Greve da NBA é reflexo do sistema econômico da liga

A segunda greve na história da NBA já é uma realidade, e o comissário David Stern admitiu nesta terça-feira que isso aconteceu porque o atual sistema econômico que existe dentro da organização é insustentável e exige uma mudança radical.

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Após o anúncio do cancelamento das duas primeiras semanas da competição, que deveria começar no próximo dia 1º de novembro, Stern disse para os jornalistas que as pretensões dos donos das equipes e dos jogadores são completamente opostas.

O comissário da liga americana considerou que não se trata de diferenças em alguns pontos fundamentais do novo convênio coletivo, mas em todos, sem exceção.

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Stern afirmou que os atletas da NBA são, há muitos anos, os que mais dinheiro ganham entre os atletas profissionais dos Estados Unidos.

Desde a década de 90, analistas econômicos já tinham advertido sobre o perigo que a liga corria a longo prazo ao dar contratos multimilionários, de modo com que as franquias ficassem endividadas.

Nesta terça-feira o astro Lebron James perguntou em sua conta no Twitter, em tom de brincadeira, se a NFL (Liga de Futebol Americano) ainda aceita contratações de agentes livres (jogadores sem contrato) para a atual temporada.

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Para manter a forma, o astro participou de alguns treinos da equipe de futebol americano da escola que frequentou na adolescência, a St. Vincent-St. Mary, na cidade de Akron (Ohio).

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