Papo com Castroneves: 'Agenda cheia em janeiro'
Piloto brasileiro projeta nova função na Meyer Shank Racing e planos para 2024

Olá, amigos, tudo bem?
Enquanto vocês aí no Brasil curtem o calor do super verão brasileiro, aqui o frio está gelado para ninguém botar defeito. Chegou com força em todos os Estados Unidos, incluindo Indianápolis, onde estive nesta semana cumprindo compromissos com a IndyCar.
➡️ Siga o Lance! no WhatsApp e acompanhe em tempo real as principais notícias do esporte
Trata-se, na verdade, de um encontro tradicionalíssimo, que acontece todo mês de janeiro. É uma ocasião de trabalho e reúne todos os pilotos, os chefes de equipe, o pessoal da IndyCar e a imprensa. Visa conversar sobre as novidades do ano e promover uma salutar troca de ideias.
É verdade que minha presença no calendário, como piloto, vai acontecer apenas uma vez, na Indy 500, mas certamente foi importante estar presente porque, como vocês sabem, vou estar o ano todo no pit da Meyer Shank Racing. Essa minha nova função, como um dos donos da equipe, vai exigir muito de mim e, portanto, tenho de estar por dentro de muita coisa que, somente como piloto, não fazia parte da minha agenda.
Como não poderia deixar de ser, Gil de Ferran foi lembrado o tempo todo. Isso não somente por sua enorme importância para o automobilismo mundial, mas também por só ter feito amigos no universo da Indy. Participando de diversos grupos de trabalho e desenvolvimento ao longo dos anos, seu enorme conhecimento técnico foi fundamental para a Indy chegar ao estágio atual.
Foi também uma oportunidade para lembrar alguns causos do Gil, como na nossa primeira reunião de trabalho na Penske, que durou uma hora e 45 minutos. Ele falou por uma hora e quarenta minutos. Os cinco minutos restantes ficaram para mim. Teve também aquela vez em que ele ganhou a Indy 500 de 2003 e que só foi para o alambrado do Indianapolis Motor Speedway depois que eu o puxei para comemorarmos a dobradinha da Penske, bem no meu estilo.
Daytona também foi tema das entrevistas que fizeram comigo. De fato, estou desapontado por não defender minhas três vitórias consecutivas na Rolex 24 at Daytona deste ano. Como a Meyer Shank Racing decidiu tirar um ano sabático no IMSA WeatherTech SportsCar Championship, visando dedicação exclusiva à IndyCar e já marcando o retorno aos protótipos em 2025, o Mike me liberou para participar por outra equipe.
Mas, para falar a verdade, o que apareceu não me permitiria estar suficientemente competitivo para buscar o quarto relógio. Até parece que não querem ganhar a corrida comigo, então, não era para ser. É isso, amigos, vamos que vamos porque tem muita coisa acontecendo e muito trabalho pela frente.
Abraço e até semana que vem.
Tudo sobre

Flamengo
Análise tática do Guffo: onde encaixar Thiago Almada no Flamengo?
Há 2 dias
Colunas
Tironi no Lance!: Inglaterra cria regra anticera de goleiro. Vai chegar ao Brasil?
Há 2 dias
Futebol Nacional
Análise tática do Guffo: precisamos prestar atenção no Athletico-PR
Há 5 dias
Mais Esportes
Papo com Helio Castroneves: no Velocitta, etapa com muitos desafios para a Mercado Livre Racing
Há 6 dias
Palmeiras
Tironi no Lance!: Palmeiras fecha o turno com pontuação recorde e boa perspectiva
Há 6 dias
Seleção Brasileira
Lúcio de Castro: 'Eu peço um minuto de silêncio'
Há 6 diasMais LANCE!

Após polêmicas, Roland Garros decide dividir parte da receita com os jogadores

Com qual tamanho a Seleção saiu da Copa do Mundo? Colunistas do Lance! opinam

Gestão Esportiva na Prática: essência e movimento

Tironi no Lance!: o coletivo foi o campeão na 'Copa dos protagonistas'

Análise tática do Guffo: os números que importam da Copa do Mundo

Nosso fracasso na Copa começa com a falta de uma estratégia para o produto futebol

Colunistas do Lance! opinam sobre Espanha x Argentina na final da Copa do Mundo

Análise tática do Guffo: o segredo do meio-campo da Espanha

Análise tática do Guffo: o que esperar de Espanha x Argentina?

Papo com Helio Castroneves: das pistas de Nashville para as da Stock Car

Tironi no Lance!: duelo razão x emoção na final da Copa

Lúcio de Castro: os vendilhões do templo e a final da Copa

Gestão Esportiva na Prática: a glória não precisa ter dono



