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Infantino ganha defesa na Casa Branca: 'Votar contra é decisão tola'

Ex-diretor executivo de Trump para a Copa do Mundo exalta presidente da Fifa

PorMarcio DolzanRio de Janeiro (RJ)
14/08/2026 12:02
Andrew Giuliani, diretor executivo da força tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo
Andrew Giuliani foi diretor executivo da força tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo (Foto: Kent Nishimura/AFP)

O ex-diretor executivo da Força-Tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo de 2026, Andrew Giuliani, saiu em defesa de Gianni Infantino nesta sexta-feira (14). Parceiro na organização do Mundial deste ano, Giuliani declarou que quem não apoiar a permanência de Infantino na presidência da Fifa estará tomando "uma das decisões mais tolas de sua vida" e precisa "rever a própria sanidade".

➡️Sob pressão, Infantino recebe apoio de federações árabes

O presidente da Fifa está pressionado no cargo após vir à tona um plano de vender partes dos direitos comerciais da Copa do Mundo, que foi arquitetado por Infantino sem que outros integrantes da cúpula da entidade e as confederações continentais fossem previamente consultadas. O projeto foi engavetado, mas isso não foi capaz de estancar a maior crise vivida pela entidade em mais de uma década.

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Em entrevista ao "The Athletic", suplemento esportivo do "New York Times", Andrew Giuliani fez uma defesa veemente de Infantino. Para ele, o presidente da Fifa está sendo vítima de jogo político.

— Já vi isso antes. Já vi isso acontecer quando atacaram o presidente Trump por uma perspectiva política. Já vi isso acontecer quando atacaram outras pessoas — afirmou Giuliani.

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Gianni Infantino, presidente da Fifa
Gianni Infantino recebeu apoio de auxiliar próximo de Donald Trump (Foto: Jaime Saldarriaga/AFP)

O ex-diretor executivo da Força Tarefa da Casa Branca citou os resultados financeiros registrados na Copa do Mundo deste ano, os maiores de todos os tempos. Lembrou que o Mundial foi o primeiro organizado desde o início pela gestão Infantino — ele já era o presidente da Fifa nas Copas de 2018, na Rússia, e Catar, em 2022, mas as duas sedes haviam sido definidas ainda nos tempos de Joseph Blatter.

— As pessoas sentem inveja quando alguém alcança resultados muito expressivos. E o que Gianni Infantino fez pela Fifa foi levá-la a um nível completamente novo que, provavelmente, eles não imaginavam ser possível — considerou Giuliani.

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Por isso, o ex-diretor considera que Infantino deve permanecer no cargo e, mais do que isso, ser reeleito por unanimidade votos na eleição marcada para março do próximo ano.

— O que eu diria é que, para qualquer presidente de confederação ou federação de futebol que esteja pensando em não votar em Gianni Infantino, essa provavelmente seria uma das decisões mais tolas de toda a sua vida profissional — afirmou Andrew Giuliani.

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E, na sequência, o parceiro de Infantino na realização da Copa do Mundo nos Estados Unidos foi ainda mais veemente na defesa do presidente da Fifa.

— Se Gianni Infantino não for reeleito por unanimidade, quem votar contra ele precisa rever a própria sanidade.

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