Na terra do Sul-Americano Sub-20, quem dá a bola é o Nobel de Literatura
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No Peru o foco é Sul-Americano Sub-20 – que começou no domingo passado com a apertada vitória da Argentina por 2 a 1 sobre o Uruguai e na madrugada de segunda para terça viu o Brasil fazer a sua estreia contra o Paraguai.
Mas na terra do torneio que vale vaga para o Mundial e a Olimpíada, não há boleiro que supere o prestígio de um escritor.
Atualmente, quem distribui a bola é Mario Vargas Llosa, Prêmio Nobel de Literatura de 2010. Basta pisar em solo peruano para comprovar o cartaz do autor de "Pantaleão e as visitadoras. No aeroporto, um imenso cartaz convida o turista a conhecer a terra de Llosa. Em Tacna, cidade que hospeda a Seleção, Vargas Llosa também é motivo de orgulho.
– Não há peruano que tenha sido mais importante do que Vargas – opinou David Suárez, vendedor da livraria Jhon Michel, a única do centro de Tacna.
– É o maior de todos os peruanos – diz o recepcionista Ivan Pérez.
Apaixonado pelo Universitario de Lima, Vargas Llosa jamais escreveu uma obra sobre futebol. No entanto, registrou em uma entrevista sua definição sobre o esporte:
– É o ideal de uma sociedade perfeita: regras claras, simples, que garantem a liberdade e a igualdade dentro de campo, com a garantia do espaço para a competência individual.
À sombra da inspiração do escritor, a Seleção espera começar a escrever um livro que termine com Londres como cenário.
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