Neymar recebe abraço do filho e Seleção deixa a Rússia aplaudida

Atacante recebeu a família no saguão do hotel em Kazan antes da saída do grupo, que chega ao Brasil neste domingo. Poucos torcedores compareceram, dando apoio a todos

PorLance!Enviado especial a Kazan (RUS)
07/07/2018 10:15
Atualizado em 07/07/2018 19:51
O adeus da Seleção: Neymar na despedida
(Foto: Benjamin Cremel/AFP)

A Seleção Brasileira deixou o hotel em Kazan e iniciou sua viagem de volta ao Brasil, que terá escala em Madrid, na Espanha, com chegada prevista no Rio de Janeiro às 5h da manhã deste domingo. O grupo saiu da concentração em dois grupos. Primeiro, 11 atletas partiram em vans para o aeroporto, com apoio de cerca de 40 torcedores, entre brasileiros e curiosos. O segundo grupo, com Tite, Neymar e os outros jogadores, saiu no ônibus oficial da Fifa - neste momento mais de 100 pessoas se juntaram para ver a partida dos brasileiros. Os atletas estão liberados e não são obrigados a pegar o voo da CBF rumo ao Brasil.

Neymar, horas antes da saída, recebeu a visita da mãe, familiares e do filho David Lucca, que deu um abraço no pai no saguão. O sentimento dos torcedores presentes era de tristeza, a maioria entendendo que o Brasil jogou bem na derrota por 2 a 1 para a Bélgica. Integrantes do Movimento Verde Amarelo, grupo que criou novas músicas e embalou a torcida na Rússia, marcaram presença com mensagens de incentivo. Todos os atletas foram aplaudidos, inclusive Fernandinho, que cometeu falhas decisivas.

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Alguns atletas se aproximaram dos presentes para agradecer, caso de Renato Augusto, autor do gol nas quartas de final. O meia soltou um "obrigado".


Edu Gaspar, coordenações de seleções da CBF, deu entrevista minutos antes da partida da delegação rumo ao aeroporto. Assim como Tite na entrevista coletiva de sexta, o dirigente afirmou estar abatido e demonstrou emoção.

- Minha visão é a mesma do Tite. Foi um grande jogo de futebol, duas equipes propondo o jogo, com grandes atletas, qualidade incrível. Tudo muito bom. Foi algo que nos deixará uma experiência, vivência de Copa. Essa dor não é fácil, é a maior que vivi seja como atleta ou dirigente. Uma dor que sangra, mas temos de seguir - afirmou Edu, que seguiu a linha de Tite: definições sobre a sequência de trabalho da comissão técnica serão tomadas nos próximos dias.

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