Osasco, Sesc Flamengo e mais: clubes apostam em estrangeiras para Superliga 2026/27
Times vão ao mercado internacional para a disputa do principal compromisso da temporada

Com a temporada de seleções a todo vapor, as equipes da Superliga vão ao mercado em busca de reforçar suas equipes para a temporada 2026/27. Até aqui, alguns anúncios de peso foram feitos, com destaque para a contratação de estrangeiras. Entre retornos, novidades e troca entre times da competição; o Lance! traz as principais movimentações de jogadoras nascidas fora do Brasil.
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Na Superliga Feminina, cada elenco pode contar com três estrangeiras, no máximo. Além disso, cada time pode ter apenas duas atletas nascidas no mesmo país, impedindo que o trio seja da mesma origem fora do Brasil.
Sofya Kuznetsova e Andrea Mitrovic - Praia Clube
"Senti muitas saudades". Foi assim, e em português, que a russa Sofya Kuznetsova cumprimentou a torcida após o anúncio da sua volta ao Praia Clube. A ponteira de 1,84m e 26 anos retorna ao time mineiro após uma temporada atuando no voleibol japonês.
Ela jogou pelo Praia Clube entre 2023 e 2025, acumulando um vice e um terceiro lugar da Superliga, respectivamente. Na edição 2023/2024, terminou a competição como a maior pontuadora, com 499 pontos, e foi escolhida como a melhor ponteira. Além disso, conquistou o título da Copa Brasil 2023/24 e do Sul-Americano 2024/25.

Destaque da seleção canadense, Andrea Mitrovic, aos 27 anos, chega ao Praia Clube para a primeira experiência no voleibol brasileiro. Nascida no Canadá e com ascendência sérvia, a ponteira é presença certa nas convocações do país para a Liga das Nações.
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Magdalena Stysiak - Osasco
Uma das maiores opostas do voleibol mundial, Magdalena Stysiak, do alto de seus 2,03m, é mais uma que terá a primeira chance no vôlei brasileiro. Aos 25 anos, a polonesa já havia falado algumas vezes sobre a vontade de atuar no Brasil e chega ao Osasco após defender o Eczacıbaşı, da Turquia, na temporada passada. Ao longo da carreira, a jogadora tem passagem por outros grandes times como Scandicci (Itália), Milano (Itália) e Fenerbahçe (Turquia) - inclusive, ao lado da brasileira Ana Cristina.
Pela seleção polonesa, Stysiak acumula três bronzes da Liga das Nações - 2023, 2024 e 2025. Além disso, disputou os Mundiais de 2022 e 2025 e as Olimpíadas de Paris 2024.

Minja Osmajic - Sesc RJ Flamengo
O Rubro-Negro contratou a central após a lesão da compatriota Masa Kirov em jogo da Liga das Nações, que a tirou da temporada 2026/27. A sérvia, com contrato renovado com o clube carioca, rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo contra a Alemanha.
Minja Osmajic, de 23 anos e 1,92m, vinda do Victorina Himeji, do Japão, terá a primeira experiência no voleibol brasileiro e foi escolhida com a missão de segurar a eficácia do Sesc RJ Flamengo no meio de rede. Pela seleção sérvia, na VNL deste ano, a central marcou 23 pontos, entre 10 de ataque, 12 de bloqueio e um de saque.

Bianca Bertolino e Julia de Paula - Fluminense
A argentina Bianca Bertolino é um dos reforços do Fluminense para a próxima edição da Superliga. A ponteira argentina de 23 anos, presença frequente nas convocações da seleção, atuou no Levallois Paris Saint-Cloud, da França, na temporada passada.
Já Julia de Paula é mais uma aposta do Tricolor no cenário internacional. Brasileira naturalizada espanhola, a jovem ponteira de 20 anos terá a primeira experiência no vôlei verde-amarelo, assim como Bianca. Nascida em Teresópolis, no Rio de Janeiro, Julia foi morar na Espanha ainda criança e começou sua carreira profissional no país europeu. Na temporada passada, defendeu o Allianz MTV Stuttgart, da Alemanha.

Morgahn Fingall - Sesi Bauru
Morgahn Fingall, destaque do Praia Clube na campanha do título da Superliga 2025/26, agora defende o Sesi Bauru, sendo a principal contratação da equipe. A forte oposta estadunidense terminou a competição como a 14ª maior pontuadora, com 300 marcados. Fingall tem 25 anos e, antes de chegar ao Brasil em 2025, havia feito a carreira em times dos Estados Unidos e no Le Cannet, da França.


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