Brasil x França: ausências pesam dos dois lados, mas desfalques brasileiros são mais sentidos
Seleção tem oito baixas; frances tem quatro

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O amistoso entre Brasil e França, marcado para esta quinta-feira (26), em Boston, tem sabor de final de Copa do Mundo. Mas o duelo entre dois dos favoritos ao título em junho chega com uma série de ausências importantes dos dois lados. Se por um lado os franceses lamentam a falta de Saliba, Koundé, Manu Koné e Barcola, os desfalques brasileiros são ainda mais expressivos: Alisson, Gabriel Magalhães, Marquinhos, Éder Militão, Alex Sandro, Bruno Guimarães, Rodrygo e Estêvão estão fora. No total, são oito baixas na equipe de Carlo Ancelotti.
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Brasil com uma série de desfalques
A lista de ausências brasileiras impressiona pela quantidade e pela importância dos jogadores. No gol, a falta de Alisson é um golpe duro. Titular absoluto e um dos melhores goleiros do mundo, o camisa 1 do Liverpool dá segurança e liderança à defesa. Sem ele, Ederson deve assumir a meta, mas o goleiro do Fenerbahçe chega sem a mesma confiança de quando defendia a meta do Manchester City.
Na defesa, o cenário é ainda mais crítico. Gabriel Magalhães, peça fundamental na solidez do Arsenal, e Marquinhos, capitão e referência da Seleção, estão fora. Para além deles, Éder Militão, titular do Real Madrid, também não foi convocado. O resultado é uma zaga inédita: Léo Pereira e Bremer devem formar a dupla central, com Ibañez como opção. Três jogadores que ainda não atuaram sob o comando de Ancelotti.

Na lateral esquerda, Alex Sandro seria uma opção experiente em uma posição carente de jogadores de alto nível. Com sua ausência, Douglas Santos (Zenit) deve começar como titular. A lateral direita também sente a falta de Vanderson, que tem sofrido com lesões recorrentes.
O meio-campo perde Bruno Guimarães, o capitão do Newcastle e um dos principais articuladores da equipe. Sem ele, Ancelotti deve escalar Casemiro ao lado de Andrey Santos, formando uma dupla de contenção com menos criatividade. No ataque, as ausências de Rodrygo (já fora da Copa) e Estêvão, que vinha sendo a grande novidade nas últimas convocações, reduzem as opções de velocidade e imprevisibilidade pelas pontas.
Os desfalques da França: Saliba é o grande problema
Do lado francês, as ausências são menos numerosas, mas não menos significativas. A principal baixa é William Saliba, zagueiro do Arsenal que sofre com dores no tornozelo esquerdo e foi cortado após a final da Copa da Liga. O defensor precisará de pelo menos 10 dias de repouso, e seu lugar será ocupado por Konaté, do Liverpool.
A segunda baixa importante na defesa é Koundé, lateral-direito que também não se recuperou a tempo. A ausência dos dois titulares da defesa francesa abre espaço para Konaté e Malo Gusto no time de Didier Deschamps. Na lateral esquerda, Theo Hernández é o favorito para a vaga.

No meio-campo, Manu Koné, que vinha ganhando espaço, também é desfalque. A perda, no entanto, é menos sentida. A França tem um estoque de meio-campistas de alto nível – Tchouaméni, Rabiot e Camavinga estão disponíveis e devem formar o setor contra o Brasil.
No ataque, a única ausência é Barcola. Apesar da boa fase, com quatro gols em quatro jogos antes da lesão, sua falta não deve ser sentida. O quarteto de ataque francês segue intacto com Mbappé, Dembélé, Olise e Doué, um dos ataques mais poderosos do futebol mundial.
Enquanto o Brasil perde sete jogadores que seriam titulares ou peças importantes no elenco de Ancelotti – Alisson, Gabriel, Marquinhos, Militão, Alex Sandro, Bruno Guimarães e Rodrygo –, a França desfalca dois titulares na defesa (Saliba e Koundé), um meia (Koné) e um atacante reserva (Barcola), mas mantém seu sistema ofensivo principal.
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