'Rei' da quadra rápida, Sinner é o mais ilustre 'inimigo' do saibro; números
Italiano, vice-líder do ranking, tem apenas um título no piso lento

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Embora tenha fracassado na busca pelo tri do Australian Open, em janeiro, quando perdeu para o sérvio Novak Djokovic nas semifinais, Jannik Sinner sobrou em quadra nas últimas semanas. Os títulos dos Masters 1000 de Indian Wells e Miami, o chamado Sunshine Double, credenciam o vice-líder do ranking como o melhor no piso rápido na atualidade. Porém, nos próximos torneios, o grande desafio para o italiano é melhorar a performance no saibro. Monte Carlo começa neste domingo.
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Dos 26 troféus já erguidos pelo ex-número 1 do mundo, apenas um foi conquistado no piso lento, o modesto ATP 250 de Umag, na Croácia, em 2022.
Desde então, Sinner só voltou a finais no saibro em 2025, com duas derrotas para seu maior rival, o espanhol Carlos Alcaraz. A mais amarga, certamente, foi em Roland Garros, quando se tornou o primeiro na Era Aberta (desde 1969) a desperdiçar três match-points em uma decisão de Grand Slams. Três semanas antes, no torneio que marcou seu retorno às quadras após três meses de suspensão por doping, o italiano viu o oponente triunfar no Masters 1000 de Roma.
Em Monte Carlo, Sinner soma 10 vitórias em 14 jogos, com destaque para as semifinais de 2023 e de 2023, quando foi derrotado, respecitavemente, pelo dinamarquês Holger Rune e o grego Stefanos Tsitsipas. Ano passado, devido à suspensão, o número 2 do mundo não disputou a competição.
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Embora tenha apenas um título no saibro, o desempenho do número 2 do mundo nesse piso na carreira está longe de ser baixo: 65 vitórias e 24 derrotas, com aproveitamento de 73%.
Mas, obviamente, o número acima é inferior à performance do número 1 da Itália na quadra rápida, onde venceu 246 jogos e soma apenas 54 tropeços, com 23 títulos.
Sinner tem dois títulos na grama
Na grama, são dois troféus (com destaque para o de Wimbledon, ano passado, com triunfo sobre Alcaraz na final, vídeo abaixo), além de 29 vitórias em 39 duelos. O aproveitamento, nessa superfície, é de 74,4%, um pouco acima do que já performou no saibro, seu calcanhar de Aquiles.

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