Seria uma etapa já superada, o que é sempre uma facilidade. Me coloquei à disposição do presidente há um mês atrás, para o que for. Não seria difícil me convencer a enfrentar um desafio. Mas atualmente não teria tempo – comentou Medeiros, ainda comemorando a vitória, antes de admitir que em 2013 as coisas já poderiam estar ajeitadas.

Qualquer mudança será refletida por Luigi. Não rechaça nem mesmo uma conversa com os opositores, para colher opiniões. Além disso, planeja efetuar a contratação de um diretor executivo em breve. O primeiro nome surgido, ainda quando Fernandão deixou o cargo para ser treinador, foi o de Felipe Ximenes, do Coritiba.

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Outra frase que se ouviu muito durante a festa da vitória é que o Gre-Nal vem pela frente. O jogo serve para uma espécie de prestação de contas com os colorados, um consolo para 2012. A motivação dos dirigentes é vencer o clássico para estragar uma festa do rival tanto no Brasileirão quanto no Olímpico, que será substituído pela Arena.

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