Sem Cássio, Timão pode ter outro pegador de pênaltis contra o Grêmio

27/10/2015 12:22
Atualizado em 01/03/2016 03:24

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Corinthians x Botafogo 2008 (Foto: Reginaldo Castro/ LANCE!Press)
Corinthians x Botafogo 2008 (Foto: Reginaldo Castro/ LANCE!Press)

Tite deve definir no treino da manhã desta terça-feira o substituto de Cássio, que sofreu lesão séria na coxa direita e será desfalque no jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil, diante do Grêmio. Heroi do clássico contra o São Paulo, quando defendeu pênalti cobrado por Rogério Ceni e conseguiu segurar um 0 a 0 no Morumbi, o camisa 12 pode ser substituído por Walter, que também tem histórico positivo em penalidades.

No Campeonato Paulista, ainda como jogador da União Barbarense, Walter foi testado três vezes - contra Oeste de Itápolis, São Paulo e o próprio Corinthians. Duas das três cobranças foram defendidas pelo goleiro natural de Jaú, inclusive a do Timão. Na vitória por 3 a 0 no Pacaembu, dia 16 de março, Chicão teve chance de aumentar a contagem, mas telegrafou o chute, à esquerda de Walter, que acabou defendendo.

Contra o São Paulo, em Santa Bárbara, mais uma defesa em cobrança de Osvaldo, também do lado esquerdo, mas também sem conseguir evitar a derrota - desta vez por 2 a 1. No Campeonato Paulista, só o jogador Serginho, do Oeste, conseguiu superar Walter em cobrança de pênalti.

- Tenho uma média até razoável em pênaltis. Aqui no Corinthians, o Mauri (Lima, preparador de goleiros), até fica falando "não sai antes, faz isso, faz aquilo". Meu trabalho é estudar os cobradores do Grêmio e sair na frente para poder pegar os pênaltis - disse Walter, uma das possibilidades de Tite para ser titular no jogo decisivo, apesar de ter entrado em campo apenas uma vez no Timão.

Walter começou a carreira no XV de Jaú, clube de sua cidade, pelo qual foi campeão paulista sub-20, em 2005. Depois, passou cinco temporadas no futebol paranaense, rodando por clubes como Iraty, Rio Branco, Londrina e J. Malucelli, e voltou a São Paulo, novamente para defender o XV de Jaú. A seguir, acertou com a União Barbarense e por lá ganhou projeção.

- Sempre tem um pouco de ansiedade. Dois minutinhos antes de entrar contra o Criciúma deu aquela ansiedade alta, mas depois que entrei fiquei calmo. A primeira bola que você faz a defesa já normaliza. Em clubes pequenos não tem ninguém para te ouvir falar, aqui tem muita gente. O assédio é diferente, a camisa é pesada, mas estou tranquilo. Só trabalhar.

Possível titular, Walter se diz pronto para pênaltis

Tite deve definir no treino da manhã desta terça-feira o substituto de Cássio, que sofreu lesão séria na coxa direita e será desfalque no jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil, diante do Grêmio. Heroi do clássico contra o São Paulo, quando defendeu pênalti cobrado por Rogério Ceni e conseguiu segurar um 0 a 0 no Morumbi, o camisa 12 pode ser substituído por Walter, que também tem histórico positivo em penalidades.

No Campeonato Paulista, ainda como jogador da União Barbarense, Walter foi testado três vezes - contra Oeste de Itápolis, São Paulo e o próprio Corinthians. Duas das três cobranças foram defendidas pelo goleiro natural de Jaú, inclusive a do Timão. Na vitória por 3 a 0 no Pacaembu, dia 16 de março, Chicão teve chance de aumentar a contagem, mas telegrafou o chute, à esquerda de Walter, que acabou defendendo.

Contra o São Paulo, em Santa Bárbara, mais uma defesa em cobrança de Osvaldo, também do lado esquerdo, mas também sem conseguir evitar a derrota - desta vez por 2 a 1. No Campeonato Paulista, só o jogador Serginho, do Oeste, conseguiu superar Walter em cobrança de pênalti.

- Tenho uma média até razoável em pênaltis. Aqui no Corinthians, o Mauri (Lima, preparador de goleiros), até fica falando "não sai antes, faz isso, faz aquilo". Meu trabalho é estudar os cobradores do Grêmio e sair na frente para poder pegar os pênaltis - disse Walter, uma das possibilidades de Tite para ser titular no jogo decisivo, apesar de ter entrado em campo apenas uma vez no Timão.

Walter começou a carreira no XV de Jaú, clube de sua cidade, pelo qual foi campeão paulista sub-20, em 2005. Depois, passou cinco temporadas no futebol paranaense, rodando por clubes como Iraty, Rio Branco, Londrina e J. Malucelli, e voltou a São Paulo, novamente para defender o XV de Jaú. A seguir, acertou com a União Barbarense e por lá ganhou projeção.

- Sempre tem um pouco de ansiedade. Dois minutinhos antes de entrar contra o Criciúma deu aquela ansiedade alta, mas depois que entrei fiquei calmo. A primeira bola que você faz a defesa já normaliza. Em clubes pequenos não tem ninguém para te ouvir falar, aqui tem muita gente. O assédio é diferente, a camisa é pesada, mas estou tranquilo. Só trabalhar.

Possível titular, Walter se diz pronto para pênaltis

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