Infantino ganha defesa na Casa Branca: 'Votar contra é decisão tola'
Ex-diretor executivo de Trump para a Copa do Mundo exalta presidente da Fifa

O ex-diretor executivo da Força-Tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo de 2026, Andrew Giuliani, saiu em defesa de Gianni Infantino nesta sexta-feira (14). Parceiro na organização do Mundial deste ano, Giuliani declarou que quem não apoiar a permanência de Infantino na presidência da Fifa estará tomando "uma das decisões mais tolas de sua vida" e precisa "rever a própria sanidade".
➡️Sob pressão, Infantino recebe apoio de federações árabes
O presidente da Fifa está pressionado no cargo após vir à tona um plano de vender partes dos direitos comerciais da Copa do Mundo, que foi arquitetado por Infantino sem que outros integrantes da cúpula da entidade e as confederações continentais fossem previamente consultadas. O projeto foi engavetado, mas isso não foi capaz de estancar a maior crise vivida pela entidade em mais de uma década.
Em entrevista ao "The Athletic", suplemento esportivo do "New York Times", Andrew Giuliani fez uma defesa veemente de Infantino. Para ele, o presidente da Fifa está sendo vítima de jogo político.
— Já vi isso antes. Já vi isso acontecer quando atacaram o presidente Trump por uma perspectiva política. Já vi isso acontecer quando atacaram outras pessoas — afirmou Giuliani.

O ex-diretor executivo da Força Tarefa da Casa Branca citou os resultados financeiros registrados na Copa do Mundo deste ano, os maiores de todos os tempos. Lembrou que o Mundial foi o primeiro organizado desde o início pela gestão Infantino — ele já era o presidente da Fifa nas Copas de 2018, na Rússia, e Catar, em 2022, mas as duas sedes haviam sido definidas ainda nos tempos de Joseph Blatter.
— As pessoas sentem inveja quando alguém alcança resultados muito expressivos. E o que Gianni Infantino fez pela Fifa foi levá-la a um nível completamente novo que, provavelmente, eles não imaginavam ser possível — considerou Giuliani.
Por isso, o ex-diretor considera que Infantino deve permanecer no cargo e, mais do que isso, ser reeleito por unanimidade votos na eleição marcada para março do próximo ano.
— O que eu diria é que, para qualquer presidente de confederação ou federação de futebol que esteja pensando em não votar em Gianni Infantino, essa provavelmente seria uma das decisões mais tolas de toda a sua vida profissional — afirmou Andrew Giuliani.
E, na sequência, o parceiro de Infantino na realização da Copa do Mundo nos Estados Unidos foi ainda mais veemente na defesa do presidente da Fifa.
— Se Gianni Infantino não for reeleito por unanimidade, quem votar contra ele precisa rever a própria sanidade.
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