De Ryan Reynolds a Lucas Tylty: a tendência que leva celebridades e empresários ao futebol
Empresário da Baixada Fluminense demonstra interesse em investir no esporte e segue movimento que ganhou força com celebridades, ex-atletas e investidores ao redor do mundo

Investir em clubes de futebol tem se tornado um movimento cada vez mais comum entre celebridades, ex-atletas e empresários ao redor do mundo. Impulsionados pelo crescimento da indústria esportiva e pela valorização das marcas dos clubes, nomes conhecidos do entretenimento e do esporte passaram a adquirir participações em equipes profissionais.
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Entre os brasileiros que demonstram interesse em seguir esse caminho está o empresário e influenciador Lucas Tylty, que já manifestou publicamente o desejo de investir no futebol e, futuramente, se tornar proprietário de um clube.
Natural de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, Tylty ainda não possui participação em nenhuma equipe, mas faz parte de um grupo crescente de personalidades que enxergam o futebol para além da paixão de torcedor. O movimento ganhou força principalmente na Europa e nos Estados Unidos, onde clubes passaram a atrair investidores interessados no potencial de valorização das marcas esportivas.

De Ryan Reynolds a Ed Sheeran: famosos transformam paixão pelo futebol em investimento
Um dos casos mais conhecidos é o do ator Ryan Reynolds, que adquiriu o Wrexham, do País de Gales, ao lado do também ator Rob McElhenney. Desde a compra, o clube ganhou projeção internacional e ampliou significativamente suas receitas comerciais. Outro exemplo é o do cantor Ed Sheeran, que se tornou acionista minoritário do Ipswich Town após anos de ligação com a equipe inglesa.
O ex-jogador David Beckham também seguiu esse caminho ao participar da criação do Inter Miami, franquia da Major League Soccer (MLS) que ganhou destaque mundial nos últimos anos. Já o ex-quarterback Tom Brady adquiriu participação no Birmingham City, da Inglaterra, enquanto outros atletas e artistas passaram a investir em equipes menores como forma de diversificar seus negócios.
A movimentação ocorre em um momento de transformação no futebol mundial. A profissionalização da gestão, a expansão das receitas digitais e o crescimento das transmissões internacionais fizeram com que clubes passassem a ser vistos como ativos com potencial econômico relevante.
No Brasil, a criação das Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs) acelerou esse processo. Desde a aprovação da legislação, diversas equipes receberam investimentos privados, abrindo espaço para a entrada de empresários e grupos econômicos na administração dos clubes.
Para especialistas do mercado esportivo, a tendência é que a presença de investidores com forte influência digital e capacidade de geração de audiência se torne cada vez mais comum. Nesse cenário, figuras públicas como Lucas Tylty representam um perfil que tem ganhado espaço na indústria: o de empreendedores que unem marca pessoal, alcance nas redes sociais e interesse no mercado do futebol.
Embora o projeto de investir em um clube ainda esteja no campo dos planos, o caso de Tylty reflete uma mudança cada vez mais evidente no esporte moderno, em que a relação entre torcedor e clube pode evoluir para uma participação direta na gestão e nos negócios do futebol.

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